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Doação de equipamentos pela Fapemig é aprovada pelo Plenário

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Projeto que autoriza a doação, a entidades públicas e privadas sem fins lucrativos, de equipamentos que integram projetos de pesquisa adquiridos com recursos da Fundação de Amparo à Pesquisa de Minas Gerais (Fapemig) foi aprovado pelo Plenário da Assembleia Legislativa de Minas Gerais.

Em votação na Reunião Extraordinária desta terça-feira (19/12/23), os deputados acataram o substitutivo nº 1, que altera o texto também modificado e aprovado em 1º turno (vencido). Ainda aprovaram emenda apresentada pelo deputado Ulysses Gomes (PT).

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Para a autorização da doação dos equipamentos, o Projeto de Lei (PL) 3.619/22, do deputado Antonio Carlos Arantes (PL), altera parte do artigo 7º da Lei 11.552, de 1994, que dispõe sobre essa fundação; e revoga o artigo 94 da Lei 11.050, de 1993, que criou a Autarquia Imprensa Oficial do Estado de Minas Gerais (IO-MG) e altera estrutura orgânica de Secretarias de Estado.

Conforme o texto aprovado, o bem móvel gerado ou adquirido no âmbito de projeto de ciência, tecnologia ou inovação custeado ou estimulado pela Fapemig poderá ser doado a entidade pública ou privada sem fins lucrativos, vedada a doação a pessoa física.

No entanto, o bem só poderá ser doado antes do término do prazo do projeto ao qual o equipamento é destinado, se a doação não implicar prejuízo à pesquisa ou ao estudo em curso.

Se esse bem tiver sido gerado ou adquirido no âmbito de projeto realizado em nome de pessoa física, a entidade à qual o pesquisador responsável estiver vinculado terá prioridade na aquisição de sua propriedade. Caso não haja esse interesse, o projeto estabelece ordem de prioridade para essa aquisição.

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Em caso excepcional, emenda prevê doação para entidades com fins lucrativos

A emenda que integra o texto acrescenta que a doação, para a entidade privada com fins lucrativos, de bem gerado ou adquirido no âmbito dos projetos sob sua responsabilidade, será permitida desde que esgotadas as tentativas de doação para as entidades públicas ou sem fins lucrativos, para as quais é assegurada a preferência.

Também define que o bem adquirido no âmbito de projeto sob responsabilidade de entidade privada com fins lucrativos poderá, desde sua aquisição, ser objeto de cessão de uso para a entidade, desde que não implique prejuízo à pesquisa ou ao estudo em curso e que se responsabilize pela correta guarda do bem.

Mudanças em representantes da Jucemg

Também foi aprovado, em sua forma original, o PL 1.574/23, do governador Romeu Zema, que altera a Lei 15.075, de 2004, que dispõe sobre a política estadual de apoio ao cooperativismo.

A proposição modifica a redação do artigo 7º da lei. O dispositivo define que entre os dez vogais e respectivos suplentes da Junta Comercial de Minas Gerais (Jucemg), um é indicado pela Organização das Cooperativas do Estado de Minas Gerais (Ocemg), um pela Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Minas Gerais (Faemg) e outro pela Federação dos Trabalhadores na Agricultura do Estado de Minas Gerais (Fetaemg), como disposto no Decreto nº 22.753, de 1983.

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O projeto retira a menção ao decreto, excluindo das listas tríplices a serem encaminhadas ao governador a indicação da Fetaemg. Em sua justificativa, Zema afirma que a proposição visa se adequar ao inciso I do artigo 12 da Lei Federal 8.934, de 1994, cujo teor determina que a metade do número de vogais e suplentes será designada mediante indicação de nomes, em listas tríplices, pelas entidades patronais de grau superior e pelas Associações Comerciais.

Os dois projetos foram aprovados em redação final e encaminhados para a sanção do governador.

Decisão da Mesa

Durante a Reunião, foi anunciada decisão da Mesa, após ouvir o Colégio de Líderes, de anular a reunião realizada em 7 de dezembro, para arguir e apreciar a indicação de Felipe José Fonseca Attiê, para o cargo de presidente da Fundação Ezequiel Dias (Funed).

A decisão foi resposta relativa à questão de ordem protocolada pela deputada Beatriz Cerqueira (PT). Com a anulação da reunião, também se tornam nulos todos os atos decorrentes dela. A Mesa determina, ainda, agendar nova data para a arguição pública do indicado e emissão de novo parecer.

Fonte: Assembleia Legislativa de MG

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De campeão olímpico a campeão do povo: Maurício do Vôlei reafirma compromisso com os brasileiros e derrota o retorno do DPVAT

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Ontem foi escrita mais uma página de uma história que já inspirou milhares de brasileiros. A Câmara dos Deputados rejeitou a volta do famigerado DPVAT, o imposto que, durante anos, pesou no bolso de milhões de cidadãos. Entre os nomes que se destacaram nesta batalha, está o deputado federal Maurício do Vôlei, um homem cuja trajetória é marcada pela entrega, pela superação e pelo compromisso inabalável com a nação.

No início do ano passado, ao votar favoravelmente à retomada do DPVAT por engano, Maurício não fugiu de sua responsabilidade. Reconheceu o erro publicamente e, com humildade, pediu desculpas ao povo brasileiro, mostrando que lideranças fortes também sabem ser humanas. Desde então, o deputado trabalhou incansavelmente para provar que sua luta vai além de um voto ou de um discurso — ela é pela proteção dos valores que sustentam nosso país: a família, a fé e a liberdade.

“Sempre defenderei os brasileiros, assim como defendi as cores da bandeira nas quadras. Minha missão não mudou. Não sou daqueles que mudam de camisa para agradar ou vencer uma eleição. Fui, sou e sempre serei conservador, defensor da família, do trabalho honesto e do futuro das próximas gerações”, afirmou o parlamentar, emocionado, logo após a vitória no plenário.

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Assim como em sua carreira no vôlei, Maurício jogou limpo. Diferente de muitos que alternam entre partidos e bandeiras de acordo com o vento político, ele permaneceu firme em seus princípios no PL. Para ele, o mandato não é sobre garantir reeleição; é sobre construir um legado — um Brasil que mantenha suas raízes e seu povo livre de amarras.

Ontem, a Câmara mandou um recado claro ao país: impostos que penalizam ainda mais os trabalhadores brasileiros, como o DPVAT, não têm espaço aqui. E Maurício do Vôlei deixou registrado que está e sempre estará em defesa das pessoas que acreditam num Brasil forte e justo.

Se ontem ele estava nas quadras levantando troféus pelo Brasil, hoje ele ergue as bandeiras da família, da justiça e do povo. Maurício do Vôlei segue sendo um campeão — não só no esporte, mas na vida pública.

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