Política
Educação e outras pautas sociais são prioridade no Parlamento mineiro

Uma iniciativa da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), inédita entre os parlamentos estaduais, garantiu mais de R$ 1,9 bilhão para a educação nos municípios mineiros em 2024. Esse foi um dos destaques entre as pautas sociais analisadas pelos deputados e deputadas neste ano, com reflexos positivos para toda a sociedade.
A Lei 24.431, de 2023, altera a divisão do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), com novos critérios para a distribuição da parcela da educação pertencente aos municípios. Ela originou-se do Projeto de Lei (PL) 3.903/22, do deputado Zé Guilherme (PP).
O objetivo da proposta foi adequar a legislação estadual à Emenda à Constituição Federal 108, de 2020. Ela ampliou de 25% para 35% a parcela a ser distribuída aos municípios conforme lei estadual, sendo que, desse montante, pelo menos 10% devem ter como base indicadores de melhoria nos resultados de aprendizagem e de aumento da equidade, considerado o nível socioeconômico dos estudantes.
A Emenda 108 trouxe, ainda, a previsão de uma complementação de 2,5% dos recursos do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb) para o Estado que cumprisse os requisitos legais, incluindo-se a adequação da legislação estadual do ICMS. Minas Gerais e Rio de Janeiro perderam o prazo de agosto de 2022 para fazer essa adequação.
Apesar de não ser iniciativa exclusiva do governador, no restante do País o ajuste na legislação partiu dos Poderes Executivos estaduais. Em Minas, porém, coube ao Parlamento mineiro discutir e votar o tema, após a perda de prazo pelo governo.
Em avaliação do Dieese apresentada em audiência pública, se a regulamentação do ICMS da Educação tivesse sido aprovada no prazo correto, 303 municípios mineiros estariam habilitados para receber os recursos relativos à complementação ainda em 2023.
Ainda na educação, a ALMG aprovou o PL 822/23, do governador, que concedeu reajuste salarial de 12,84% para os servidores dessa área. O Legislativo aprimorou a proposta, e foram contemplados todos os trabalhadores da educação básica, inclusive diretores de escola, detentores de função pública e contratados temporariamente, além de inativos que fazem jus à paridade. A proposição foi transformada na Lei 24.383, de 2023.
Assembleia reverte fechamento da Fucam
Em outra iniciativa importante do Parlamento, o que seria a extinção da Fundação Caio Martins (Fucam), proposta pelo governador, no PL 359/23, acabou resultando na extinção e criação de cargos no âmbito do Executivo, mas mantendo inalterada a atuação da instituição.
A mudança consolidada na Lei 24.358, de 2023, só foi possível após grande mobilização na ALMG e acordo entre o Executivo e deputados de oposição.
Fundada em 1948, a Fucam oferece a crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade social educação básica e atividades de formação voltadas para a redução da pobreza no campo.
A entidade tem escolas e centros educacionais em Esmeraldas (Região Metropolitana de Belo Horizonte), Diamantina (Jequitinhonha/Mucuri), Riachinho (Noroeste) e outras quatro cidades do Norte de Minas: Buritizeiro, São Francisco, Januária e Juvenília.
Entre as demais iniciativas em benefício da educação, também se destacam:
- Lei 24.315, de 2023, originada do PL 993/19, do deputado Sargento Rodrigues (PL), estabelece diretrizes para prevenção dos acidentes e atos violentos nas escolas.
- Lei 24.482, de 2023, originada do PL 87/23, da deputada Lud Falcão (Pode), que institui a Política Estadual de Prevenção e Combate ao Abandono e à Evasão Escolar.
- Lei 24.546, de 2023, originada do PL 587/19, do deputado Douglas Melo (PSD), que prevê medidas de prevenção e enfrentamento à violência nas escolas.
Estado tem novo marco para gestão de terras devolutas
Outra conquista importante para toda a sociedade, em 2023, foi a nova legislação sobre terras devolutas – aquelas sem qualquer destinação definida pelo poder público e que, em nenhum momento, integraram o patrimônio de um particular.
Originada do PL 3.601/16, do presidente da ALMG, deputado Tadeu Martins Leite (MDB), a proposta recebeu inúmeras sugestões durante a tramitação e se transformou em um novo marco para o tratamento das terras públicas. Agora, aguarda a sanção do governador.
O projeto traz novidades da legislação federal sobre registros públicos, possibilidade de o Estado realizar a regularização de imóveis próprios e proibição da legitimação de mais de uma área devoluta urbana em nome de uma mesma pessoa.
Além disso, entre outras alterações, suprime a exigência de cinco anos de exploração efetiva da terra, no caso de alienação por preferência; e de exploração efetiva e vínculo pessoal com a terra, nos casos de alienação ou concessão de uso da terra para fins de assentamento.
Amparo a ex-funcionários da Minascaixa
Também foi destaque neste ano a aprovação do PL 810/23, do governador, que garante o pagamento de aposentadorias a ex-funcionários da Minascaixa e de pensões aos seus dependentes. O texto, que passou por mudanças significativas durante a tramitação na ALMG, foi transformado na Lei 24.402, de 2023.
Promulgado pelo presidente Tadeu Martins Leite em junho, o texto não apenas retomou o pagamento dos benefícios, que estavam suspensos desde abril, como garantiu reajuste anual e pagamento do 13º salário. Servidores da extinta autarquia acompanharam toda a tramitação e expressaram sua gratidão pela conquista.
Sistema Estadual de Cultura
Outra matéria importante, transformada na Lei 24.462, de 2023, alterou o Sistema Estadual de Cultura, com o objetivo de garantir a todas as regiões do Estado maior acesso aos mecanismos de fomento à cultura, inclusive a povos e comunidades tradicionais.
O Descentra Cultura, como foi chamado, originou-se do PL 2.976/21, do governador, e proporcionou, ainda, maior diversidade na representação no Conselho Estadual de Política Cultural.
Fonte: Assembleia Legislativa de MG


ESPORTES
De campeão olímpico a campeão do povo: Maurício do Vôlei reafirma compromisso com os brasileiros e derrota o retorno do DPVAT

Ontem foi escrita mais uma página de uma história que já inspirou milhares de brasileiros. A Câmara dos Deputados rejeitou a volta do famigerado DPVAT, o imposto que, durante anos, pesou no bolso de milhões de cidadãos. Entre os nomes que se destacaram nesta batalha, está o deputado federal Maurício do Vôlei, um homem cuja trajetória é marcada pela entrega, pela superação e pelo compromisso inabalável com a nação.
No início do ano passado, ao votar favoravelmente à retomada do DPVAT por engano, Maurício não fugiu de sua responsabilidade. Reconheceu o erro publicamente e, com humildade, pediu desculpas ao povo brasileiro, mostrando que lideranças fortes também sabem ser humanas. Desde então, o deputado trabalhou incansavelmente para provar que sua luta vai além de um voto ou de um discurso — ela é pela proteção dos valores que sustentam nosso país: a família, a fé e a liberdade.
“Sempre defenderei os brasileiros, assim como defendi as cores da bandeira nas quadras. Minha missão não mudou. Não sou daqueles que mudam de camisa para agradar ou vencer uma eleição. Fui, sou e sempre serei conservador, defensor da família, do trabalho honesto e do futuro das próximas gerações”, afirmou o parlamentar, emocionado, logo após a vitória no plenário.
Assim como em sua carreira no vôlei, Maurício jogou limpo. Diferente de muitos que alternam entre partidos e bandeiras de acordo com o vento político, ele permaneceu firme em seus princípios no PL. Para ele, o mandato não é sobre garantir reeleição; é sobre construir um legado — um Brasil que mantenha suas raízes e seu povo livre de amarras.
Ontem, a Câmara mandou um recado claro ao país: impostos que penalizam ainda mais os trabalhadores brasileiros, como o DPVAT, não têm espaço aqui. E Maurício do Vôlei deixou registrado que está e sempre estará em defesa das pessoas que acreditam num Brasil forte e justo.
Se ontem ele estava nas quadras levantando troféus pelo Brasil, hoje ele ergue as bandeiras da família, da justiça e do povo. Maurício do Vôlei segue sendo um campeão — não só no esporte, mas na vida pública.
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