Política
Encerrada discussão do Regime de Recuperação Fiscal na FFO

A Comissão de Fiscalização Financeira e Orçamentária (FFO) da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) encerrou, nesta quinta-feira (30/11/23), a discussão do Projeto de Lei (PL) 1.202/19, do governador, que autoriza o Estado a aderir ao Regime de Recuperação Fiscal (RRF).
Foram recebidas 1.633 propostas de emendas ao projeto. O presidente da FFO, deputado Zé Guilherme (PP), que também é relator do projeto, determinou a publicação das mesmas, como forma de dar transparência ao conteúdo. Nova reunião da FFO deve ser agendada na próxima semana para a apreciação da matéria.
Durante a reunião, deputados que se posicionam contra a matéria se valeram do Regimento da ALMG para obstruir a apreciação da mesma. Nesse sentido, apresentaram diversos requerimentos como o de retirada de pauta do projeto, o qual foi rejeitado pela maior parte dos deputados da comissão.
Ao discutir a matéria, de modo geral, os deputados contrários ao RRF enfatizaram que é preciso esperar um posicionamento do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre pedido para extensão do prazo para a adesão ao regime, o que teria que ser feito até o dia 20 de dezembro, pelas regras atuais.
Outro assunto que, conforme destacaram, continua pendente é o retorno do governo federal sobre proposta alternativa de negociação da dívida apresentada pelos presidentes da Assembleia de Minas, Tadeu Martins Leite (MDB), e do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), com intuito de solucionar de forma definitiva a questão.
Críticas ao governo estadual
A deputada Beatriz Cerqueira (PT) disse que o governo de Romeu Zema não está se movimentando no sentido de oferecer uma alternativa ao RRF.
O deputado Luizinho (PT) concordou com a parlamentar. Ele também defendeu que se espere a decisão do STF quanto à prorrogação do prazo para adesão ao RRF ou uma outra solução, que pode ser obtida a partir de acordo com o governo federal que está sendo negociado pela ALMG e pelo Senado.
O deputado Sargento Rodrigues (PL) criticou a falta de agilidade do governador em resolver a questão da dívida do Estado com a União. Ele defendeu o acordo que vem sendo construído pelos presidentes da ALMG e do Senado.
Leleco Pimentel (PT) também defendeu essa alternativa. “É uma proposta que não coloca nos ombros dos servidores e do serviço público o pagamento da dívida de Minas”, disse.
Outro a defender o caminho da negociação foi o deputado Professor Cleiton (PV), para quem o RRF não só vai penalizar os servidores e o serviço público, mas também vai criar amarras para a atuação de todos os poderes. A deputada Bella Gonçalves (Psol) também criticou a opção pelo RRF.
Novo texto assegura recomposição salarial para os servidores
O parecer do relator, deputado Zé Guilherme, já havia sido distribuído em avulso (cópias) aos parlamentares no dia 21 de novembro.
Ele sugeriu a aprovação de um novo texto (substitutivo nº 5) para assegurar expressamente a revisão geral anual da remuneração dos servidores públicos, mesmo durante a vigência do RRF.
De resto, a sua proposta mantém as alterações promovidas pelo substitutivo nº 4, apresentado anteriormente pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). Outros três substitutivos haviam sido enviados pelo próprio governador, para atualizar a proposição em virtude de mudanças na legislação relacionada ao RRF.
De autoria do governador, o projeto visa à renegociação de dívidas com a União, calculadas em aproximadamente R$ 156 bilhões. De acordo com a proposta, o RRF terá vigência de nove anos, período durante o qual o governo terá que implementar uma série de medidas para alcançar o equilíbrio fiscal e financeiro.
Fonte: Assembleia Legislativa de MG


ESPORTES
De campeão olímpico a campeão do povo: Maurício do Vôlei reafirma compromisso com os brasileiros e derrota o retorno do DPVAT

Ontem foi escrita mais uma página de uma história que já inspirou milhares de brasileiros. A Câmara dos Deputados rejeitou a volta do famigerado DPVAT, o imposto que, durante anos, pesou no bolso de milhões de cidadãos. Entre os nomes que se destacaram nesta batalha, está o deputado federal Maurício do Vôlei, um homem cuja trajetória é marcada pela entrega, pela superação e pelo compromisso inabalável com a nação.
No início do ano passado, ao votar favoravelmente à retomada do DPVAT por engano, Maurício não fugiu de sua responsabilidade. Reconheceu o erro publicamente e, com humildade, pediu desculpas ao povo brasileiro, mostrando que lideranças fortes também sabem ser humanas. Desde então, o deputado trabalhou incansavelmente para provar que sua luta vai além de um voto ou de um discurso — ela é pela proteção dos valores que sustentam nosso país: a família, a fé e a liberdade.
“Sempre defenderei os brasileiros, assim como defendi as cores da bandeira nas quadras. Minha missão não mudou. Não sou daqueles que mudam de camisa para agradar ou vencer uma eleição. Fui, sou e sempre serei conservador, defensor da família, do trabalho honesto e do futuro das próximas gerações”, afirmou o parlamentar, emocionado, logo após a vitória no plenário.
Assim como em sua carreira no vôlei, Maurício jogou limpo. Diferente de muitos que alternam entre partidos e bandeiras de acordo com o vento político, ele permaneceu firme em seus princípios no PL. Para ele, o mandato não é sobre garantir reeleição; é sobre construir um legado — um Brasil que mantenha suas raízes e seu povo livre de amarras.
Ontem, a Câmara mandou um recado claro ao país: impostos que penalizam ainda mais os trabalhadores brasileiros, como o DPVAT, não têm espaço aqui. E Maurício do Vôlei deixou registrado que está e sempre estará em defesa das pessoas que acreditam num Brasil forte e justo.
Se ontem ele estava nas quadras levantando troféus pelo Brasil, hoje ele ergue as bandeiras da família, da justiça e do povo. Maurício do Vôlei segue sendo um campeão — não só no esporte, mas na vida pública.
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