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Ensino a distância nos cursos de graduação em Saúde pauta audiência

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Debater a modalidade de ensino a distância (EaD) nos cursos de graduação em Saúde. Esse é o objetivo de audiência pública conjunta que as Comissões do Trabalho, da Previdência e da Assistência Social e de Educação, Ciência e Tecnologia da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) vão realizar nesta terça-feira (14/11/23), às 10 horas, no Auditório José Alencar.

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Solicitada pelos presidentes dessas duas comissões, deputado Betão (PT) e deputada Beatriz Cerqueira (PT), respectivamente, a atividade vai abordar ainda as consequências desse tipo de modalidade de ensino na formação profissional e os impactos no ensino superior.

Para a reunião, foram convidados representantes da Secretaria de Estado de Educação e do Ministério da Educação, do Conselho Estadual de Educação, e de diversos conselhos profissionais como o de fisioterapia e terapia ocupacional, de medicina, de fonoaudiologia, de farmácia, de nutrição, de psicologia e de odontologia.

Consulta pública

O Ministério da Educação (MEC) abriu, no mês passado, uma consulta pública relativa à oferta desse tipo de graduação na plataforma Participa + Brasil. A iniciativa ficará aberta até a próxima segunda (20).

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De acordo com portal do governo federal, o objetivo da consulta é aprofundar o diálogo com diferentes segmentos da sociedade a respeito da regulação da EaD na educação superior no Brasil e verificar a pertinência de propostas consolidadas no âmbito do ministério para ajustes nessa modalidade.

A primeira dessas propostas visa elevar os critérios de qualidade que condicionam a oferta de cursos de ensino a distância. O intuito é aumentar a exigência do conceito institucional (CI-EaD) para as instituições que pretendem ofertar esse tipo de curso.

A segunda é para que esse tipo de curso seja autorizado somente quando a exigência de componentes curriculares presenciais não representar carga horária expressiva do curso. Dessa forma, a proposta estabelece que apenas os cursos que tiverem carga horária presencial obrigatória inferior a 30% da carga horária total poderão ser ofertados em EaD.

Dessa forma, haveria a proibição da oferta de diversos cursos, entre eles os de medicina, enfermagem, odontologia, psicologia, biomedicina, farmácia, fisioterapia, terapia ocupacional, fonoaudiologia e nutrição.

Conselhos federais de diversas profissões têm se manifestado de forma contrária à oferta de cursos na área da Saúde por EaD por considerarem que a formação desses profissionais envolve a aprendizagem de conhecimentos e habilidades com o uso de estratégias de ensino integrado de teoria e prática.

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Fonte: Assembleia Legislativa de MG

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ESPORTES

De campeão olímpico a campeão do povo: Maurício do Vôlei reafirma compromisso com os brasileiros e derrota o retorno do DPVAT

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Ontem foi escrita mais uma página de uma história que já inspirou milhares de brasileiros. A Câmara dos Deputados rejeitou a volta do famigerado DPVAT, o imposto que, durante anos, pesou no bolso de milhões de cidadãos. Entre os nomes que se destacaram nesta batalha, está o deputado federal Maurício do Vôlei, um homem cuja trajetória é marcada pela entrega, pela superação e pelo compromisso inabalável com a nação.

No início do ano passado, ao votar favoravelmente à retomada do DPVAT por engano, Maurício não fugiu de sua responsabilidade. Reconheceu o erro publicamente e, com humildade, pediu desculpas ao povo brasileiro, mostrando que lideranças fortes também sabem ser humanas. Desde então, o deputado trabalhou incansavelmente para provar que sua luta vai além de um voto ou de um discurso — ela é pela proteção dos valores que sustentam nosso país: a família, a fé e a liberdade.

“Sempre defenderei os brasileiros, assim como defendi as cores da bandeira nas quadras. Minha missão não mudou. Não sou daqueles que mudam de camisa para agradar ou vencer uma eleição. Fui, sou e sempre serei conservador, defensor da família, do trabalho honesto e do futuro das próximas gerações”, afirmou o parlamentar, emocionado, logo após a vitória no plenário.

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Assim como em sua carreira no vôlei, Maurício jogou limpo. Diferente de muitos que alternam entre partidos e bandeiras de acordo com o vento político, ele permaneceu firme em seus princípios no PL. Para ele, o mandato não é sobre garantir reeleição; é sobre construir um legado — um Brasil que mantenha suas raízes e seu povo livre de amarras.

Ontem, a Câmara mandou um recado claro ao país: impostos que penalizam ainda mais os trabalhadores brasileiros, como o DPVAT, não têm espaço aqui. E Maurício do Vôlei deixou registrado que está e sempre estará em defesa das pessoas que acreditam num Brasil forte e justo.

Se ontem ele estava nas quadras levantando troféus pelo Brasil, hoje ele ergue as bandeiras da família, da justiça e do povo. Maurício do Vôlei segue sendo um campeão — não só no esporte, mas na vida pública.

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