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Entrega de bebês para adoção e validade de laudo de diabetes têm análise concluída

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Em reunião nesta quarta-feira (22/5/24), a Comissão de Saúde deu parecer favorável a dois Projetos de Lei (PLs) que tramitam em 1º turno na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG): o PL 334/23, que regulariza o ato da entrega espontânea de recém-nascidos para adoção; e o PL 1.506/23, que dá validade indeterminada a laudo médico que atesta diabetes mellitus tipo 1.

As duas matérias foram relatadas pelo deputado Lucas Lasmar (Rede), que em ambos os casos se manifestou favoravelmente aos textos (substitutivos nº 1) sugeridos anteriormente pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). Com isso os projetos já podem seguir para discussão e votação preliminar do Plenário.

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Da deputada Alê Portela (PL), o projeto sobre a adoção institui diretrizes para a Política da Entrega Legal, com o fim de regulamentar, instruir e promover assistência para as gestantes que manifestarem o desejo de entregar seus recém-nascidos à adoção, de forma espontânea.

O substitutivo da CCJ inclui artigo tratando da questão na Lei 22.422, de 2016, que estabelece objetivos e diretrizes para a adoção de medidas de atenção a saúde materna e infantil no Estado.

O dispositivo a ser incluído visa garantir que a gestante ou mãe que manifeste interesse em entregar o filho para adoção, antes ou logo após o nascimento, seja ouvida por equipe interprofissional, na forma de regulamento do órgão estadual ou do poder competente.

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O relator destaca que o texto por ele avalizado “pode contribuir para esclarecer o direito à entrega voluntária de bebês para adoção, orientar os profissionais sobre a importância de acolher a mãe doadora e de respeitar o sigilo das informações a respeito dela, bem como instruí-los sobre as medidas cabíveis para efetivar a entrega legal”.

Rede de proteção

O projeto original define o conceito de recém-nascido, estabelece os princípios da política (dignidade da pessoa humana, da prioridade absoluta, do melhor interesse da criança, e da publicidade), bem como suas diretrizes e seus objetivos.

Também determina que a gestante que tenha a intenção de entregar seu filho para adoção deverá apresentar-se aos órgãos ou entidades que integrem a rede de proteção (como hospitais; unidades básicas de saúde; Centros de Referência de Assistência Social e Conselhos Tutelares).

Esses órgãos têm que encaminhar a gestante à Vara da Infância e Juventude de sua comarca ou foro regional, sendo assegurado à mãe o acesso aos programas e às políticas de saúde, cabendo ao SUS prestar assistência médica e psicológica.

O artigo 9º do projeto original ainda prevê que em todas as maternidades públicas e privadas do Estado serão afixados cartazes informando que a entrega de filho para adoção é voluntária e não constitui crime.

Diabetes tipo 1 é condição permanente

O PL 1.506/23 estabelecendo que o laudo médico que atesta diabetes mellitus tipo 1 tenha prazo de validade indeterminado no âmbito do Estado é de autoria do deputado Ulysses Gomes.(PT).

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O substitutivo da CCJ acatado também pela Comissão de Saúde nesta quarta (22) preserva a validade indeterminada no caso da diabetes tipo 1 inserindo um novo artigo na Lei 23.676, de 2020, que já dispõe sobre o prazo de validade do laudo médico que ateste Transtorno do Espectro do Autismo (TEA).

O relator defendeu que diferentemente do diabetes tipo 2, que pode ter seu curso alterado com mudanças na alimentação e estilo de vida, o DM1 é uma condição de caráter autoimune que não pode ser revertida ou curada, até o momento.

A causa do diabetes tipo 1 ainda é desconhecida e não há forma de prevení-la, sendo que o tratamento normalmente exige a aplicação de insulina várias vezes ao dia e/ou outros medicamentos para controlar a glicose no sangue.

Lucas Lasmar destacou ainda que pessoas diagnosticadas com a doença podem obter alguns benefícios do governo, tais como auxílio-doença e a aposentadoria, mediante requisitos que atestem o comprometimento da condição de saúde.

“Como o DM1 é uma condição permanente, não há razão para que o atestado tenha de ser emitido de tempos em tempos”, pontuou.

Fonte: Assembleia Legislativa de MG

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ESPORTES

De campeão olímpico a campeão do povo: Maurício do Vôlei reafirma compromisso com os brasileiros e derrota o retorno do DPVAT

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Ontem foi escrita mais uma página de uma história que já inspirou milhares de brasileiros. A Câmara dos Deputados rejeitou a volta do famigerado DPVAT, o imposto que, durante anos, pesou no bolso de milhões de cidadãos. Entre os nomes que se destacaram nesta batalha, está o deputado federal Maurício do Vôlei, um homem cuja trajetória é marcada pela entrega, pela superação e pelo compromisso inabalável com a nação.

No início do ano passado, ao votar favoravelmente à retomada do DPVAT por engano, Maurício não fugiu de sua responsabilidade. Reconheceu o erro publicamente e, com humildade, pediu desculpas ao povo brasileiro, mostrando que lideranças fortes também sabem ser humanas. Desde então, o deputado trabalhou incansavelmente para provar que sua luta vai além de um voto ou de um discurso — ela é pela proteção dos valores que sustentam nosso país: a família, a fé e a liberdade.

“Sempre defenderei os brasileiros, assim como defendi as cores da bandeira nas quadras. Minha missão não mudou. Não sou daqueles que mudam de camisa para agradar ou vencer uma eleição. Fui, sou e sempre serei conservador, defensor da família, do trabalho honesto e do futuro das próximas gerações”, afirmou o parlamentar, emocionado, logo após a vitória no plenário.

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Assim como em sua carreira no vôlei, Maurício jogou limpo. Diferente de muitos que alternam entre partidos e bandeiras de acordo com o vento político, ele permaneceu firme em seus princípios no PL. Para ele, o mandato não é sobre garantir reeleição; é sobre construir um legado — um Brasil que mantenha suas raízes e seu povo livre de amarras.

Ontem, a Câmara mandou um recado claro ao país: impostos que penalizam ainda mais os trabalhadores brasileiros, como o DPVAT, não têm espaço aqui. E Maurício do Vôlei deixou registrado que está e sempre estará em defesa das pessoas que acreditam num Brasil forte e justo.

Se ontem ele estava nas quadras levantando troféus pelo Brasil, hoje ele ergue as bandeiras da família, da justiça e do povo. Maurício do Vôlei segue sendo um campeão — não só no esporte, mas na vida pública.

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