Política
Estado deve conseguir regularizar envio de informações sobre repasses ao INSS em um mês

Minas Gerais deve conseguir regularizar, nos próximos 30 dias, o envio de relatórios eletrônicos para o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) acerca das contribuições referentes a servidores enquadrados no Regime Geral de Previdência, entre eles os da educação básica convocados e contratados temporariamente.
A medida foi anunciada, nesta quarta-feira (3/4/24), pela subsecretária de Gestão de Pessoas da Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão (Seplag), Kênnya Kreppel Dias Duarte, durante audiência pública da Comissão de Educação, Ciência e Tecnologia da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG).
Conforme destacado na reunião, o objetivo é fazer frente a problema técnico que tem prejudicado a comunicação entre Estado e INSS acerca dos repasses à Previdência.
A questão burocrática tem impactado a vida desses servidores, pois, embora a contribuição esteja sendo descontada do contracheque dos mesmos, muitos não estão conseguindo ter acesso a direitos quando precisam, em casos como doença, licença-maternidade ou aposentadoria.
É o caso da auxiliar de Serviços de Educação Básica (ASB) Carla Aparecida Monteiro, que tem contrato temporário com o Estado há oito anos e é cozinheira de escola estadual de Juiz de Fora (Zona da Mata).
Ela contou que, desde outubro de 2023, tem problemas de saúde, alguns em consequência de um Acidente Vascular Cerebral (AVC) no ano passado, o qual motivou seu afastamento por uma perita do INSS.
Apesar disso, seu pedido de auxílio-doença segue em análise há 120 dias no INSS e ela está sem receber nada. Carla Monteiro ainda disse que seu caso não é isolado.
Subsecretária da Seplag explica problema
A subsecretária Kênnya Kreppel enfatizou que o governo estadual nunca deixou de fazer os repasses ao INSS e explicou que a dificuldade decorre da gestão dos dados funcionais de servidores, uma vez que cada ente tem um sistema próprio.
Como destacou, o problema pode afetar 169 mil servidores do Estado que estão no Regime Geral de Previdência Social. São servidores contratados e comissionados em diferentes áreas de atuação. Por isso, disse que o governo tem priorizado encontrar um caminho.
Mas, conforme a subsecretária, a solução definitiva será a implementação por completo do e-Social pela administração pública, o que deve ocorrer no início de 2025.
Kênnya Kreppel fez um histórico e contou que, desde outubro de 2022, foi descontinuada a guia pela qual o Estado recolhia a contribuição ao INSS e identificava o pagamento por CPF. Ela afirmou que Minas e diversos outros estados pediram a prorrogação do prazo, mas o pedido não foi acatado.
Para minimizar o problema, foi adotado o envio de um formulário individual e manual de prestação de informações ao INSS. Mas o órgão passou a não aceitar, desde janeiro deste ano, essa forma de envio das informações.
Por causa disso, atualmente, o Estado faz os repasses, mas não especifica a qual CPF ele se refere de modo que o INSS encontra dificuldade de identificar o servidor e conceder o benefício.
Como explicou o coordenador de Gestão de Benefícios do INSS, Renato Soares, a implementação do formulário eletrônico anunciada na reunião pela subsecretária deve possibilitar a concessão dos benefícios, enquanto a solução definitiva – e-Social – não for implementada.
Deputados cobram solução
A deputada Beatriz Cerqueira (PT), que preside a comissão e solicitou a audiência, cobrou um encaminhamento efetivo para a questão. De acordo com ela, o problema já persiste desde outubro de 2022 e o governo estadual tem sido cobrado pela comissão em relação à questão há um ano.
A deputada ainda acrescentou que, muitas vezes, sem receber a licença, os servidores voltam a trabalhar mesmo adoecidos. “Isso vai esticando a corda até chegar numa situação impossível”, disse.
Para Beatriz Cerqueira, embora outros estados também estejam vivenciando a situação por também não terem implementado o e-Social, em Minas, a situação é mais grave dado o volume de contratos temporários, em função da ausência de uma política de realizar concurso público.
A deputada Lohanna (PV) e o deputado Leleco (PT), bem como o deputado federal Rogério Correia (PT-MG), corroboraram a fala da parlamentar. Eles também cobraram uma saída para o problema.
Fonte: Assembleia Legislativa de MG


ESPORTES
De campeão olímpico a campeão do povo: Maurício do Vôlei reafirma compromisso com os brasileiros e derrota o retorno do DPVAT

Ontem foi escrita mais uma página de uma história que já inspirou milhares de brasileiros. A Câmara dos Deputados rejeitou a volta do famigerado DPVAT, o imposto que, durante anos, pesou no bolso de milhões de cidadãos. Entre os nomes que se destacaram nesta batalha, está o deputado federal Maurício do Vôlei, um homem cuja trajetória é marcada pela entrega, pela superação e pelo compromisso inabalável com a nação.
No início do ano passado, ao votar favoravelmente à retomada do DPVAT por engano, Maurício não fugiu de sua responsabilidade. Reconheceu o erro publicamente e, com humildade, pediu desculpas ao povo brasileiro, mostrando que lideranças fortes também sabem ser humanas. Desde então, o deputado trabalhou incansavelmente para provar que sua luta vai além de um voto ou de um discurso — ela é pela proteção dos valores que sustentam nosso país: a família, a fé e a liberdade.
“Sempre defenderei os brasileiros, assim como defendi as cores da bandeira nas quadras. Minha missão não mudou. Não sou daqueles que mudam de camisa para agradar ou vencer uma eleição. Fui, sou e sempre serei conservador, defensor da família, do trabalho honesto e do futuro das próximas gerações”, afirmou o parlamentar, emocionado, logo após a vitória no plenário.
Assim como em sua carreira no vôlei, Maurício jogou limpo. Diferente de muitos que alternam entre partidos e bandeiras de acordo com o vento político, ele permaneceu firme em seus princípios no PL. Para ele, o mandato não é sobre garantir reeleição; é sobre construir um legado — um Brasil que mantenha suas raízes e seu povo livre de amarras.
Ontem, a Câmara mandou um recado claro ao país: impostos que penalizam ainda mais os trabalhadores brasileiros, como o DPVAT, não têm espaço aqui. E Maurício do Vôlei deixou registrado que está e sempre estará em defesa das pessoas que acreditam num Brasil forte e justo.
Se ontem ele estava nas quadras levantando troféus pelo Brasil, hoje ele ergue as bandeiras da família, da justiça e do povo. Maurício do Vôlei segue sendo um campeão — não só no esporte, mas na vida pública.
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