Política
Estatuto representa mudança de visão sobre criança e adolescente

A importância do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) para a proteção desse segmento da população foi lembrada pelos participantes de audiência pública da Comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), realizada nesta quinta-feira (13/7/23).
As deputadas Andréia de Jesus (PT) e Macaé Evaristo (PT) e autoridades explicaram para a plateia formada por alunos da Escola Municipal Francisca Alves, de Belo Horizonte, que o ECA garante os direitos de crianças e adolescentes e precisa ser celebrado.
“O ECA é uma vitória coletiva, que só foi possível graças a um movimento da sociedade para garantir que crianças e adolescentes não fossem tratados como adultos”, afirmou a deputada Andréia de Jesus.
“Nossas mães e avós viveram em um tempo em que não se pensava que crianças e adolescentes tinham direito à saúde e à educação. Vivemos boa parte da nossa história com crianças sujeitadas ao trabalho forçado”, ilustrou a deputada Macaé Evaristo.
O ECA entrou em vigor no dia 13 de julho de 1990. Ele materializa determinações da Constituição Federal de 1988, que já havia garantido absoluta prioridade a crianças e adolescentes no acesso a direitos como educação, lazer, liberdade, dignidade, convivência familiar e comunitária.
Conforme explicou o promotor Marco Aurélio Moreira, o ECA rompeu com a ideia de que crianças e adolescentes eram incapazes e não poderiam ser sujeitos de direitos. “A infância é considerada uma fase sensível do ser humano. Se não cuidarmos dessa primeira etapa da vida, vamos dar continuidade a uma sociedade abusiva”, afirmou.
Para a conselheira tutelar Vanessa Beco, o ECA permitiu avanços como o combate ao trabalho infantil. “Hoje em dia não se naturaliza uma menina preta trabalhando como empregada doméstica. A população, de maneira geral, não faz mais vista grossa para isso”, exemplificou.
Já o advogado Ananias Neves Ferreira, que integra a Comissão da Criança e do Adolescente da OAB-MG, lembrou que o ECA representou uma evolução importante em relação ao antigo Código de Menores, cujo foco era a proteção da sociedade contra os adolescentes considerados “delinquentes”.
Ainda há desafios para a efetivação de políticas públicas
Apesar dos avanços, há muitos desafios na efetivação dos direitos assegurados pelo ECA e pela Constituição Federal. A deputada Macaé Evaristo lembrou que ainda há muitos casos de abandono, maus-tratos e exploração sexual de crianças e adolescentes.
Por sua vez, a deputada Andréia de Jesus defendeu a necessidade de aprofundar o debate do ponto de vista racial. “Precisamos reconhecer que existe racismo e machismo. Precisamos falar de intolerância religiosa. Precisamos respeitar a diversidade de formas de amar”, afirmou.
Para a coordenadora estadual dos Direitos de Crianças e Adolescentes, Eliane Quaresma, é preciso avançar na universalidade e na integralidade das políticas públicas criadas para garantir a proteção desse segmento da população.
A diretora municipal de Políticas para Crianças e Adolescentes de Belo Horizonte, Gleceni Vaz Teixeira, acrescentou que a pandemia de Covid-19 levou ao aumento de problemas como evasão escolar, desnutrição e bullying. Ela ainda defendeu que as políticas públicas precisam levar em consideração a diversidade das infâncias e adolescências.
Fonte: Assembleia Legislativa de MG


ESPORTES
De campeão olímpico a campeão do povo: Maurício do Vôlei reafirma compromisso com os brasileiros e derrota o retorno do DPVAT

Ontem foi escrita mais uma página de uma história que já inspirou milhares de brasileiros. A Câmara dos Deputados rejeitou a volta do famigerado DPVAT, o imposto que, durante anos, pesou no bolso de milhões de cidadãos. Entre os nomes que se destacaram nesta batalha, está o deputado federal Maurício do Vôlei, um homem cuja trajetória é marcada pela entrega, pela superação e pelo compromisso inabalável com a nação.
No início do ano passado, ao votar favoravelmente à retomada do DPVAT por engano, Maurício não fugiu de sua responsabilidade. Reconheceu o erro publicamente e, com humildade, pediu desculpas ao povo brasileiro, mostrando que lideranças fortes também sabem ser humanas. Desde então, o deputado trabalhou incansavelmente para provar que sua luta vai além de um voto ou de um discurso — ela é pela proteção dos valores que sustentam nosso país: a família, a fé e a liberdade.
“Sempre defenderei os brasileiros, assim como defendi as cores da bandeira nas quadras. Minha missão não mudou. Não sou daqueles que mudam de camisa para agradar ou vencer uma eleição. Fui, sou e sempre serei conservador, defensor da família, do trabalho honesto e do futuro das próximas gerações”, afirmou o parlamentar, emocionado, logo após a vitória no plenário.
Assim como em sua carreira no vôlei, Maurício jogou limpo. Diferente de muitos que alternam entre partidos e bandeiras de acordo com o vento político, ele permaneceu firme em seus princípios no PL. Para ele, o mandato não é sobre garantir reeleição; é sobre construir um legado — um Brasil que mantenha suas raízes e seu povo livre de amarras.
Ontem, a Câmara mandou um recado claro ao país: impostos que penalizam ainda mais os trabalhadores brasileiros, como o DPVAT, não têm espaço aqui. E Maurício do Vôlei deixou registrado que está e sempre estará em defesa das pessoas que acreditam num Brasil forte e justo.
Se ontem ele estava nas quadras levantando troféus pelo Brasil, hoje ele ergue as bandeiras da família, da justiça e do povo. Maurício do Vôlei segue sendo um campeão — não só no esporte, mas na vida pública.
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