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Geração de empregos para mulheres vítimas de violência doméstica passa no Plenário

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O Plenário da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) aprovou, em Reunião Extraordinária na manhã desta terça-feira (7/11/23), o Projeto de Lei (PL) 49/23, do deputado Charles Santos (Republicanos), que tem o objetivo de facilitar o ingresso de mulheres vítimas de violência doméstica no mercado de trabalho.

A proposição foi aprovada de forma preliminar, ou seja, em 1º turno, e agora voltará a ser analisado pelas comissões da ALMG antes de ser votado novamente de forma definitiva, em 2º turno. O PL foi aprovado no Plenário na forma de um novo texto (substitutivo nº 2) apresentado pela Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher ao longo de sua tramitação.

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Para cumprir o objetivo de ajudar as mulheres vítimas de violência doméstica a se inserir mais rapidamente no mercado de trabalho, o PL 49/23 acrescenta inciso ao artigo 4º da Lei 22.256, de 2016, que institui a Política de Atendimento à Mulher Vítima de Violência no Estado.

O projeto original acrescenta como uma das ações que poderão ser adotadas na implementação da política o incremento de mecanismos destinados a fomentar a oferta de vagas de emprego a esse público por empresas prestadoras de serviços contratadas pelo Estado.

Mas, na forma como avançou na Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher, o novo texto da proposição manteve a proposta de estimular a oferta de vagas para mulheres vítimas de violência por empresas prestadoras de serviço contratadas pelo Estado, conforme prevê o projeto original.

No entanto, acrescenta que esse estímulo seja promovido inclusive por meio da contratação de mulheres cadastradas no banco de empregos previsto no inciso VII do mesmo artigo.

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O inciso VII propõe a criação de banco de empregos para mulheres vítimas de violência, com a participação de entidades e órgãos públicos estaduais, federais e municipais e o estabelecimento de parcerias com o setor privado, observadas a vocação profissional da beneficiária e a busca de padrões remuneratórios compatíveis com os praticados no mercado de trabalho.

Mudança na Política Estadual de Habitação de Interesse Social também avança

Ainda na Reunião Extraordinária, também foi aprovado, mas de forma definitiva (2º turno), o PL 194/23, do deputado Leleco Pimentel (PT), que altera a Política Estadual de Habitação de Interesse Social.

A proposição acrescenta entre as diretrizes dessa política pública o incentivo ao associativismo e ao cooperativismo habitacionais, por meio da autogestão na produção social de moradias. E, com a aprovação pelo Plenário, o PL 194/23 já pode ir à sanção do governador tão logo receba parecer de redação final.

O projeto foi aprovado na forma do vencido em 1º turno, texto com alterações aprovado em Plenário. Para promover a mudança, a proposição altera a Lei 18.315, de 2009, que institui a Política Estadual de Habitação de Interesse Social (Pehis) e cria a modalidade de produção social de moradia pelo sistema de autogestão.

Por fim, na mesma reunião do Plenário foram aprovados diversos outros projetos sobre temas diversos:

PL 3.706/22, do deputado Betinho Pinto Coelho (PV), em 1º turno, que dispõe sobre a desafetação do trecho de rodovia e autoriza o Poder Executivo a doar ao município de Cachoeira de Minas (Sul) a área correspondente;

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PL 3.044/21, do ex-deputado Braulio Braz, em 2º turno, que autoriza o Poder Executivo a doar imóvel ao município de Ibiá (Alto Paranaíba) o imóvel que especifica;

PL 3.756/22, da deputada Leninha (PT), em 2º turno, que reconhece como de relevante interesse cultural do Estado as Festas de Santos Reis, do município de Montes Claros (Norte);

PL 3.864/22, do deputado Roberto Andrade (Avante), em 2º turno, que autoriza o Poder Executivo a doar imóvel ao município de Visconde do Rio Branco (Mata);

PL 405/23, do deputado Dr. Maurício (Novo), em 2º turno, que autoriza o Poder Executivo a doar imóvel ao município de Caldas (Sul);

PL 956/23, do deputado Lucas Lasmar (Rede), em 1º turno, que reconhece como de relevante interesse cultural do Estado o evento Festa de São João Batista, do distrito Morro de Ferro, no município de Oliveira (Centro-Oeste);

PL 964/23, do deputado Duarte Bechir (PSD), em 1º turno, que reconhece como de relevante interesse cultural do Estado o Festival Café com Música, no município de Cristina (Sul);

PL 991/23, do deputado Professor Cleiton (PV), em 1º turno, que reconhece como de relevante interesse cultural do Estado o Coral Pequenos Cantores de Cássia (Sul).

Fonte: Assembleia Legislativa de MG

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ESPORTES

De campeão olímpico a campeão do povo: Maurício do Vôlei reafirma compromisso com os brasileiros e derrota o retorno do DPVAT

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Ontem foi escrita mais uma página de uma história que já inspirou milhares de brasileiros. A Câmara dos Deputados rejeitou a volta do famigerado DPVAT, o imposto que, durante anos, pesou no bolso de milhões de cidadãos. Entre os nomes que se destacaram nesta batalha, está o deputado federal Maurício do Vôlei, um homem cuja trajetória é marcada pela entrega, pela superação e pelo compromisso inabalável com a nação.

No início do ano passado, ao votar favoravelmente à retomada do DPVAT por engano, Maurício não fugiu de sua responsabilidade. Reconheceu o erro publicamente e, com humildade, pediu desculpas ao povo brasileiro, mostrando que lideranças fortes também sabem ser humanas. Desde então, o deputado trabalhou incansavelmente para provar que sua luta vai além de um voto ou de um discurso — ela é pela proteção dos valores que sustentam nosso país: a família, a fé e a liberdade.

“Sempre defenderei os brasileiros, assim como defendi as cores da bandeira nas quadras. Minha missão não mudou. Não sou daqueles que mudam de camisa para agradar ou vencer uma eleição. Fui, sou e sempre serei conservador, defensor da família, do trabalho honesto e do futuro das próximas gerações”, afirmou o parlamentar, emocionado, logo após a vitória no plenário.

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Assim como em sua carreira no vôlei, Maurício jogou limpo. Diferente de muitos que alternam entre partidos e bandeiras de acordo com o vento político, ele permaneceu firme em seus princípios no PL. Para ele, o mandato não é sobre garantir reeleição; é sobre construir um legado — um Brasil que mantenha suas raízes e seu povo livre de amarras.

Ontem, a Câmara mandou um recado claro ao país: impostos que penalizam ainda mais os trabalhadores brasileiros, como o DPVAT, não têm espaço aqui. E Maurício do Vôlei deixou registrado que está e sempre estará em defesa das pessoas que acreditam num Brasil forte e justo.

Se ontem ele estava nas quadras levantando troféus pelo Brasil, hoje ele ergue as bandeiras da família, da justiça e do povo. Maurício do Vôlei segue sendo um campeão — não só no esporte, mas na vida pública.

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