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Governador encaminha projeto que dispensa vacinação contra aftosa em Minas

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O Plenário da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) recebeu, nesta terça-feira (28/11/23), três mensagens do governador Romeu Zema, encaminhando projetos de leis (PLs) regulamentando produção e transporte de atividades agropecuárias. Um deles, o PL 1.783/23, revoga lei que determina a obrigatoriedade da vacinação contra a febre aftosa, a brucelose e a raiva dos herbívoros no Estado.

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De acordo com a justificativa que acompanha a proposição, a Lei 10.021, de 1989, foi publicada numa época muito diferente da atual e, por isso, está obsoleta. Minas Gerais, conforme a argumentação, está prestes a conquistar o reconhecimento internacional como área livre de febre aftosa sem vacina, o que permitirá o acesso dos produtos mineiros a mercados internacionais.

Em março deste ano, o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) publicou a Portaria 574/23, proibindo o armazenamento, a comercialização e o uso de vacinas contra a febre aftosa no Distrito Federal e nos Estados do Espírito Santo, Goiás, Minas Gerais, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Tocantins. Em Minas, no entanto, a legislação estadual mantém a obrigatoriedade.

O projeto visa a fazer a adequação da legislação. Para tanto, descreve medidas sobre a defesa sanitária animal e revoga, ainda, as leis 13.451, de 2000, que dispõe sobre a prática de medidas sanitárias para erradicação de doença animal e controle de qualidade dos produtos agropecuários; e a 16.938, de 2007, que institui a Política Estadual de Controle e Erradicação da Anemia Infecciosa Eqüina (AIE).

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O projeto também torna sem efeito o artigo da Lei 12.728, de 1997, que estabelece condições para o transporte e a comercialização, no Estado, de carne e de produtos de origem animal e seus derivados. O dispositivo revogado obriga o porte da Autorização para Trânsito Interno (ATI), ou documento equivalente, para o trânsito de aves e suínos produzidos no Estado e destinados ao abate.

Projeto impõe medidas preventivas para a gripe aviária

O Projeto de Lei 1.784/23, encaminhado pelo governador, dispõe sobre as medidas para a prevenção da introdução e controle de doenças aviárias de alta patogenicidade no Estado. O objetivo é evitar o alastramento do vírus da Influenza Aviária de Alta Patogenicidade (IAAP), conhecida como gripe aviária, que desde o ano passado traz preocupação para o setor produtivo.

A doença tem taxa de mortalidade perto de 100% das aves e também pode ser transmitida a humanos. No Brasil, já foram registrados 80 focos da gripe nos estados do Espírito Santo, Rio de Janeiro, Paraná, Santa Catarina, São Paulo e Rio Grande do Sul.

Embora em Minas Gerais não tenha sido registrado nenhum caso, o projeto traz medidas para tentar evitar a contaminação e regulamentar as notificações caso seja detectado algum foco. Dentre as medidas estão previstas ações de conscientização dos produtores e a criação do Comitê Extraordinário IAAP. Outra medida é a proibição do comércio ambulante de aves vivas e ovos férteis no Estado.

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Fiscalização de produtos de origem vegetal

Já o PL 1.782/23 dispõe sobre a inspeção e a fiscalização de produtos de origem vegetal no Estado. O Estado, conforme justificativa do projeto, ainda não conta com uma norma que regule a atividade em Minas.

Outro objetivo é permitir, também, que Minas possa celebrar convênios, por intermédio do Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA), com o Mapa, para a delegação do serviço de fiscalização ao órgão estadual e habilitar para realizar o julgamento das autuações aplicadas, recebendo, em contrapartida, recursos financeiros pelo exercício desta atividade. Para tanto, o projeto institui o Servigo Estadual de Inspeção de Produtos de Origem Vegetal do Estado de Minas Gerais.

Também é finalidade da proposição, segundo o governado, ser um instrumento capaz de agregar valor à cadeia produtiva da cachaça, estimulando o processo de regularização dos produtores, com garantia de qualidade do produto para os consumidores e aumento da arrecadação do ICMS e de recursos federais para os cofres do Estado.

Fonte: Assembleia Legislativa de MG

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ESPORTES

De campeão olímpico a campeão do povo: Maurício do Vôlei reafirma compromisso com os brasileiros e derrota o retorno do DPVAT

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Ontem foi escrita mais uma página de uma história que já inspirou milhares de brasileiros. A Câmara dos Deputados rejeitou a volta do famigerado DPVAT, o imposto que, durante anos, pesou no bolso de milhões de cidadãos. Entre os nomes que se destacaram nesta batalha, está o deputado federal Maurício do Vôlei, um homem cuja trajetória é marcada pela entrega, pela superação e pelo compromisso inabalável com a nação.

No início do ano passado, ao votar favoravelmente à retomada do DPVAT por engano, Maurício não fugiu de sua responsabilidade. Reconheceu o erro publicamente e, com humildade, pediu desculpas ao povo brasileiro, mostrando que lideranças fortes também sabem ser humanas. Desde então, o deputado trabalhou incansavelmente para provar que sua luta vai além de um voto ou de um discurso — ela é pela proteção dos valores que sustentam nosso país: a família, a fé e a liberdade.

“Sempre defenderei os brasileiros, assim como defendi as cores da bandeira nas quadras. Minha missão não mudou. Não sou daqueles que mudam de camisa para agradar ou vencer uma eleição. Fui, sou e sempre serei conservador, defensor da família, do trabalho honesto e do futuro das próximas gerações”, afirmou o parlamentar, emocionado, logo após a vitória no plenário.

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Assim como em sua carreira no vôlei, Maurício jogou limpo. Diferente de muitos que alternam entre partidos e bandeiras de acordo com o vento político, ele permaneceu firme em seus princípios no PL. Para ele, o mandato não é sobre garantir reeleição; é sobre construir um legado — um Brasil que mantenha suas raízes e seu povo livre de amarras.

Ontem, a Câmara mandou um recado claro ao país: impostos que penalizam ainda mais os trabalhadores brasileiros, como o DPVAT, não têm espaço aqui. E Maurício do Vôlei deixou registrado que está e sempre estará em defesa das pessoas que acreditam num Brasil forte e justo.

Se ontem ele estava nas quadras levantando troféus pelo Brasil, hoje ele ergue as bandeiras da família, da justiça e do povo. Maurício do Vôlei segue sendo um campeão — não só no esporte, mas na vida pública.

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