Política
Governador veta criação de corredor ecológico em Itabirito

Foi publicada nesta sexta-feira (29/12/23), no Diário Oficial Eletrônico Minas Gerais, a Lei 24.631, de 2023, que altera os limites da Estação Ecológica Estadual de Arêdes, no município de Itabirito (Região Metropolitana de Belo Horizonte), sancionada pelo governador Romeu Zema.
O governador, no entanto, vetou os artigos 3º, 4º e 5º do texto aprovado pela Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG). Estes três artigos criavam o Corredor Ecológico Moeda-Arêdes, também em Itabirito, interligando o Monumento Natural Estadual da Serra da Moeda e a Estação de Arêdes.
Esse veto parcial à Proposição de Lei 25.631, de 2023, foi encaminhado à Assembleia por meio da Mensagem 110, de 2023. Essa proposição de lei corresponde ao Projeto de Lei (PL) 387/23, do deputado João Magalhães (MDB), que foi aprovado em 19 de dezembro. Os trechos vetados, que criavam o corredor ecológico, se referem a emenda apresentada pelas deputadas Bella Gonçalves (Psol) e Leninha (PT).
Na justificativa do veto, o governador disse ter consultado a Secretaria de Estado de Governo (Segov), a Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sede) e o Instituto Estadual de Florestas (IEF) para fundamentar sua decisão.
O governador disse ter vetado a criação do corredor ecológico por este contrariar o interesse público. “É necessário mensurar o risco de esvaziamento econômico da área e os prejuízos socioeconômicos para população, e levar em conta a insegurança jurídica decorrente da instituição do referido corredor ecológico em áreas antropizadas (modificadas por ação humana) por atividades regulares e licenciadas. Sob essa lógica, em uma sociedade dinâmica e plural, o legislador deve prezar pela coexistência de direitos igualmente tuteláveis como o meio ambiente ecologicamente equilibrado, a livre iniciativa, a segurança jurídica e o ato jurídico perfeito”, argumentou Romeu Zema.
O restante da Proposição de Lei 25.631, que corresponde ao projeto original do deputado João Magalhães, foi transformado na Lei 24.631, de 2023. A nova lei determina a exclusão de 27 hectares (ha) de área modificada pela ação humana na estação ecológica. Essa área poderá ser utilizada pela Minar Mineração, que teria a intenção de retomar a exploração de minério de ferro no local.
Em contrapartida, a lei acrescenta 61 ha de área adjacente, atualmente pertencente a terceiros. Essa área, segundo o autor do projeto original, teria características de interesse para a proteção do meio ambiente e do patrimônio cultural, além de relevância para o abastecimento público da população de Itabirito.
Durante a discussão da proposta na Assembleia, deputados contrários afirmaram que a área acrescentada não substitui a que foi retirada de Arêdes, pois esta é formada por campos ferruginosos, importantes para a preservação de mananciais de água. Essa porção de terra teria alto valor ambiental, cultural e arqueológico. Já a área acrescida, conforme os opositores, é constituída de terreno de pasto sem qualquer valor ambiental.
Fonte: Assembleia Legislativa de MG


ESPORTES
De campeão olímpico a campeão do povo: Maurício do Vôlei reafirma compromisso com os brasileiros e derrota o retorno do DPVAT

Ontem foi escrita mais uma página de uma história que já inspirou milhares de brasileiros. A Câmara dos Deputados rejeitou a volta do famigerado DPVAT, o imposto que, durante anos, pesou no bolso de milhões de cidadãos. Entre os nomes que se destacaram nesta batalha, está o deputado federal Maurício do Vôlei, um homem cuja trajetória é marcada pela entrega, pela superação e pelo compromisso inabalável com a nação.
No início do ano passado, ao votar favoravelmente à retomada do DPVAT por engano, Maurício não fugiu de sua responsabilidade. Reconheceu o erro publicamente e, com humildade, pediu desculpas ao povo brasileiro, mostrando que lideranças fortes também sabem ser humanas. Desde então, o deputado trabalhou incansavelmente para provar que sua luta vai além de um voto ou de um discurso — ela é pela proteção dos valores que sustentam nosso país: a família, a fé e a liberdade.
“Sempre defenderei os brasileiros, assim como defendi as cores da bandeira nas quadras. Minha missão não mudou. Não sou daqueles que mudam de camisa para agradar ou vencer uma eleição. Fui, sou e sempre serei conservador, defensor da família, do trabalho honesto e do futuro das próximas gerações”, afirmou o parlamentar, emocionado, logo após a vitória no plenário.
Assim como em sua carreira no vôlei, Maurício jogou limpo. Diferente de muitos que alternam entre partidos e bandeiras de acordo com o vento político, ele permaneceu firme em seus princípios no PL. Para ele, o mandato não é sobre garantir reeleição; é sobre construir um legado — um Brasil que mantenha suas raízes e seu povo livre de amarras.
Ontem, a Câmara mandou um recado claro ao país: impostos que penalizam ainda mais os trabalhadores brasileiros, como o DPVAT, não têm espaço aqui. E Maurício do Vôlei deixou registrado que está e sempre estará em defesa das pessoas que acreditam num Brasil forte e justo.
Se ontem ele estava nas quadras levantando troféus pelo Brasil, hoje ele ergue as bandeiras da família, da justiça e do povo. Maurício do Vôlei segue sendo um campeão — não só no esporte, mas na vida pública.
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