Política
Governo propõe benefício assistencial para aposentados da extinta Minascaixa

Foi protocolado nesta sexta-feira (26/5/23), na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), projeto de lei do Poder Executivo criando um benefício assistencial de até R$ 4 mil mensais para aqueles servidores da extinta Minascaixa, que desde abril não recebem suas aposentadorias e pensões.
O projeto foi protocolado pela secretária de Estado de Planejamento e Gestão (Seplag), Luisa Barreto, que esteve na ALMG pela manhã e, em entrevista, afirmou que o projeto tem o objetivo de dar “um enderaçamento possível à situação”, que segundo ela afeta 367 aposentados e pensionistas.
Conforme disse Luisa Barreto, a situação desses servidores ocorre porque os recursos do fundo previdenciário que arcava com os pagamentos se esgotaram.
“É importante explicar a razão dessa interrupção. Uma lei anterior, de 2014, dava ao Estado a atribuição de processar esses pagamentos, enquanto tivesse recursos no fundo desses aposentados e pensionsitas. Mas esses recursos acabaram e a Constituição veda que o governo aporte recursos públicos num fundo de previdência de natureza privada, que é o caso desse fundo”, explicou a secretária.
A lei em questão é a 21. 527, de 2014. A saída encontrada, segundo ela, foi propor a criação de um benefício assistencial, já que muitas das pessoas afetadas pela situação dependem dos benefícios interrompidos. “Então, o governo deixa de fazer o pagamento de pensões e aposentadorias, e paga um benefíco assistencial”, reiterou.
Como vai funcionar o pagamento
A titular da Seplag disse que o benefício assistencial terá como base o valor fixado do último benefício previdenciário pago em março deste ano, limitado a R$ 4 mil.
Segundo ela, aqueles que preferirem podem aguardar a entrada de novos recursos no fundo de natureza privada. “Mas não sabemos quando entrarão, pois são vinculados a ações judiciais do plano, o que pode acontecer no futuro. Caso alguém receba um valor acima do teto, essa opção é possível, mas não é possível acumular os dois benefícios caso a Assembleia aprove o projeto”, esclareceu.
A titular da Seplag ainda frisou que o benefício assistencial é individual, permanecendo ao longo da vida do beneficiário. Em caso de falecimento, não haverá transferência para outro em forma de pensão.
Aprovado o projeto, para arcar com esses pagamentos, Luisa Barreto disse que o orçamento previsto é de pouco mais de R$ 10 milhões mensais.
O deputado Antônio Carlos Arantes (PL), 1° secretário da ALMG, disse que a tramitação do benefício assistencial deverá ser rápida.
Para que começe a tramitar, o projeto protocolado precisa primeiro ser recebido em Reunião Ordinária do Plenário.
Recomposição salarial
Indagada em entrevista sobre se o governo pretende enviar à Casa projeto de lei sobre a questão salarial dos servidores do Poder Executivo, assunto que motivou a obstrução das votações do Plenário pela oposição, ela disse que a questão está em estudo.
“O governo permanece em estudos e em avaliação do que será possível, e se será possível, estabelecer em termos de recomposição aos servidores”, respondeu.
Ela disse que esses estudos serão concluídos no menor prazo possível e que uma resposta será de acordo com a realidade financeira do Estado.
Fonte: Assembleia Legislativa de MG


ESPORTES
De campeão olímpico a campeão do povo: Maurício do Vôlei reafirma compromisso com os brasileiros e derrota o retorno do DPVAT

Ontem foi escrita mais uma página de uma história que já inspirou milhares de brasileiros. A Câmara dos Deputados rejeitou a volta do famigerado DPVAT, o imposto que, durante anos, pesou no bolso de milhões de cidadãos. Entre os nomes que se destacaram nesta batalha, está o deputado federal Maurício do Vôlei, um homem cuja trajetória é marcada pela entrega, pela superação e pelo compromisso inabalável com a nação.
No início do ano passado, ao votar favoravelmente à retomada do DPVAT por engano, Maurício não fugiu de sua responsabilidade. Reconheceu o erro publicamente e, com humildade, pediu desculpas ao povo brasileiro, mostrando que lideranças fortes também sabem ser humanas. Desde então, o deputado trabalhou incansavelmente para provar que sua luta vai além de um voto ou de um discurso — ela é pela proteção dos valores que sustentam nosso país: a família, a fé e a liberdade.
“Sempre defenderei os brasileiros, assim como defendi as cores da bandeira nas quadras. Minha missão não mudou. Não sou daqueles que mudam de camisa para agradar ou vencer uma eleição. Fui, sou e sempre serei conservador, defensor da família, do trabalho honesto e do futuro das próximas gerações”, afirmou o parlamentar, emocionado, logo após a vitória no plenário.
Assim como em sua carreira no vôlei, Maurício jogou limpo. Diferente de muitos que alternam entre partidos e bandeiras de acordo com o vento político, ele permaneceu firme em seus princípios no PL. Para ele, o mandato não é sobre garantir reeleição; é sobre construir um legado — um Brasil que mantenha suas raízes e seu povo livre de amarras.
Ontem, a Câmara mandou um recado claro ao país: impostos que penalizam ainda mais os trabalhadores brasileiros, como o DPVAT, não têm espaço aqui. E Maurício do Vôlei deixou registrado que está e sempre estará em defesa das pessoas que acreditam num Brasil forte e justo.
Se ontem ele estava nas quadras levantando troféus pelo Brasil, hoje ele ergue as bandeiras da família, da justiça e do povo. Maurício do Vôlei segue sendo um campeão — não só no esporte, mas na vida pública.
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