Política
Governo propõe órgão de direito privado para atuar na área da saúde

Durante a Reunião Ordinária desta terça-feira (12/3/24), o Plenário da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) recebeu mensagem do governador Romeu Zema, por meio da qual é encaminhado o Projeto de Lei (PL) 2.127/24, que institui o Serviço Social Autônomo de Gestão Hospitalar (SSA-Gehosp).
Na mensagem, o governador informa que o projeto de lei foi elaborado em conformidade com ação governamental estabelecida no Plano Mineiro de Desenvolvimento Integrado (PMDI 2019-2030). Segundo Romeu Zema, o projeto visa a melhoria da qualidade e da eficiência no atendimento aos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS) em Minas.
De acordo com o projeto de lei, o SSA-Gehosp será uma pessoa jurídica de direito privado sem fins econômicos, de interesse coletivo e de utilidade pública, com prazo de duração indeterminado e que atuará na prestação de serviços públicos de saúde, exclusiva e gratuitamente aos usuários do SUS, de forma complementar às políticas públicas de saúde do Estado.
O texto estabelece que o órgão observará os princípios e as diretrizes do SUS previstos no artigo 198 da Constituição da República e no artigo 7º da Lei federal 8.080, de 1990, bem como as políticas, as diretrizes estratégicas e normas do Ministério da Saúde, da Secretaria de Estado de Saúde e da Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais (Fhemig).
De acordo com o artigo 3º do projeto de lei, caberá ao Poder Executivo estabelecer as áreas de atuação assistencial do SSA-Gehosp, de acordo com a Política Estadual de Saúde e o planejamento estratégico da Fhemig.
Mediante ajustes, convênios e contratos de gestão, o órgão poderá atuar na prestação de serviços de saúde e assistência hospitalar; na promoção da qualidade e da eficiência na prestação dos serviços de saúde, com a adoção de mecanismos que possibilitem a integração entre o setor público, a sociedade e o setor privado; na execução de políticas públicas de saúde e no desenvolvimento de programas de formação e educação permanente dos agentes com a atuação na saúde, de extensão e de pesquisas sobre temas relacionados à área.
Novo órgão poderá contratar pela CLT e também receber servidores cedidos
De acordo com o artigo 15 do projeto de lei, o SSA-Gehosp poderá contratar pessoal nos termos da legislação trabalhista. Já o artigo 17 autoriza a cessão de servidores públicos para o SSA-Gehosp, observada a legislação específica. De acordo com o artigo 16, o novo órgão seguirá regulamento próprio para contratação e administração de pessoal e poderá conceder gratificações conforme o alcance de metas e resultados.
O Conselho de Administração do SSA-Gehosp será composto por oito membros indicados pelo governador, sendo cinco representantes do Poder Executivo; um representante de entidade da sociedade civil, um representante dos usuários ou dos trabalhadores da área da saúde que seja integrante do Conselho Estadual de Saúde, e um representante dos empregados do próprio SSA-Gehosp.
O Conselho Fiscal será composto por cinco membros indicados pelo governador, sendo três representantes do Poder Executivo, um representante de entidade da sociedade civil e um representante dos empregados do SSA-Gehosp.
O mandato dos integrantes dos dois conselhos será de quatro anos, podendo ser reconduzidos por igual período. O presidente e o vice do SSA-Gehosp serão indicados pelo governador e os diretores serão indicados pelo Conselho de Administração.
Bens, instalações e equipamentos públicos poderão ser destinados ao SSA-Gehosp, conforme legislação vigente. As receitas do novo órgão serão constituídas por subvenções do poder público, recursos provenientes da celebração de convênios ou de contrato de gestão, recursos provenientes da celebração de contratos com instituições públicas e privadas, receitas próprias provenientes de suas atividades ou receita provenientes de outras fontes.
O artigo 18 determina que a Fhemig prestará apoio logístico, operacional, administrativo e material para o funcionamento do SSA-Gehosp, até a sua completa organização.
De acordo com o artigo 14, o SSA-Gehosp elaborará regulamento próprio contendo procedimentos a serem adotados para contratação de obras, serviços, pessoal, compras e alienações e de concessão de diárias e procedimentos de reembolso de despesas, observados os princípios da legalidade, da impessoalidade, da igualdade, da publicidade, da probidade administrativa, da vinculação ao instrumento convocatório, do julgamento objetivo e os que lhes são correlatos.
Deputados repercutem embate ocorrido em audiência
A reunião realizada em 7 de março pela Comissão de Administração Pública da ALMG também gerou repercussões no Plenário. A audiência tratou da regulamentação da caução ambiental para empreendimentos minerários.
O deputado Bruno Engler (PL) lamentou que as representantes da Federação das Indústrias de Minas Gerais (Fiemg) tenham sido agredidas verbalmente durante o encontro, sem que a presidência da comissão tomasse qualquer atitude. “Elas foram chamadas de vagabundas, mas parece que mulheres de direita não precisam de defesa. Onde fica a sororidade?”, ironizou.
Em aparte, o deputado Coronel Sandro (PL) salientou que a agressão ocorreu na véspera do Dia das Mulheres. Segundo ele, sua assessoria está analisando o ocorrido, e o agressor poderá responder na Justiça.
Já o deputado Leleco Pimentel (PT) defendeu as parlamentares que participaram da audiência. “É uma vergonha a Fiemg querer colocar o dedo na cara de deputado”, pontuou. Para ele, a entidade tomou o lado das mineradoras que ameaçam a vida.
Em aparte, a deputada Leninha (PT) destacou que todo parlamentar que organiza uma audiência tem uma lista de convidados, e nenhuma entidade pode exigir ser convidada. A vice-presidenta da ALMG ainda criticou a Fiemg por divulgar uma nota acusando a comissão de não permitir a participação de suas representantes.
Fonte: Assembleia Legislativa de MG


ESPORTES
De campeão olímpico a campeão do povo: Maurício do Vôlei reafirma compromisso com os brasileiros e derrota o retorno do DPVAT

Ontem foi escrita mais uma página de uma história que já inspirou milhares de brasileiros. A Câmara dos Deputados rejeitou a volta do famigerado DPVAT, o imposto que, durante anos, pesou no bolso de milhões de cidadãos. Entre os nomes que se destacaram nesta batalha, está o deputado federal Maurício do Vôlei, um homem cuja trajetória é marcada pela entrega, pela superação e pelo compromisso inabalável com a nação.
No início do ano passado, ao votar favoravelmente à retomada do DPVAT por engano, Maurício não fugiu de sua responsabilidade. Reconheceu o erro publicamente e, com humildade, pediu desculpas ao povo brasileiro, mostrando que lideranças fortes também sabem ser humanas. Desde então, o deputado trabalhou incansavelmente para provar que sua luta vai além de um voto ou de um discurso — ela é pela proteção dos valores que sustentam nosso país: a família, a fé e a liberdade.
“Sempre defenderei os brasileiros, assim como defendi as cores da bandeira nas quadras. Minha missão não mudou. Não sou daqueles que mudam de camisa para agradar ou vencer uma eleição. Fui, sou e sempre serei conservador, defensor da família, do trabalho honesto e do futuro das próximas gerações”, afirmou o parlamentar, emocionado, logo após a vitória no plenário.
Assim como em sua carreira no vôlei, Maurício jogou limpo. Diferente de muitos que alternam entre partidos e bandeiras de acordo com o vento político, ele permaneceu firme em seus princípios no PL. Para ele, o mandato não é sobre garantir reeleição; é sobre construir um legado — um Brasil que mantenha suas raízes e seu povo livre de amarras.
Ontem, a Câmara mandou um recado claro ao país: impostos que penalizam ainda mais os trabalhadores brasileiros, como o DPVAT, não têm espaço aqui. E Maurício do Vôlei deixou registrado que está e sempre estará em defesa das pessoas que acreditam num Brasil forte e justo.
Se ontem ele estava nas quadras levantando troféus pelo Brasil, hoje ele ergue as bandeiras da família, da justiça e do povo. Maurício do Vôlei segue sendo um campeão — não só no esporte, mas na vida pública.
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