Política
Grupo de Câmara PUC Minas é destaque do Segunda Musical

A edição desta segunda-feira (17/6/24) do projeto Segunda Musical da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) recebe o Grupo de Câmara PUC Minas. No palco do Teatro, às 20 horas, os músicos vão apresentar obras de Beethoven, Lobo de Mesquita, John Rutter, Dannaud, L`Emmanuel e Ernani Aguiar.
O Grupo de Câmara PUC Minas tem a direção artística e regência de Daniel Augusto Oliveira Machado, que divide o palco com Melina Peixoto, Kissya Andrade, Lucas Damasceno, Elias Magalhães, Vitor Dutra, Alexandre Kanji, Cleusa Nébias e Antônio Viola.
Quem são os músicos do Grupo de Câmara PUC Minas
Daniel Augusto: doutor em música e bacharel em piano pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Atualmente, é maestro da PUC Minas e músico da Congregação Israelita Mineira.
Melina Peixoto: doutora em Música e bacharel em Canto Lírico pela UFMG; Melina é membro efetivo do Coral Lírico de Minas Gerais e foi coralista do Coral Ars Nova, da UFMG.
Kissya Andrade: é graduada em licenciatura em música com habilitação em canto pela Universidade Federal de São João del-Rei (UFSJ). Atualmente, é membro efetivo do Coral Lírico de Minas Gerais, sendo a atual chefe de naipe dos contraltos.
Lucas Damasceno: bacharel em violino e em Canto Lírico pela UFMG; Lucas é professor de Canto e violino na Estação da Música em Santa Bárbara (MG).
Elias Magalhães: mestre em música, bacharel em canto lírico e doutorando pela UFMG. Desde 2019, Elias integra o Coral Lírico de Minas Gerais.
Vitor Dutra: bacharel em violino pela UFMG, mestre pela Université de Montréal (Canadá), e doutorando também pela UFMG. Atualmente é professor do Centro de Formação Artística e Tecnológica (Cefart), violinista da Orquestra Sinfônica Minas Gerais e da Orquestra Sesiminas.
Alexandre Kanji: é spalla da Orquestra Sinfônica de Minas Gerais, tendo se formado no Conservatório Real de Haia e na Escola Superior de Música e Dança Codarts (Holanda), e integrou a Orquestra Filarmônica do mesmo país.
Cleusa Nébias: bacharel em viola pela UFMG, Cleusa é chefe do naipe de violas da Orquestra Sinfônica de Minas Gerais e membro da Orquestra de Câmara Sesiminas. Fez parte do naipe de violas da Orquestra Filarmônica de Minas Gerais.
Antônio Viola: pós-graduado em práticas interpretativas pela Universidade do Estado de Minas Gerais (Uemg) e bacharel em violoncelo pela UFMG, Antônio é membro da Orquestra de Câmara Sesiminas. Foi violoncelista da Orquestra Sinfônica de Minas Gerais por mais de 35 anos.
Fonte: Assembleia Legislativa de MG


ESPORTES
De campeão olímpico a campeão do povo: Maurício do Vôlei reafirma compromisso com os brasileiros e derrota o retorno do DPVAT

Ontem foi escrita mais uma página de uma história que já inspirou milhares de brasileiros. A Câmara dos Deputados rejeitou a volta do famigerado DPVAT, o imposto que, durante anos, pesou no bolso de milhões de cidadãos. Entre os nomes que se destacaram nesta batalha, está o deputado federal Maurício do Vôlei, um homem cuja trajetória é marcada pela entrega, pela superação e pelo compromisso inabalável com a nação.
No início do ano passado, ao votar favoravelmente à retomada do DPVAT por engano, Maurício não fugiu de sua responsabilidade. Reconheceu o erro publicamente e, com humildade, pediu desculpas ao povo brasileiro, mostrando que lideranças fortes também sabem ser humanas. Desde então, o deputado trabalhou incansavelmente para provar que sua luta vai além de um voto ou de um discurso — ela é pela proteção dos valores que sustentam nosso país: a família, a fé e a liberdade.
“Sempre defenderei os brasileiros, assim como defendi as cores da bandeira nas quadras. Minha missão não mudou. Não sou daqueles que mudam de camisa para agradar ou vencer uma eleição. Fui, sou e sempre serei conservador, defensor da família, do trabalho honesto e do futuro das próximas gerações”, afirmou o parlamentar, emocionado, logo após a vitória no plenário.
Assim como em sua carreira no vôlei, Maurício jogou limpo. Diferente de muitos que alternam entre partidos e bandeiras de acordo com o vento político, ele permaneceu firme em seus princípios no PL. Para ele, o mandato não é sobre garantir reeleição; é sobre construir um legado — um Brasil que mantenha suas raízes e seu povo livre de amarras.
Ontem, a Câmara mandou um recado claro ao país: impostos que penalizam ainda mais os trabalhadores brasileiros, como o DPVAT, não têm espaço aqui. E Maurício do Vôlei deixou registrado que está e sempre estará em defesa das pessoas que acreditam num Brasil forte e justo.
Se ontem ele estava nas quadras levantando troféus pelo Brasil, hoje ele ergue as bandeiras da família, da justiça e do povo. Maurício do Vôlei segue sendo um campeão — não só no esporte, mas na vida pública.
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