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ICMS da Educação pauta debate em comissão nesta quinta (10)

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A proposta de alteração dos critérios de repartição do ICMS pertencente aos municípios será debatida pela Comissão de Educação, Ciência e Tecnologia da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) nesta quinta-feira (10/8/23). A audiência pública, que vai reunir autoridades e especialistas para debater o novo ICMS da Educação, será realizada no Plenarinho II, a partir das 10h30.

O requerimento para a realização do debate foi apresentado pelas deputadas Beatriz Cerqueira (PT), Macaé Evaristo (PT) e Lohanna (PV), e pelos deputados Betão (PT) e Professor Cleiton (PSB).

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O Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) é um tributo estadual que precisa ser repartido com os municípios. Em 2020, a Emenda à Constituição Federal nº 108 alterou a forma de divisão dos recursos.

Com essa mudança, o percentual repassado conforme o Valor Adicionado Fiscal (VAF), que reflete o movimento econômico de cada cidade, foi reduzido de 75% para 65% do total a ser dividido com os municípios. Assim, a parcela distribuída conforme legislação própria de cada Estado subiu de 25% para 35%.

A Emenda 108 ainda determina que no mínimo dez pontos percentuais da parcela de receita pertencente aos municípios distribuída conforme a legislação estadual devem ser alocados com base em indicadores de melhoria dos resultados de aprendizagem e de aumento da equidade nas redes municipais de ensino. Com isso, os municípios terão mais recursos para aplicar na educação.

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Projetos apresentados

Para formalizar essa mudança, cada Estado precisa aprovar uma lei estabelecendo os novos critérios de distribuição dos recursos. Foram apresentados na ALMG dois projetos de lei (PLs) com esse objetivo: os PLs 4.100/22, da deputada Beatriz Cerqueira, e 3.903/22, do deputado Zé Guilherme (PP).

A deputada Beatriz Cerqueira explica que sua proposta, inspirada na experiência de Santa Catarina, tem o objetivo de estimular os municípios que apresentarem melhoras em seus índices educacionais, criando assim um incentivo ao aumento dos investimentos na educação.

Na justificativa do PL 4.100/22, a parlamentar lembra que o prazo de adaptação às determinações da Emenda 108 expirou no dia 26 de agosto de 2022. Segundo ela, Minas Gerais é o único Estado que ainda não promoveu as devidas alterações em sua legislação. Para a parlamentar, essa demora pode prejudicar os municípios.

Já o PL 3.903/22, além de formalizar a ampliação dos recursos para a educação, originalmente também promove ajustes em outros critérios de distribuição do ICMS para os municípios. O deputado Zé Guilherme propõe o aumento dos percentuais destinados aos critérios “Municípios-sede de estabelecimentos penitenciários”, “Esportes”, “Turismo” e “Mínimo per capita”, que, segundo ele, contam com recursos irrisórios.

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O PL 4.100/22 foi anexado ao PL 3.903/22, por guardar semelhança com a matéria. Na última terça-feira (8), o PL 3.903/22 recebeu o aval da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). Agora o projeto aguarda parecer de 1º turno da Comissão de Educação.

Para adequar a Constituição Estadual às determinações da Emenda 108, foi apresentada a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 14/23, que já recebeu parecer pela constitucionalidade da CCJ. Ainda não foi designada a comissão especial que vai analisar a proposição.

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Fonte: Assembleia Legislativa de MG

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ESPORTES

De campeão olímpico a campeão do povo: Maurício do Vôlei reafirma compromisso com os brasileiros e derrota o retorno do DPVAT

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Ontem foi escrita mais uma página de uma história que já inspirou milhares de brasileiros. A Câmara dos Deputados rejeitou a volta do famigerado DPVAT, o imposto que, durante anos, pesou no bolso de milhões de cidadãos. Entre os nomes que se destacaram nesta batalha, está o deputado federal Maurício do Vôlei, um homem cuja trajetória é marcada pela entrega, pela superação e pelo compromisso inabalável com a nação.

No início do ano passado, ao votar favoravelmente à retomada do DPVAT por engano, Maurício não fugiu de sua responsabilidade. Reconheceu o erro publicamente e, com humildade, pediu desculpas ao povo brasileiro, mostrando que lideranças fortes também sabem ser humanas. Desde então, o deputado trabalhou incansavelmente para provar que sua luta vai além de um voto ou de um discurso — ela é pela proteção dos valores que sustentam nosso país: a família, a fé e a liberdade.

“Sempre defenderei os brasileiros, assim como defendi as cores da bandeira nas quadras. Minha missão não mudou. Não sou daqueles que mudam de camisa para agradar ou vencer uma eleição. Fui, sou e sempre serei conservador, defensor da família, do trabalho honesto e do futuro das próximas gerações”, afirmou o parlamentar, emocionado, logo após a vitória no plenário.

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Assim como em sua carreira no vôlei, Maurício jogou limpo. Diferente de muitos que alternam entre partidos e bandeiras de acordo com o vento político, ele permaneceu firme em seus princípios no PL. Para ele, o mandato não é sobre garantir reeleição; é sobre construir um legado — um Brasil que mantenha suas raízes e seu povo livre de amarras.

Ontem, a Câmara mandou um recado claro ao país: impostos que penalizam ainda mais os trabalhadores brasileiros, como o DPVAT, não têm espaço aqui. E Maurício do Vôlei deixou registrado que está e sempre estará em defesa das pessoas que acreditam num Brasil forte e justo.

Se ontem ele estava nas quadras levantando troféus pelo Brasil, hoje ele ergue as bandeiras da família, da justiça e do povo. Maurício do Vôlei segue sendo um campeão — não só no esporte, mas na vida pública.

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