Política
Incentivo à corrida de rua pode se tornar lei em Minas

Projeto de Lei (PL), que cria diretrizes para o incentivo à prática de corrida de rua no Estado já pode ser aprovado, de forma definitiva, pelo Plenário da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG). A Comissão de Esporte, Lazer e Juventude aprovou parecer favorável à proposição, nesta terça-feira (2/4/24).
O PL 3.560/22, do deputado Celinho Sintrocel (PCdoB), teve como relator o presidente da comissão, Vitório Júnior (PP). Ele acolheu o texto aprovado, já com mudanças, no 1º turno (vencido). Assim, o projeto inclui na Lei 15.457, de 2005, que institui a Política Estadual de Desporto, quatro diretrizes que devem ser observadas nas ações do Estado:
- divulgação da prática de corrida de rua profissional e não profissional
- provisão de estrutura adequada, de modo a garantir a segurança dos praticantes da modalidade esportiva de que trata esta lei
- apoio a organizações esportivas, independentemente de sua natureza jurídica ou forma de estruturação, que se dediquem à prática de corrida de rua
- fomento a parcerias entre a administração pública e entidades do setor privado com vistas a coletar dados que subsidiem a formulação, a gestão e a avaliação das ações de apoio à modalidade esportiva de que trata esta lei.
Ingressos gratuitos a pessoas com TEA
Também foi analisado, em 1º turno, o PL 270/23, do deputado Charles Santos (Republicanos), que, originalmente, propõe assegurar a cessão gratuita de ingressos esportivos a pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA) e aos seus pais ou responsáveis em partidas esportivas realizadas com perda de mando de campo ou de renda ao time punido.
Anteriormente, a proposição recebeu parecer favorável da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), que propôs um novo texto corrigindo alguns vícios (substitutivo nº 1), acatado também pela Comissão de Defesa dos Direitos da Pessoa com Deficiência. O texto mantém a garantia da gratuidade.
O relator da matéria, Vitório Júnior, discordou das análises e apresentou o substitutivo nº 2. O novo texto passa a tornar facultativo para as entidades de prática e de administração do desporto a cessão dos ingressos às pessoas com TEA ou outras deficiências que acarretem hipersensibilidade sensorial.
Em seu parecer, o deputado reconheceu que a inclusão das pessoas com TEA em atividades sociais e esportivas é justa. Entretanto, considerou que a aprovação da matéria na forma original ou na do substitutivo nº 1, além de ferir o princípio da autonomia esportiva, poderá ensejar questionamentos por parte das organizações esportivas responsáveis pela definição dos critérios de organização e prática das modalidades esportivas sob sua tutela. Esses princípios estão assegurados pela Lei Geral do Esporte e pela Constituição Federal de 1988.
O projeto segue para deliberação do Plenário em 1º turno.
Fonte: Assembleia Legislativa de MG


ESPORTES
De campeão olímpico a campeão do povo: Maurício do Vôlei reafirma compromisso com os brasileiros e derrota o retorno do DPVAT

Ontem foi escrita mais uma página de uma história que já inspirou milhares de brasileiros. A Câmara dos Deputados rejeitou a volta do famigerado DPVAT, o imposto que, durante anos, pesou no bolso de milhões de cidadãos. Entre os nomes que se destacaram nesta batalha, está o deputado federal Maurício do Vôlei, um homem cuja trajetória é marcada pela entrega, pela superação e pelo compromisso inabalável com a nação.
No início do ano passado, ao votar favoravelmente à retomada do DPVAT por engano, Maurício não fugiu de sua responsabilidade. Reconheceu o erro publicamente e, com humildade, pediu desculpas ao povo brasileiro, mostrando que lideranças fortes também sabem ser humanas. Desde então, o deputado trabalhou incansavelmente para provar que sua luta vai além de um voto ou de um discurso — ela é pela proteção dos valores que sustentam nosso país: a família, a fé e a liberdade.
“Sempre defenderei os brasileiros, assim como defendi as cores da bandeira nas quadras. Minha missão não mudou. Não sou daqueles que mudam de camisa para agradar ou vencer uma eleição. Fui, sou e sempre serei conservador, defensor da família, do trabalho honesto e do futuro das próximas gerações”, afirmou o parlamentar, emocionado, logo após a vitória no plenário.
Assim como em sua carreira no vôlei, Maurício jogou limpo. Diferente de muitos que alternam entre partidos e bandeiras de acordo com o vento político, ele permaneceu firme em seus princípios no PL. Para ele, o mandato não é sobre garantir reeleição; é sobre construir um legado — um Brasil que mantenha suas raízes e seu povo livre de amarras.
Ontem, a Câmara mandou um recado claro ao país: impostos que penalizam ainda mais os trabalhadores brasileiros, como o DPVAT, não têm espaço aqui. E Maurício do Vôlei deixou registrado que está e sempre estará em defesa das pessoas que acreditam num Brasil forte e justo.
Se ontem ele estava nas quadras levantando troféus pelo Brasil, hoje ele ergue as bandeiras da família, da justiça e do povo. Maurício do Vôlei segue sendo um campeão — não só no esporte, mas na vida pública.
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