Política
Laudo médico de diabetes tipo 1 pode ter validade indeterminada

A Comissão de Constituição e Justiça da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) aprovou, em reunião na manhã desta quarta-feira (24/4/24), parecer pela legalidade ao Projeto de Lei (PL) 1.506/23, de autoria do deputado Ulysses Gomes (PT). A proposição estabelece que o laudo médico atestando diabetes mellitus tipo 1 tenha prazo de validade indeterminado no Estado.
O parecer do relator, deputado Lucas Lasmar (Rede), foi favorável à matéria na forma de um novo texto (substitutivo nº 1). Ele preserva o objetivo do PL 1.506/23, mas na forma da inserção de um novo artigo na Lei 23.676, de 2020, que já dispõe sobre o prazo de validade do laudo médico que ateste Transtorno do Espectro do Autismo (TEA).
Com a aprovação do parecer, o PL 1.506/23 agora seguirá para análise da Comissão de Saúde antes de ser votado de forma preliminar (1º turno) pelo Plenário da ALMG.
Em seu parecer, Lucas Lasmar lembra que a proposição, além de prever prazo de validade indeterminado para o laudo da diabetes mellitus tipo 1, também define que tal documento possa ser emitido por profissional da rede de saúde pública ou privada.
Em linhas gerais, conforme o parecer, o projeto busca evitar a repetição, injustificável tecnicamente, de procedimento médico, necessário para todos os serviços públicos ou privados nas áreas de saúde, educação e assistência social.
Afinal, a diabetes mellitus tipo 1 não é uma doença passageira ou intermitente, e garantir prazo indeterminado ao laudo facilitará a vida não apenas do paciente e de seus familiares, assim como poderá representar economia para o Estado e para os planos privados de saúde.
Equipes do Samu e dos Bombeiros terão que aprender Libras
Na mesma reunião, o PL 1.752/23, de autoria de Lucas Lasmar, também recebeu parecer pela legalidade. O projeto prevê a obrigação de capacitação de parte da equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e da equipe do Serviço de Atendimento do Corpo de Bombeiros em Língua Brasileira de Sinais (Libras).
O parecer, do deputado Arnaldo Silva (União), que preside a CCJ, foi pela aprovação da matéria também na forma de um novo texto (substitutivo nº 1). O PL 1.752/23 agorá seguirá para análise das comissões de Defesa dos Direitos da Pessoa com Deficiência e de Fiscalização Financeira e Orçamentária (FFO) antes de ser votado em 1º turno pelo Plenário.
O novo texto sugerido pela CCJ acrescenta o conteúdo do projeto à Lei 10.379, de 1991, que reconhece oficialmente, no Estado de Minas Gerais, como meio de comunicação objetiva e de uso corrente, a linguagem gestual codificada na Libras.
Dessa forma, conforme o texto avalizado, os serviços de urgência em saúde e em defesa social deverão ter no mínimo 25% dos integrantes das equipes com certificação que comprove a participação em curso básico de Libras para garantir a comunicação durante o atendimento.
Também prevê prazos para que isso seja alcançado: 5%, no mínimo, de profissionais certificados em até dois anos; 10% em até três anos; 15% em até quatro anos; e, por fim, 25% em até seis anos da vigência da futura lei.
O parecer lembra também justificativa do autor do projeto de que, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia Estatística (IBGE), 5% da população brasileira é composta por pessoas surdas, o que corresponde a mais de 10 milhões de cidadãos, dos quais 2,7 milhões possuem surdez profunda.
Da mesma forma, a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência determina em seu artigo 24 que é assegurado à pessoa com deficiência o acesso aos serviços de saúde, tanto públicos como privados, e às informações prestadas e recebidas, por meio de recursos de tecnologia assistiva e de todas as formas de comunicação previstas na mesma legislação.
A lei determina, ainda, que as ações e os serviços de saúde pública destinados à pessoa com deficiência devem assegurar informação adequada e acessível a ela e a seus familiares sobre sua condição de saúde.
Fonte: Assembleia Legislativa de MG


ESPORTES
De campeão olímpico a campeão do povo: Maurício do Vôlei reafirma compromisso com os brasileiros e derrota o retorno do DPVAT

Ontem foi escrita mais uma página de uma história que já inspirou milhares de brasileiros. A Câmara dos Deputados rejeitou a volta do famigerado DPVAT, o imposto que, durante anos, pesou no bolso de milhões de cidadãos. Entre os nomes que se destacaram nesta batalha, está o deputado federal Maurício do Vôlei, um homem cuja trajetória é marcada pela entrega, pela superação e pelo compromisso inabalável com a nação.
No início do ano passado, ao votar favoravelmente à retomada do DPVAT por engano, Maurício não fugiu de sua responsabilidade. Reconheceu o erro publicamente e, com humildade, pediu desculpas ao povo brasileiro, mostrando que lideranças fortes também sabem ser humanas. Desde então, o deputado trabalhou incansavelmente para provar que sua luta vai além de um voto ou de um discurso — ela é pela proteção dos valores que sustentam nosso país: a família, a fé e a liberdade.
“Sempre defenderei os brasileiros, assim como defendi as cores da bandeira nas quadras. Minha missão não mudou. Não sou daqueles que mudam de camisa para agradar ou vencer uma eleição. Fui, sou e sempre serei conservador, defensor da família, do trabalho honesto e do futuro das próximas gerações”, afirmou o parlamentar, emocionado, logo após a vitória no plenário.
Assim como em sua carreira no vôlei, Maurício jogou limpo. Diferente de muitos que alternam entre partidos e bandeiras de acordo com o vento político, ele permaneceu firme em seus princípios no PL. Para ele, o mandato não é sobre garantir reeleição; é sobre construir um legado — um Brasil que mantenha suas raízes e seu povo livre de amarras.
Ontem, a Câmara mandou um recado claro ao país: impostos que penalizam ainda mais os trabalhadores brasileiros, como o DPVAT, não têm espaço aqui. E Maurício do Vôlei deixou registrado que está e sempre estará em defesa das pessoas que acreditam num Brasil forte e justo.
Se ontem ele estava nas quadras levantando troféus pelo Brasil, hoje ele ergue as bandeiras da família, da justiça e do povo. Maurício do Vôlei segue sendo um campeão — não só no esporte, mas na vida pública.
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