Política
Lei Rafaela Drumond, de combate ao assédio moral no serviço público, começa a tramitar

Iniciou sua tramitação na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) o Projeto de Lei Complementar (PLC) 26/23, do deputado Professor Cleiton (PV), que institui a Lei Rafaela Drumond. O texto foi considerado constitucional na Comissão de Constituição e Justiça da ALMG na manhã desta terça-feira (17/10/23).
Em sua redação original, o projeto tem por objetivo implementar medidas que combatam o assédio moral no serviço público no Estado. O texto teve sua constitucionalidade atestada e recebeu o substitutivo nº 1 do relator, deputado Doutor Jean Freire (PT).
Rafaela Drumond era escrivã da Polícia Civil em Carandaí (Mata) e cometeu autoextermínio em 9 de junho deste ano, na casa dos pais, em distrito da cidade de Antônio Carlos. A servidora havia denunciado episódios de assédio moral e sexual em áudios e vídeos, que foram enviados a amigos e relatados a superiores. O pai de Rafaela, Aldair Drumond, estava presente durante a apreciação do projeto.
Autor do projeto, o deputado Professor Cleiton agradeceu aos colegas pela aprovação da matéria. “O objetivo desse texto é corrigir uma brecha que havia no Estatuto do Servidor, a Lei 869, que foi publicada em 1952. O Estado errou com Rafaela ao não perceber o que acontecia com ela, uma jovem cheia de vida, cujos sonhos foram interrompidos por conta de ameaças vindas de pessoas em um patamar hierárquico maior”, pontuou.
O texto original do projeto propõe alterações nos artigos 217 (que lista o que é proibido aos funcionários públicos) e 250 (que lista as situações passíveis de demissão no serviço público) para incluir o assédio moral como um ato proibido e passível de demissão.
O substitutivo nº 1 faz um ajuste jurídico às alterações propostas, especificando que o conceito de assédio moral a ser usado no projeto de lei é aquele descrito na Lei Complementar 116, de 2011, que dispõe sobre a prevenção e a punição do assédio moral na administração pública estadual.
O projeto segue agora para apreciação na Comissão de Administração Pública antes de ir a Plenário em 1º turno.
Direito de servidoras à remoção também é considerado constitucional
Outro Projeto de Lei Complementar apreciado na mesma reunião foi o 84/22, de autoria do deputado Cristiano Silveira (PT), que dispõe sobre o direito à remoção para servidora pública estadual vítima de violência doméstica e familiar. A matéria teve sua legalidade atestada pelo relator, deputado Doutor Jean Freire.
O objetivo do projeto é assegurar o direito à remoção a pedido, para outra localidade, para servidora pública estadual vítima de violência doméstica e familiar, independentemente do interesse da Administração, observado o disposto no artigo 80 da Lei 869, de 1952.
O relator destacou em seu parecer que a proposta se alinha com a previsão já contida no inciso I do parágrafo 2º do artigo 9º da Lei Maria da Penha, que assegura acesso prioritário à remoção às servidoras vítimas de violência.
O projeto segue para apreciação nas Comissões de Defesa dos Direitos da Mulher e de Administração Pública antes de ser apreciado em Plenário em 1º turno.
Fonte: Assembleia Legislativa de MG


ESPORTES
De campeão olímpico a campeão do povo: Maurício do Vôlei reafirma compromisso com os brasileiros e derrota o retorno do DPVAT

Ontem foi escrita mais uma página de uma história que já inspirou milhares de brasileiros. A Câmara dos Deputados rejeitou a volta do famigerado DPVAT, o imposto que, durante anos, pesou no bolso de milhões de cidadãos. Entre os nomes que se destacaram nesta batalha, está o deputado federal Maurício do Vôlei, um homem cuja trajetória é marcada pela entrega, pela superação e pelo compromisso inabalável com a nação.
No início do ano passado, ao votar favoravelmente à retomada do DPVAT por engano, Maurício não fugiu de sua responsabilidade. Reconheceu o erro publicamente e, com humildade, pediu desculpas ao povo brasileiro, mostrando que lideranças fortes também sabem ser humanas. Desde então, o deputado trabalhou incansavelmente para provar que sua luta vai além de um voto ou de um discurso — ela é pela proteção dos valores que sustentam nosso país: a família, a fé e a liberdade.
“Sempre defenderei os brasileiros, assim como defendi as cores da bandeira nas quadras. Minha missão não mudou. Não sou daqueles que mudam de camisa para agradar ou vencer uma eleição. Fui, sou e sempre serei conservador, defensor da família, do trabalho honesto e do futuro das próximas gerações”, afirmou o parlamentar, emocionado, logo após a vitória no plenário.
Assim como em sua carreira no vôlei, Maurício jogou limpo. Diferente de muitos que alternam entre partidos e bandeiras de acordo com o vento político, ele permaneceu firme em seus princípios no PL. Para ele, o mandato não é sobre garantir reeleição; é sobre construir um legado — um Brasil que mantenha suas raízes e seu povo livre de amarras.
Ontem, a Câmara mandou um recado claro ao país: impostos que penalizam ainda mais os trabalhadores brasileiros, como o DPVAT, não têm espaço aqui. E Maurício do Vôlei deixou registrado que está e sempre estará em defesa das pessoas que acreditam num Brasil forte e justo.
Se ontem ele estava nas quadras levantando troféus pelo Brasil, hoje ele ergue as bandeiras da família, da justiça e do povo. Maurício do Vôlei segue sendo um campeão — não só no esporte, mas na vida pública.
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