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Minas Gerais tem nova lei para ampliar cuidados com recém-nascidos

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Mais uma lei criada pelos parlamentares mineiros entrou em vigor nesta quinta-feira (28/12/23). Foi publicada, no jornal Minas Gerais, entre outras, a Lei 24.616, de 2023, que determina que hospitais que realizam partos, maternidades, unidades básicas de saúde e centros estaduais de atenção especializada orientem pais ou responsáveis sobre primeiros socorros aos bebês em várias situações.

Os profissionais de saúde dessas instituições, depois de devidamente preparados, deverão treinar os responsáveis pelas crianças para que saibam agir prontamente em casos de engasgo, aspiração de corpo estranho e asfixia. O objetivo da norma é que as orientações sirvam também para prevenção de episódios de morte súbida em bebês recém nascidos.

A nova norma teve origem no Projeto de Lei (PL) 2.259/20, do deputado Carlos Henrique (Republicanos), aprovado no Plenário da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), no dia 29 de novembro de 2023. Ela altera a Lei 22.422, de 2016, que estabelece objetivos e diretrizes para a adoção de medidas de atenção à saúde materna e infantil no Estado.

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Uso de bengalas tem novas orientações

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Outra norma criada na ALMG foi transformada na Lei 24.614. de 2023, também publicada nesta quinta (28). Originária do PL 421/19, do deputado Doutor Jean Freire (PT), ela traz diretrizes para a difusão do uso da bengala longa como auxiliar de identificação, orientação e mobilidade de pessoas com deficiência visual.

A lei prevê, entre outras diretrizes, a divulgação ampla dos significados associados às cores de bengalas, cujo código já foi instituído em vários países, após a Conferência Européia sobre Surdocegueira, realizada em 2013. Prevê, ainda, o incentivo ao uso das bengalas, e o esclarecimento à população sobre necessidades de acessibilidade das pessoas com deficiência visual.

Para auxiliar na identificação da necessidade do usuário, o projeto define a seguinte convenção de cores:

  • Bengala branca, para pessoas com cegueira.
  • Bengala branca e vermelha para pessoas com surdocegueira (condição em que as deficiências visual e auditiva estão juntas).
  • Bengala verde, para pessoas com baixa visão.

Lei incentiva atividade de podólogo

Entre as novas leis criadas na ALMG e sancionadas pelo governador, também relacionada à saúde pública, está a Lei 24.617, de 2023, que traz algumas medidas para estimular a atividade de podólogo no Estado. Quem propôs o PL 2.544/21, que deu origem à lei, foi a deputada Ana Paula Siqueira (Rede).

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No entendimento dos parlamentares, que aprovaram o texto, a podologia é uma atividade que pode ajudar na promoção, proteção e recuperação da saúde, especialmente dos diabéticos, cujos pés necessitam de cuidados especiais.

A nova lei estabelece incentivo à formação de podólogos e à ampliação do número de profissionais qualificados na área; e a divulgação de informações sobre a podologia, por meio de realização de palestras e cursos, inclusive com criação de parcerias com os municípios.

Em audiência pública realizada na Assembleia, durante a tramitação do projeto, profissionais da área e médicos ressaltaram que a atuação de podólogos bem qualificados também pode ajudar pacientes oncológicos e pessoas que fazem hemodiálise, pode evitar pequenas cirurgias nos pés e contribuir no tratamento de micoses, entre outros.

Fonte: Assembleia Legislativa de MG

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ESPORTES

De campeão olímpico a campeão do povo: Maurício do Vôlei reafirma compromisso com os brasileiros e derrota o retorno do DPVAT

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Ontem foi escrita mais uma página de uma história que já inspirou milhares de brasileiros. A Câmara dos Deputados rejeitou a volta do famigerado DPVAT, o imposto que, durante anos, pesou no bolso de milhões de cidadãos. Entre os nomes que se destacaram nesta batalha, está o deputado federal Maurício do Vôlei, um homem cuja trajetória é marcada pela entrega, pela superação e pelo compromisso inabalável com a nação.

No início do ano passado, ao votar favoravelmente à retomada do DPVAT por engano, Maurício não fugiu de sua responsabilidade. Reconheceu o erro publicamente e, com humildade, pediu desculpas ao povo brasileiro, mostrando que lideranças fortes também sabem ser humanas. Desde então, o deputado trabalhou incansavelmente para provar que sua luta vai além de um voto ou de um discurso — ela é pela proteção dos valores que sustentam nosso país: a família, a fé e a liberdade.

“Sempre defenderei os brasileiros, assim como defendi as cores da bandeira nas quadras. Minha missão não mudou. Não sou daqueles que mudam de camisa para agradar ou vencer uma eleição. Fui, sou e sempre serei conservador, defensor da família, do trabalho honesto e do futuro das próximas gerações”, afirmou o parlamentar, emocionado, logo após a vitória no plenário.

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Assim como em sua carreira no vôlei, Maurício jogou limpo. Diferente de muitos que alternam entre partidos e bandeiras de acordo com o vento político, ele permaneceu firme em seus princípios no PL. Para ele, o mandato não é sobre garantir reeleição; é sobre construir um legado — um Brasil que mantenha suas raízes e seu povo livre de amarras.

Ontem, a Câmara mandou um recado claro ao país: impostos que penalizam ainda mais os trabalhadores brasileiros, como o DPVAT, não têm espaço aqui. E Maurício do Vôlei deixou registrado que está e sempre estará em defesa das pessoas que acreditam num Brasil forte e justo.

Se ontem ele estava nas quadras levantando troféus pelo Brasil, hoje ele ergue as bandeiras da família, da justiça e do povo. Maurício do Vôlei segue sendo um campeão — não só no esporte, mas na vida pública.

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