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Nova legislação aperfeiçoa o funcionamento do Fhidro

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O Fundo de Recuperação, Proteção e Desenvolvimento Sustentável das Bacias Hidrográficas do Estado (Fhidro) conta com uma nova legislação que regulamenta o seu funcionamento. A Lei 24.673 foi sancionada pelo governador Romeu Zema na última sexta-feira (12/1/24) e publicada no Diário Oficial Minas Gerais deste sábado (13).

A norma teve origem no Projeto de Lei (PL) 2.885/21, do governador, aprovado em 2º turno no Plenário da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) no dia 19 de dezembro de 2023.

O objetivo da nova legislação é aperfeiçoar o funcionamento do Fhidro. Para isso, foram promovidas alterações na modelagem operacional, atualização de agentes, revisão de beneficiários e reestruturações de ordem técnica.

O Fhidro foi criado em 1999 para financiar programas e projetos que promovam a racionalização do uso da água, a prevenção de inundações e o controle da erosão do solo.

Com a Lei 24.673, os recursos do Fhidro também deverão financiar ações de proteção de aquíferos, de conservação de ecossistemas aquáticos, de mitigação de impactos das mudanças climáticas e de promoção da segurança hídrica de comunidades vulneráveis.

Também poderão receber recursos do Fhidro a construção de sistemas de esgoto e de destinação adequada de resíduos sólidos. Além disso, os comitês de bacia hidrográfica poderão se beneficiar com recursos do Fhidro para o pagamento das despesas necessárias para o seu funcionamento e estruturação.

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A Lei 24.673 também atualiza a relação de beneficiários do Fhidro, que poderão ser entidades públicas estaduais e municipais, pessoas jurídicas de direito privado, consórcios intermunicipais que atuam nas áreas de meio ambiente e saneamento, agências de bacia hidrográfica (ou entidades equiparadas) e entidades sem fins lucrativos de proteção do meio ambiente e dos recursos hídricos.

Grupo coordenador do Fhidro é ampliado

Também é atualizada a composição do Grupo Coordenador do Fhidro, que passa a contar com sete representantes do Conselho Estadual dos Recursos Hídricos, três representantes dos comitês de bacias hidrográficas e dois representantes da ALMG, além dos representantes de órgãos e entidades do Governo do Estado.

Conforme a Lei 24.673, poderão receber recursos do Fhidro programas de apoio aos comitês de bacia hidrográfica; de pagamento por serviços ambientais; de implementação de estratégias de segurança hídrica; de monitoramento dos recursos hídricos; de construção, ampliação ou reforma de pequenos e médios barramentos de água para uso múltiplo; de perfuração de poços artesianos; e de tratamento de esgoto e de resíduos sólidos.

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A norma também deixa claro que 30% dos recursos do Fhidro serão destinados a financiamentos reembolsáveis e 70% a financiamentos não reembolsáveis (a fundo perdido). No primeiro caso, o agente financeiro será o Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais (BDMG). No segundo caso, será a Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável. Em algumas modalidades de financiamento não reembolsável, essa responsabilidade será compartilhada com o Instituto Mineiro de Gestão das Águas (Igam).

Outra novidade é a autorização para criação do Fórum Mineiro de Comitês de Bacias Hidrográficas, que será o ente representativo dos comitês constituídos no Estado. Atualmente existem em Minas Gerais 36 dessas entidades, das quais 17 são financiadas com recursos da cobrança pelo uso da água. Nos outros 19 comitês, essas cobranças já foram aprovadas pelo Conselho Estadual de Recursos Hídricos, mas ainda não foram implementadas; por isso, são financiados com recursos do Fhidro.

Fonte: Assembleia Legislativa de MG

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ESPORTES

De campeão olímpico a campeão do povo: Maurício do Vôlei reafirma compromisso com os brasileiros e derrota o retorno do DPVAT

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Ontem foi escrita mais uma página de uma história que já inspirou milhares de brasileiros. A Câmara dos Deputados rejeitou a volta do famigerado DPVAT, o imposto que, durante anos, pesou no bolso de milhões de cidadãos. Entre os nomes que se destacaram nesta batalha, está o deputado federal Maurício do Vôlei, um homem cuja trajetória é marcada pela entrega, pela superação e pelo compromisso inabalável com a nação.

No início do ano passado, ao votar favoravelmente à retomada do DPVAT por engano, Maurício não fugiu de sua responsabilidade. Reconheceu o erro publicamente e, com humildade, pediu desculpas ao povo brasileiro, mostrando que lideranças fortes também sabem ser humanas. Desde então, o deputado trabalhou incansavelmente para provar que sua luta vai além de um voto ou de um discurso — ela é pela proteção dos valores que sustentam nosso país: a família, a fé e a liberdade.

“Sempre defenderei os brasileiros, assim como defendi as cores da bandeira nas quadras. Minha missão não mudou. Não sou daqueles que mudam de camisa para agradar ou vencer uma eleição. Fui, sou e sempre serei conservador, defensor da família, do trabalho honesto e do futuro das próximas gerações”, afirmou o parlamentar, emocionado, logo após a vitória no plenário.

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Assim como em sua carreira no vôlei, Maurício jogou limpo. Diferente de muitos que alternam entre partidos e bandeiras de acordo com o vento político, ele permaneceu firme em seus princípios no PL. Para ele, o mandato não é sobre garantir reeleição; é sobre construir um legado — um Brasil que mantenha suas raízes e seu povo livre de amarras.

Ontem, a Câmara mandou um recado claro ao país: impostos que penalizam ainda mais os trabalhadores brasileiros, como o DPVAT, não têm espaço aqui. E Maurício do Vôlei deixou registrado que está e sempre estará em defesa das pessoas que acreditam num Brasil forte e justo.

Se ontem ele estava nas quadras levantando troféus pelo Brasil, hoje ele ergue as bandeiras da família, da justiça e do povo. Maurício do Vôlei segue sendo um campeão — não só no esporte, mas na vida pública.

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