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Novas regras para fundo de recursos hídricos são aprovadas

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Na Reunião Extraordinária do Plenário da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) nesta terça-feira (19/12/23), deputados aprovaram novas regras para o Fundo de Recuperação, Proteção e Desenvolvimento Sustentável das Bacias Hidrográficas do Estado de Minas Gerais (Fhidro). O texto foi acatado conforme o substitutivo ao vencido em 1º turno (texto aprovado com alterações), com emenda apresentada pela deputada Bella Gonçalves (Psol) em conjunto com o deputado Doutor Jean Freire (PT).

O Projeto de Lei (PL) 2.885/21, do governador Romeu Zema, pretende instituir nova legislação para o fundo. Criado em 1999, o Fhidro tem o objetivo de dar suporte financeiro a iniciativas que promovem a racionalização do uso e a melhoria dos recursos hídricos em Minas. Passou a ser regido pela Lei 15.910, de 2005, que deverá ser revogada pela proposição aprovada nesta terça. Ela promove, ainda, alterações na Lei 13.199, de 1999, que dispõe sobre a Política Estadual de Recursos Hídricos.

O texto aprovado visa corrigir distorções do fundo ao longo dos anos. Uma delas, ampliar a participação de representantes da sociedade no grupo coordenador do fundo, além de permitir que o Fhidro possa financiar programas que prevejam a construção, ampliação ou reforma de pequenos e médios barramentos de água para uso múltiplo e de aquisição de equipamentos e materiais com o mesmo fim, entre outras modificações pontuais.

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Conforme o parecer que sustentou o substitutivo, existem 36 comitês de bacias hidrográficas no Estado (CBHs), dos quais 17 são financiados com recursos da cobrança pelo uso de recursos hídricos. Nos outros 19 comitês, essas cobranças já foram aprovadas pelo Conselho Estadual de Recursos Hídricos, mas ainda não foram implementadas, e são financiados com recursos do Fhidro. Para esse financiamento está previsto aumento de 7,5% para 10% dos recursos arrecadados anualmente pelo fundo. Conforme a proposição, os comitês hipossuficientes em arrecadação terão suporte financeiro adicional custeado pelo fundo, pelo tempo que for necessário.

Projeto busca fortalecer comitês de bacias

Os comitês de bacias em Minas Gerais não recebem recursos do Fhidro desde 2014, problema que deverá ser corrigido também pelo projeto. Outra alteração na legislação é a definição de compartilhamento entre o Instituto Mineiro de Gestão das Águas (Igam) e a Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Semad) da função de agente financeiro na modalidade não reembolsável, na execução das finalidades descritas ao longo de outros dispositivos do projeto, mas deixando expresso que isso se dará quando o Igam for o executor dos recursos do Fhidro.

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Também determina que os recursos de até 10% do Fhidro assegurados aos comitês de bacias hidrográficas serão destinados para que sejam pagas despesas de custeio e investimento necessárias à sua estruturação física e operacional.

De acordo com o parecer acatado, o Fhidro não vem sendo executado a contento nos últimos anos, e seus recursos têm sido rotineiramente contingenciados. Em média, entre 2019 e 2022, a execução foi de apenas 6,21% dos recursos autorizados para o fundo.

A emenda incluída no projeto autoriza a criação do Fórum Mineiro de Comitês de Bacias Hidrográficas de Minas Gerais (FMCBH) como ente representativo dos comitês constituídos no Estado.

Aprovada também em redação final na reunião de Plenário desta terça, a proposição segue para sanção do governador.

Fonte: Assembleia Legislativa de MG

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ESPORTES

De campeão olímpico a campeão do povo: Maurício do Vôlei reafirma compromisso com os brasileiros e derrota o retorno do DPVAT

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Ontem foi escrita mais uma página de uma história que já inspirou milhares de brasileiros. A Câmara dos Deputados rejeitou a volta do famigerado DPVAT, o imposto que, durante anos, pesou no bolso de milhões de cidadãos. Entre os nomes que se destacaram nesta batalha, está o deputado federal Maurício do Vôlei, um homem cuja trajetória é marcada pela entrega, pela superação e pelo compromisso inabalável com a nação.

No início do ano passado, ao votar favoravelmente à retomada do DPVAT por engano, Maurício não fugiu de sua responsabilidade. Reconheceu o erro publicamente e, com humildade, pediu desculpas ao povo brasileiro, mostrando que lideranças fortes também sabem ser humanas. Desde então, o deputado trabalhou incansavelmente para provar que sua luta vai além de um voto ou de um discurso — ela é pela proteção dos valores que sustentam nosso país: a família, a fé e a liberdade.

“Sempre defenderei os brasileiros, assim como defendi as cores da bandeira nas quadras. Minha missão não mudou. Não sou daqueles que mudam de camisa para agradar ou vencer uma eleição. Fui, sou e sempre serei conservador, defensor da família, do trabalho honesto e do futuro das próximas gerações”, afirmou o parlamentar, emocionado, logo após a vitória no plenário.

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Assim como em sua carreira no vôlei, Maurício jogou limpo. Diferente de muitos que alternam entre partidos e bandeiras de acordo com o vento político, ele permaneceu firme em seus princípios no PL. Para ele, o mandato não é sobre garantir reeleição; é sobre construir um legado — um Brasil que mantenha suas raízes e seu povo livre de amarras.

Ontem, a Câmara mandou um recado claro ao país: impostos que penalizam ainda mais os trabalhadores brasileiros, como o DPVAT, não têm espaço aqui. E Maurício do Vôlei deixou registrado que está e sempre estará em defesa das pessoas que acreditam num Brasil forte e justo.

Se ontem ele estava nas quadras levantando troféus pelo Brasil, hoje ele ergue as bandeiras da família, da justiça e do povo. Maurício do Vôlei segue sendo um campeão — não só no esporte, mas na vida pública.

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