Política
Ocupação de áreas de redes de transmissão será tema de audiência

A desapropriação de famílias que vivem perto de redes de transmissão da Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig) volta a ser tema de audiência pública na Comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) na próxima quarta-feira (7/6/23), a partir das 15h30, no Auditório José Alencar.
De acordo com requerimento da presidenta da comissão, deputada Andréia de Jesus (PT), participam da reunião os moradores do Morro do Papagaio, Morro das Pedras, Vila Ecológica, Vila Pinho, Vila Cemig (Alto das Antenas), Vila Bernadete, Vila Independência II e Conjunto Paulo VI, sendo todas estas comunidades de Belo Horizonte.
Estes moradores estariam sendo vítimas de violações de direitos humanos no processo de desapropriação das famílias que residem próximo às redes de transmissão de alta-tensão da Cemig. Além disso, haveria reclamações dos moradores quanto a demolições, rachaduras, trincas nos imóveis, abastecimento de água e saneamento básico.
Foram convidados a participar da reunião a coordenadora do Centro Jurídico de Solução de Conflitos e Cidadania para Demandas Territoriais, Urbanas, Rurais e de Grande Repercussão Social (Cejus social TJMG), Ângela de Lourdes Rodrigues; a defensora pública da Defensoria Especializada em Direitos Humanos, Coletivos e Socioambientais, Cleide Aparecida Nepomuceno; o gerente de Sustentabilidade da Cemig, Adiéliton Galvão de Freitas; a secretária municipal de Assistência Social, Segurança Alimentar e Cidadania de Belo Horizonte, Rosilene Cristina Rocha, entre outros representantes de entidades civis.
Assunto já motivou debate
Em audiência pública sobre o mesmo tema realizada pela comissão em 14 de julho do ano passado, a presidente da Comissão de Direitos Humanos da Ordem dos Advogados do Brasil em Minas Gerais, Cristina Fontes, havia reivindicado a suspensão de todos os casos de desapropriação em fase de execução por um ano, para viabilizar o diálogo entre a Prefeitura de Belo Horizonte (PBH), a Cemig e os representantes das comunidades.
Durante a reunião, representante da Mesa de Diálogos e Negociação Permanente da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social (Sedese) havia prometido intermediar acordo entre todos os envolvidos. Dessa forma, um dos objetivos da reunião da próxima quarta-feira (7) também é verificar o quanto se avançou nesse sentido.
Naquela reunião, a promotora do Ministério Público de Minas Gerais, Cláudia Amaral, destacou que o poder municipal cumpriu todos os requisitos e a Cemig não fez a parte dela, preferindo entrar com uma enxurrada de ações individuais de reintegração de posse, desconsiderando os investimentos feitos pela PBH nas áreas.
“Se houver uma forma alternativa para evitar a remoção de pessoas, ela deve ser adotada”, afirmou, na época. Na mesma reunião, o gerente de Sustentabilidade da Cemig, Adiéliton Galvão de Freitas, defendeu as desocupações, explicando que, quando são construídas as linhas de transmissão, são criadas as faixas de servidão, onde não podem ser construídas moradias.
“Desde 2007, fiscalizamos essas áreas e ao verificar sua ocupação, notificamos o morador. Se ele se recusa a sair, o processo é judicializado de forma individual”, informou.
Fonte: Assembleia Legislativa de MG


ESPORTES
De campeão olímpico a campeão do povo: Maurício do Vôlei reafirma compromisso com os brasileiros e derrota o retorno do DPVAT

Ontem foi escrita mais uma página de uma história que já inspirou milhares de brasileiros. A Câmara dos Deputados rejeitou a volta do famigerado DPVAT, o imposto que, durante anos, pesou no bolso de milhões de cidadãos. Entre os nomes que se destacaram nesta batalha, está o deputado federal Maurício do Vôlei, um homem cuja trajetória é marcada pela entrega, pela superação e pelo compromisso inabalável com a nação.
No início do ano passado, ao votar favoravelmente à retomada do DPVAT por engano, Maurício não fugiu de sua responsabilidade. Reconheceu o erro publicamente e, com humildade, pediu desculpas ao povo brasileiro, mostrando que lideranças fortes também sabem ser humanas. Desde então, o deputado trabalhou incansavelmente para provar que sua luta vai além de um voto ou de um discurso — ela é pela proteção dos valores que sustentam nosso país: a família, a fé e a liberdade.
“Sempre defenderei os brasileiros, assim como defendi as cores da bandeira nas quadras. Minha missão não mudou. Não sou daqueles que mudam de camisa para agradar ou vencer uma eleição. Fui, sou e sempre serei conservador, defensor da família, do trabalho honesto e do futuro das próximas gerações”, afirmou o parlamentar, emocionado, logo após a vitória no plenário.
Assim como em sua carreira no vôlei, Maurício jogou limpo. Diferente de muitos que alternam entre partidos e bandeiras de acordo com o vento político, ele permaneceu firme em seus princípios no PL. Para ele, o mandato não é sobre garantir reeleição; é sobre construir um legado — um Brasil que mantenha suas raízes e seu povo livre de amarras.
Ontem, a Câmara mandou um recado claro ao país: impostos que penalizam ainda mais os trabalhadores brasileiros, como o DPVAT, não têm espaço aqui. E Maurício do Vôlei deixou registrado que está e sempre estará em defesa das pessoas que acreditam num Brasil forte e justo.
Se ontem ele estava nas quadras levantando troféus pelo Brasil, hoje ele ergue as bandeiras da família, da justiça e do povo. Maurício do Vôlei segue sendo um campeão — não só no esporte, mas na vida pública.
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