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Parlamentar defende direito de servidores da segurança se manifestarem por recomposição

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O direito de os servidores da área da segurança realizarem manifestações pacíficas em prol da recomposição salarial foi defendido, nesta quinta-feira (7/3/24), pelo presidente da Comissão de Segurança Pública da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), deputado Sargento Rodrigues (PL).

Ele conduziu audiência pública da referida comissão, a qual solicitou junto com o deputado Caporezzo (PL), para tratar de uma manifestação da categoria, no último dia 8 de fevereiro, que teria sido cerceada, quando servidores da área e parlamentares teriam sido impedidos de entrar com o carro de som no Espaço Cívico da Cidade Administrativa, sede do Governo do Estado.

Para esclarecer o ocorrido, foi reconvocado o chefe do Gabinete Militar do Governador do Estado de Minas Gerais, coronel Carlos Frederico Otoni Garcia, que proibiu a entrada do carro de som. Ele já havia sido convocado a explicar o fato na semana passada, mas compareceu sem farda à reunião. Por isso, o deputado Sargento Rodrigues (PL) a reagendou.

Participaram da audiência ao lado do parlamentar representantes de sete sindicatos e associações ligadas às forças de segurança do Estado.

Parlamentar defende livre manifestação

Para o presidente da comissão, deputado Sargento Rodrigues, a categoria foi impedida de exercer o direito legítimo de se manifestar de modo pacífico naquela ocasião, mesmo tendo notificado o governo sobre a iniciativa, como previsto.

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Como salientou, o carro de som foi proibido de entrar no Espaço Cívico, local onde diversas outras manifestações já foram feitas, o que inviabilizou o ato.

O parlamentar lembrou que a Constituição Federal (artigo 5º, inciso XVI) diz que “todos podem reunir-se pacificamente, sem armas, em locais abertos ao público, independentemente de autorização, desde que não frustrem outra reunião anteriormente convocada para o mesmo local, sendo apenas exigido prévio aviso à autoridade competente”.

Na opinião de Sargento Rodrigues, quando o coronel impediu que a manifestação ocorresse na Cidade Administrativa, ele violou a Constituição.

De acordo com o parlamentar, o intuito da manifestação foi cobrar uma recomposição que já havia sido acordada com o governo.

Citação

Sargento Rodrigues disse ainda que quem está no topo da carreira não está preocupado com a recomposição salarial da categoria, porque indiretamente tem sido beneficiado com lei aprovada no nível federal. Para demonstrar o que disse, exibiu o contracheque do coronel. “A tropa sabe disso e fica indignada”, afirmou.

O deputado Coronel Sandro (PL) salientou a trajetória do chefe do Gabinete Militar que, em sua opinião, tem uma atuação ilibada. “Tenho certeza de que as ações que tomou naquele dia foi para conciliar interesses e não para prejudicar, mesmo que não tenha agradado a todos”, disse.

Apesar disso, também defendeu manifestações da categoria para a recomposição salarial.

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Coronel explica medida

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O coronel Carlos Frederico Otoni Garcia disse que a referida manifestação não foi cerceada e que ele apenas não autorizou a entrada do carro de som no Espaço Cívico.

O militar explicou que normas regulam o uso de bens públicos utilizados pela administração. Ele citou decreto o qual estabelece que qualquer ato no perímetro da Cidade Administrativa depende de autorização do Gabinete Militar e da Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão (Seplag).

Conforme disse, embora o Gabinete Militar não tenha sido oficialmente comunicado do ato e não o tenha autorizado, pelo princípio da razoabilidade, o mesmo não foi inviabilizado, tendo sido inclusive destinada uma área para o carro de som ficar.

Frederico Garcia ainda acrescentou que havia uma outra atividade já previamente agendada para o local no mesmo dia e horário para tratar de qualificação e manejo para arboviroses e que, mesmo assim, buscou conciliar as atividades.

Respondendo à fala do militar, Sargento Rodrigues destacou que o evento da saúde não era na mesma área da manifestação e que as explicações jurídicas do chefe do gabinete Militar não convenceram.

Com relação à exibição dos contracheques, Frederico Garcia disse que a medida tomada em 8 de fevereiro não tem nenhuma relação com seu salário e sim com questões jurídicas.

Fonte: Assembleia Legislativa de MG

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ESPORTES

De campeão olímpico a campeão do povo: Maurício do Vôlei reafirma compromisso com os brasileiros e derrota o retorno do DPVAT

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Ontem foi escrita mais uma página de uma história que já inspirou milhares de brasileiros. A Câmara dos Deputados rejeitou a volta do famigerado DPVAT, o imposto que, durante anos, pesou no bolso de milhões de cidadãos. Entre os nomes que se destacaram nesta batalha, está o deputado federal Maurício do Vôlei, um homem cuja trajetória é marcada pela entrega, pela superação e pelo compromisso inabalável com a nação.

No início do ano passado, ao votar favoravelmente à retomada do DPVAT por engano, Maurício não fugiu de sua responsabilidade. Reconheceu o erro publicamente e, com humildade, pediu desculpas ao povo brasileiro, mostrando que lideranças fortes também sabem ser humanas. Desde então, o deputado trabalhou incansavelmente para provar que sua luta vai além de um voto ou de um discurso — ela é pela proteção dos valores que sustentam nosso país: a família, a fé e a liberdade.

“Sempre defenderei os brasileiros, assim como defendi as cores da bandeira nas quadras. Minha missão não mudou. Não sou daqueles que mudam de camisa para agradar ou vencer uma eleição. Fui, sou e sempre serei conservador, defensor da família, do trabalho honesto e do futuro das próximas gerações”, afirmou o parlamentar, emocionado, logo após a vitória no plenário.

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Assim como em sua carreira no vôlei, Maurício jogou limpo. Diferente de muitos que alternam entre partidos e bandeiras de acordo com o vento político, ele permaneceu firme em seus princípios no PL. Para ele, o mandato não é sobre garantir reeleição; é sobre construir um legado — um Brasil que mantenha suas raízes e seu povo livre de amarras.

Ontem, a Câmara mandou um recado claro ao país: impostos que penalizam ainda mais os trabalhadores brasileiros, como o DPVAT, não têm espaço aqui. E Maurício do Vôlei deixou registrado que está e sempre estará em defesa das pessoas que acreditam num Brasil forte e justo.

Se ontem ele estava nas quadras levantando troféus pelo Brasil, hoje ele ergue as bandeiras da família, da justiça e do povo. Maurício do Vôlei segue sendo um campeão — não só no esporte, mas na vida pública.

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