Política
Parlamentares e trabalhadores do Suas cobram recursos para a assistência social

Parlamentares e trabalhadores da assistência social cobraram a destinação de recursos para o combate à miséria, durante a reunião da Comissão do Trabalho, da Previdência e da Assistência Social da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) realizada nesta terça-feira (28/5/24).
A pedido da deputada Bella Gonçalves (Psol), a comissão recebeu representantes do Governo do Estado para explicar por que a totalidade dos recursos adicionais aprovados para o Fundo Estadual de Assistência Social (Feas) ainda não estão assegurados para o financiamento do Sistema Único de Assistência Social (Suas).
Conforme explicou a parlamentar, a Lei 24.725, aprovada pela ALMG e sancionada pelo governador Romeu Zema no dia 14 de maio, garantiu uma suplementação orçamentária de mais de R$ 225 milhões para o Feas. A fonte dos recursos é o Fundo de Erradicação da Miséria (FEM), financiado com a elevação de impostos sobre produtos supérfluos, aprovada no ano passado.
Ainda de acordo com a deputada Bella Gonçalves, no início deste ano, o Feas teve aprovado um orçamento de mais de R$ 102 milhões com recursos do Tesouro do Estado. Em maio, esse valor foi reajustado para R$ 107 milhões. Com isso, no entendimento da parlamentar, o Feas teria R$ 332 milhões para financiar programas e ações voltados para a população mais vulnerável.
A parlamentar defendeu que os recursos adicionais do Feas sejam direcionados para demandas que ela considera urgentes, como a revisão do Piso Mineiro de Assistência Social, a ampliação do atendimento à população de rua e o fortalecimento dos Centros de Referência em Assistência Social (Creas).
O problema é que o Plano Estadual de Assistência Social prevê a utilização apenas dos R$ 107 milhões em 2024. Segundo a subsecretária de Estado de Assistência Social, Mariana de Resende Franco, a programação orçamentária das ações nessa área, aprovada no início do ano e atualizada em maio, contempla esse valor, que foi autorizado por decreto governamental.
De acordo com o superintendente central de Planejamento e Orçamento, Túlio de Souza Gonzaga, essa programação é definida pelo Comitê de Orçamento e Finanças (Cofin), que reúne representantes das Secretarias de Estado de Fazenda, de Governo e de Planejamento e Gestão, além da Secretaria-Geral do Estado.
Túlio Gonzaga esclareceu que, para definir a autorização de gastos governamentais, o Cofin leva em consideração o cenário fiscal do Estado, que enfrenta um déficit orçamentário de mais de R$ 8 bilhões neste ano. Segundo ele, com exceção de saúde, educação e pesquisa científica, que têm verbas carimbadas, todas as demais políticas públicas estão sujeitas a ajustes devido a esse desequilíbrio fiscal.
Diante do posicionamento dos representantes do governo, a deputada Bella Gonçalves reiterou que os recursos da assistência social precisam considerar o orçamento autorizado no início do ano somado à suplementação aprovada pela ALMG.
A 1ª vice-presidenta da ALMG, deputada Leninha (PT), defendeu o cumprimento do acordo que viabilizou a aprovação da Lei 24.725. Ela assumiu o compromisso de retomar as negociações com o governo para garantir que os recursos da suplementação orçamentária do Feas sejam de fato destinados à assistência social.
Conselho cobra recursos para a assistência social
A destinação dos R$ 332 milhões para o combate à miséria também foi defendida por Isac dos Santos Lopes, integrante do Conselho Estadual de Assistência Social. “Esses recursos são necessários para atender as demandas da assistência social”, afirmou.
A vice-presidenta do Conselho Regional de Assistência Social, Gláucia de Fátima Batista, lembrou que o amparo aos segmentos mais vulneráveis da população é um direito assegurado pela Constituição Federal, que preconiza a proteção da família, da maternidade, da infância, da adolescência e da velhice, além do pagamento de benefícios a pessoas com deficiência e idosos carentes.
“As demandas de Minas Gerais são gigantes. A fome não espera, e depois da pandemia de covid-19, as dificuldades aumentaram. Precisamos de políticas públicas que funcionem adequadamente, para atender às necessidades da população mineira”, afirmou.
Fonte: Assembleia Legislativa de MG


ESPORTES
De campeão olímpico a campeão do povo: Maurício do Vôlei reafirma compromisso com os brasileiros e derrota o retorno do DPVAT

Ontem foi escrita mais uma página de uma história que já inspirou milhares de brasileiros. A Câmara dos Deputados rejeitou a volta do famigerado DPVAT, o imposto que, durante anos, pesou no bolso de milhões de cidadãos. Entre os nomes que se destacaram nesta batalha, está o deputado federal Maurício do Vôlei, um homem cuja trajetória é marcada pela entrega, pela superação e pelo compromisso inabalável com a nação.
No início do ano passado, ao votar favoravelmente à retomada do DPVAT por engano, Maurício não fugiu de sua responsabilidade. Reconheceu o erro publicamente e, com humildade, pediu desculpas ao povo brasileiro, mostrando que lideranças fortes também sabem ser humanas. Desde então, o deputado trabalhou incansavelmente para provar que sua luta vai além de um voto ou de um discurso — ela é pela proteção dos valores que sustentam nosso país: a família, a fé e a liberdade.
“Sempre defenderei os brasileiros, assim como defendi as cores da bandeira nas quadras. Minha missão não mudou. Não sou daqueles que mudam de camisa para agradar ou vencer uma eleição. Fui, sou e sempre serei conservador, defensor da família, do trabalho honesto e do futuro das próximas gerações”, afirmou o parlamentar, emocionado, logo após a vitória no plenário.
Assim como em sua carreira no vôlei, Maurício jogou limpo. Diferente de muitos que alternam entre partidos e bandeiras de acordo com o vento político, ele permaneceu firme em seus princípios no PL. Para ele, o mandato não é sobre garantir reeleição; é sobre construir um legado — um Brasil que mantenha suas raízes e seu povo livre de amarras.
Ontem, a Câmara mandou um recado claro ao país: impostos que penalizam ainda mais os trabalhadores brasileiros, como o DPVAT, não têm espaço aqui. E Maurício do Vôlei deixou registrado que está e sempre estará em defesa das pessoas que acreditam num Brasil forte e justo.
Se ontem ele estava nas quadras levantando troféus pelo Brasil, hoje ele ergue as bandeiras da família, da justiça e do povo. Maurício do Vôlei segue sendo um campeão — não só no esporte, mas na vida pública.
-
CIDADES6 dias atrás
Nikolas é favorito em Minas
-
Coluna Minas Gerais5 dias atrás
Presidente da CAAMG prestigia posse da diretoria da OAB Nacional e participa de reunião da Concad
-
Coluna Minas Gerais4 dias atrás
Fabriciano inicia obra de 500 moradias
-
Coluna Minas Gerais5 dias atrás
Mulheres lideram a transformação da infraestrutura e mobilidade nos países do Brics
-
Coluna Minas Gerais4 dias atrás
Inscrições abertas para 3ª Maratona Faemg Jovem
-
Coluna Minas Gerais6 dias atrás
Cooxupé tem faturamento recorde
-
Coluna Minas Gerais3 dias atrás
Lactalis investe R$ 291 milhões em Minas
-
Coluna Minas Gerais4 dias atrás
Falta de planejamento e o alto custo na mesa do consumidor