Política

Passaporte equestre pronto para ser votado em 2º turno na ALMG

Publicados

em

Imagem

Dois projetos de lei (PLs) foram analisados pelos parlamentares da Comissão de Agropecuária e Agroindústria em reunião na tarde desta quarta-feira (13/12/23) e já podem seguir para votação definitiva (2º turno) pelo Plenário da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG). Um deles, o PL 1.376/20, do deputado Bruno Engler (PL), institui o Passaporte Equestre, como forma de facilitar o transporte de animais no Estado.

Botão

Segundo o autor do PL 1.376/20, atualmente é obrigatória a emissão da Guia de Transporte Animal (GTA) o que, de acordo com Bruno Engler, dificultaria aos proprietários cumprir as exigências. Já o passaporte permitiria o trânsito livre de equinos, asininos e muares, em todo o Estado.

O objetivo disso seria a participação em cavalgadas, desfiles, treinamentos, concursos, provas ou qualquer outra atividade ou evento de natureza cultural, desportiva ou de lazer e, ainda, para o exercício de atividades equestres de turismo, trabalho rural, policiamento ou de auxílio terapêutico. O futuro passaporte portanto passaria a equivaler à GTA.

Porém, o passaporte só poderá ser emitido para animais com registros sanitários avalizados por veterinários cadastrados no órgão agropecuário competente. Ele será individual, deverá conter todas as informações do animal e seu proprietário e terá validade de um ano.

O parecer, do deputado Raul Belém (Cidadania), que também preside o colegiado, foi pela aprovação do PL 1.376/20 na forma de um novo texto (substitutivo nº 1). Ele faz novos aprimoramentos na proposição, necessários após a anexação a ele de outro projeto, o 1.783/23, também de autoria do governador, que dispõe sobre a defesa sanitária animal no Estado.

Leia Também:  Botafogo pode igualar recorde do Corinthians no 1º turno do Brasileirão

O parecer esclarece que a defesa sanitária animal compreende o conjunto de ações de proteção contra a introdução e a propagação de doenças já erradicadas ou exóticas, bem como o combate sistêmico às doenças animais de ocorrência endêmica de importância para a saúde humana, animal e ambiental ou que causam impacto econômico.

“No formato apresentado pelo Executivo, as demandas dos produtores de eventos equestres e agropecuários encontram eco e caminhos mais adequados para sua solução, sem prejuízo para o controle epidemiológico das doenças que colocam em risco a equideocultura do Estado”, reforça Raul Belém em seu parecer, em alusão ao projeto anexado.

O relator destaca ainda a Lei 23.196, de 2018, que dispõe sobre a Política Estadual de Defesa Agropecuária (Pedagro) e cria o Conselho Estadual de Defesa Agropecuária de Minas Gerais (Cedagro), ao qual cabe deliberar sobre diretrizes, projetos e ações relacionados à defesa agropecuária.

“Entendemos que se faz necessário estabelecer o vínculo da referida política com a matéria de que trata esta proposição, uma vez que a defesa sanitária animal compõe a Pedagro”, conclui o relator.

Lista

Apoio a produtores atingidos por desastres também avança

Na mesma reunião foi aprovado parecer de 2º turno favorável ao PL 3.456/22, de Thiago Cota (PDT), que objetiva oferecer apoio a produtores atingidos por desastres naturais para minimizar os danos causados. O relator foi novamente Raul Belém, que opinou pela aprovação da matéria na forma de um novo texto (substitutivo nº 1) ao vencido (texto aprovado no 1º turno com modificações).

Leia Também:  Comissão discute demandas da indústria de álcool e açúcar

Originalmente, o PL 3.456/22 propõe a isenção do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação (ICMS) durante a vigência da situação de emergência decretada pelo município em que estiver localizada a produção e, ainda, a abertura de linhas de crédito para os produtores, com juros de até 0,5%, por intermédio do Banco do Desenvolvimento de Minas Gerais (BDMG).

“A grande maioria das lavouras no Estado e no País é conduzida sem o financiamento rural e, portanto, não conta com seguro agrícola”, alerta ainda Raul Belém, em seu parecer.

Citação

Mas o parecer aprovado lembra que, ainda na análise em 1º turno, a Comissão de Fiscalização Financeira (FFO) suprimiu dispositivos que previam despesas a serem assumidas pelo Estado, de caráter continuado e sem a informação de sua fonte de recursos, bem como a concessão de subvenções.

Isso, segundo o relator, foi mantido e reforçado no novo texto da proposição, de forma a adequá-la à execução da política pública.

Nessa linha, a proposição acrescenta dispositivos às Leis 11.744, de 1995, que cria o Fundo Estadual de Desenvolvimento Rural (Funderur), e 15.660, de 2005, que institui a Política Estadual de Prevenção e Combate a Desastres decorrentes de Chuvas Intensas.

Fonte: Assembleia Legislativa de MG

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

ESPORTES

De campeão olímpico a campeão do povo: Maurício do Vôlei reafirma compromisso com os brasileiros e derrota o retorno do DPVAT

Publicados

em

Ontem foi escrita mais uma página de uma história que já inspirou milhares de brasileiros. A Câmara dos Deputados rejeitou a volta do famigerado DPVAT, o imposto que, durante anos, pesou no bolso de milhões de cidadãos. Entre os nomes que se destacaram nesta batalha, está o deputado federal Maurício do Vôlei, um homem cuja trajetória é marcada pela entrega, pela superação e pelo compromisso inabalável com a nação.

No início do ano passado, ao votar favoravelmente à retomada do DPVAT por engano, Maurício não fugiu de sua responsabilidade. Reconheceu o erro publicamente e, com humildade, pediu desculpas ao povo brasileiro, mostrando que lideranças fortes também sabem ser humanas. Desde então, o deputado trabalhou incansavelmente para provar que sua luta vai além de um voto ou de um discurso — ela é pela proteção dos valores que sustentam nosso país: a família, a fé e a liberdade.

“Sempre defenderei os brasileiros, assim como defendi as cores da bandeira nas quadras. Minha missão não mudou. Não sou daqueles que mudam de camisa para agradar ou vencer uma eleição. Fui, sou e sempre serei conservador, defensor da família, do trabalho honesto e do futuro das próximas gerações”, afirmou o parlamentar, emocionado, logo após a vitória no plenário.

Leia Também:  Plenário aprova em 2º turno projeto de lei que regula empréstimos consignados a idosos

Assim como em sua carreira no vôlei, Maurício jogou limpo. Diferente de muitos que alternam entre partidos e bandeiras de acordo com o vento político, ele permaneceu firme em seus princípios no PL. Para ele, o mandato não é sobre garantir reeleição; é sobre construir um legado — um Brasil que mantenha suas raízes e seu povo livre de amarras.

Ontem, a Câmara mandou um recado claro ao país: impostos que penalizam ainda mais os trabalhadores brasileiros, como o DPVAT, não têm espaço aqui. E Maurício do Vôlei deixou registrado que está e sempre estará em defesa das pessoas que acreditam num Brasil forte e justo.

Se ontem ele estava nas quadras levantando troféus pelo Brasil, hoje ele ergue as bandeiras da família, da justiça e do povo. Maurício do Vôlei segue sendo um campeão — não só no esporte, mas na vida pública.

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

ALPINÓPOLIS E REGIÃO

MINAS GERAIS

POLÍCIA

ENTRETENIMENTO

MAIS LIDAS DA SEMANA