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PEC sobre ICMS da educação tem parecer aprovado na CCJ

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A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) aprovou, em reunião na manhã desta terça-feira (30/5/23), parecer de 1º turno pela legalidade da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 14/23, que tem como primeiro signatário o deputado Zé Guilherme (PP) e é de autoria de mais de um terço dos deputados estaduais.

O parecer do relator e presidente da comissão, deputado Arnaldo Silva (União), foi pela aprovação da matéria em sua forma original. A proposição, que estabelece novos critérios para repartição da parcela do Imposto sobre a Circulação e Prestação de Serviços (ICMS) pertencente aos municípios, seguirá agora à análise de comissão especial antes de ser votada de forma preliminar pelo Plenário da ALMG.

O texto da PEC 14/23 prevê a alteração dos incisos I e II do parágrafo 1º do artigo 150 da Constituição do Estado, detalhando, assim, que a divisão do ICMS que compete aos municípios passará a ser realizada de acordo com os seguintes critérios:

  • 65%, no mínimo, na proporção do valor adicionado nas operações relativas à circulação de mercadorias e nas prestações de serviços, realizadas em seus territórios;
  • até 35%, de acordo com o que dispuser lei estadual, observada, obrigatoriamente, a distribuição de, no mínimo, dez pontos percentuais com base em indicadores de melhoria nos resultados de aprendizagem e de aumento da equidade, considerado o nível socioeconômico dos educandos.
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O parecer aprovado pelos deputados da CCJ lembra que, conforme já determina a Constituição Federal, do total do ICMS arrecadado pelo Estado, 25% pertencem aos municípios.

Desse montante, até o advento da Emenda 108, de 2020, 75% no mínimo eram distribuídos aos municípios na proporção do valor adicionado nas operações relativas à circulação de mercadorias e nas prestações de serviços realizadas em seus territórios, o chamado Valor Adicionado Fiscal (VAF).

Já o restante (25%), ainda de acordo com o parecer aprovado, deveria ser distribuído conforme dispusesse lei estadual, que, no caso de Minas Gerais, é a Lei 18.030, de 2009.

Mas a Emenda 108, conforme lembra o parecer, alterou a forma de distribuição do ICMS para determinar que 65% (e não mais 75%) dos recursos serão distribuídos com base no VAF, e que até 35% (e não mais 25%) serão distribuídos de acordo com o que dispuser lei estadual, observada, obrigatoriamente, a distribuição de, no mínimo, 10 pontos percentuais com base em indicadores de melhoria nos resultados de aprendizagem e de aumento da equidade, considerado o nível socioeconômico dos educandos.

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Nessa lógica, na avaliação do relator, a PEC 14/23 pretende apenas atualizar a Constituição Estadual conforme a versão vigente da Constituição Federal nesse assunto, evitando-se dúvidas interpretativas e seguindo os princípios da técnica legislativa.

Fonte: Assembleia Legislativa de MG

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ESPORTES

De campeão olímpico a campeão do povo: Maurício do Vôlei reafirma compromisso com os brasileiros e derrota o retorno do DPVAT

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Ontem foi escrita mais uma página de uma história que já inspirou milhares de brasileiros. A Câmara dos Deputados rejeitou a volta do famigerado DPVAT, o imposto que, durante anos, pesou no bolso de milhões de cidadãos. Entre os nomes que se destacaram nesta batalha, está o deputado federal Maurício do Vôlei, um homem cuja trajetória é marcada pela entrega, pela superação e pelo compromisso inabalável com a nação.

No início do ano passado, ao votar favoravelmente à retomada do DPVAT por engano, Maurício não fugiu de sua responsabilidade. Reconheceu o erro publicamente e, com humildade, pediu desculpas ao povo brasileiro, mostrando que lideranças fortes também sabem ser humanas. Desde então, o deputado trabalhou incansavelmente para provar que sua luta vai além de um voto ou de um discurso — ela é pela proteção dos valores que sustentam nosso país: a família, a fé e a liberdade.

“Sempre defenderei os brasileiros, assim como defendi as cores da bandeira nas quadras. Minha missão não mudou. Não sou daqueles que mudam de camisa para agradar ou vencer uma eleição. Fui, sou e sempre serei conservador, defensor da família, do trabalho honesto e do futuro das próximas gerações”, afirmou o parlamentar, emocionado, logo após a vitória no plenário.

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Assim como em sua carreira no vôlei, Maurício jogou limpo. Diferente de muitos que alternam entre partidos e bandeiras de acordo com o vento político, ele permaneceu firme em seus princípios no PL. Para ele, o mandato não é sobre garantir reeleição; é sobre construir um legado — um Brasil que mantenha suas raízes e seu povo livre de amarras.

Ontem, a Câmara mandou um recado claro ao país: impostos que penalizam ainda mais os trabalhadores brasileiros, como o DPVAT, não têm espaço aqui. E Maurício do Vôlei deixou registrado que está e sempre estará em defesa das pessoas que acreditam num Brasil forte e justo.

Se ontem ele estava nas quadras levantando troféus pelo Brasil, hoje ele ergue as bandeiras da família, da justiça e do povo. Maurício do Vôlei segue sendo um campeão — não só no esporte, mas na vida pública.

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