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PEC sobre transporte gratuito nas eleições já pode ir a Plenário

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Já pode seguir para o Plenário da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), em 1º turno, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 2/23, que garante nos dias de eleições a gratuidade no transporte público coletivo intermunicipal de passageiros, nas regiões metropolitanas do Estado.

Em reunião nesta quarta-feira (22/5/24), a matéria passou pela comissão especial encarregada de analisar a PEC e recebeu parecer favorável à aprovação na forma de um novo texto (substitutivo nº 2) sugerido pelo relator, deputado João Magalhães (MDB).

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Em geral, o novo texto muda o local em que a gratuidade será incluída na Constituição do Estado, mantendo a essência de texto anterior (substitutivo nº 1) sugerido pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). Segundo o relator, seu intuito foi dar maior objetividade ao comando constitucional, adequando o conteúdo à técnica legislativa.

Tendo como primeira signatária a deputada Bella Gonçalves (Psol), a proposta pode seguir à discussão e primeira votação do Plenário, onde precisa do voto favorável de 48 dos dos 77 deputados para ser aprovada.

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Alcance ampliado é mantido

Em relação à proposta original, ambos os textos substitutivos ampliam o alcance da norma também para o transporte coletivo intermunicipal de caráter metropolitano, remetem a uma lei posterior o detalhamento de medidas nesse sentido e acrescentam dispositivo para garantir que o Estado adotará medidas de manutenção do equilíbrio econômico-financeiro aos contratos anteriores à vigência da emenda.

O texto analisado pela comissão especial mantém esses pontos, mas inserindo a gratuidade do transporte em questão no artigo 4º da Constituição do Estado, por meio de um novo parágrafo (§ 9º), em vez de acrescentar novo artigo (5º-A), como fazem o texto original e o apresentado pela CCJ.

Diz o novo parágrafo que o transporte coletivo intermunicipal de caráter urbano ou metropolitano terá utilização gratuita e frequência horária compatível com a de dia útil nos dias de eleições.

O texto original e também o substitutivo da CCJ, por sua vez, dizem que a frequência deve ser equivalente ou superior à de dia útil e especificam que o quadro de horários deverá ser compatível com o horário de realização da votação.

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“Concordamos com a necessidade da matéria (gratuidade), exatamente para garantir o livre exercício do voto e a paridade de condições para toda a população, independentemente da condição social de cada um”, conclui o relator. Pronunciamento no mesmo sentido foi feito após a votação do parecer pela deputada Bella Gonçalves e pelo deputado Carlos Henrique (Republicanos).

Fonte: Assembleia Legislativa de MG

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ESPORTES

De campeão olímpico a campeão do povo: Maurício do Vôlei reafirma compromisso com os brasileiros e derrota o retorno do DPVAT

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Ontem foi escrita mais uma página de uma história que já inspirou milhares de brasileiros. A Câmara dos Deputados rejeitou a volta do famigerado DPVAT, o imposto que, durante anos, pesou no bolso de milhões de cidadãos. Entre os nomes que se destacaram nesta batalha, está o deputado federal Maurício do Vôlei, um homem cuja trajetória é marcada pela entrega, pela superação e pelo compromisso inabalável com a nação.

No início do ano passado, ao votar favoravelmente à retomada do DPVAT por engano, Maurício não fugiu de sua responsabilidade. Reconheceu o erro publicamente e, com humildade, pediu desculpas ao povo brasileiro, mostrando que lideranças fortes também sabem ser humanas. Desde então, o deputado trabalhou incansavelmente para provar que sua luta vai além de um voto ou de um discurso — ela é pela proteção dos valores que sustentam nosso país: a família, a fé e a liberdade.

“Sempre defenderei os brasileiros, assim como defendi as cores da bandeira nas quadras. Minha missão não mudou. Não sou daqueles que mudam de camisa para agradar ou vencer uma eleição. Fui, sou e sempre serei conservador, defensor da família, do trabalho honesto e do futuro das próximas gerações”, afirmou o parlamentar, emocionado, logo após a vitória no plenário.

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Assim como em sua carreira no vôlei, Maurício jogou limpo. Diferente de muitos que alternam entre partidos e bandeiras de acordo com o vento político, ele permaneceu firme em seus princípios no PL. Para ele, o mandato não é sobre garantir reeleição; é sobre construir um legado — um Brasil que mantenha suas raízes e seu povo livre de amarras.

Ontem, a Câmara mandou um recado claro ao país: impostos que penalizam ainda mais os trabalhadores brasileiros, como o DPVAT, não têm espaço aqui. E Maurício do Vôlei deixou registrado que está e sempre estará em defesa das pessoas que acreditam num Brasil forte e justo.

Se ontem ele estava nas quadras levantando troféus pelo Brasil, hoje ele ergue as bandeiras da família, da justiça e do povo. Maurício do Vôlei segue sendo um campeão — não só no esporte, mas na vida pública.

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