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PL que classifica atividades de baixo risco vai a Plenário

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Está pronto para ser analisado pelo Plenário, em 2º turno, o Projeto de Lei (PL) 1.462/20, que classifica atividades de baixo risco dentro da Lei de Liberdade Econômica. A Comissão de Desenvolvimento Econômico da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) aprovou, nesta quinta-feira (29/6/23), parecer favorável à matéria que regulamenta no Estado o artigo 3º, parágrafo 1º, inciso III da norma federal.

O deputado Roberto Andrade (Patriota), presidente da comissão, relatou o PL de autoria do deputado Bruno Engler (PL) e opinou pela sua aprovação na forma do substitutivo (novo texto) nº 1 ao vencido em 1º turno. Ou seja, propôs uma outra versão do texto para substituir o projeto que foi aprovado no Plenário em 1º turno.

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No parecer, o relator detalha que, originalmente, a matéria dispunha de anexo exemplificativo de atividades econômicas consideradas de baixo risco. Mas a Comissão de Desenvolvimento Econômico, no 1º turno, considerou que a relação anexa era típica de regulamento, o que cabe ao Poder Executivo. Por isso, havia mencionado no parecer que a definição das atividades de baixo risco era prevista pelo Decreto estadual 48.036, de 2020.

Essa norma definiu que a classificação de risco será divulgada pelo Comitê Gestor da Rede para a Simplificação do Registro e da Legalização de Empresas e Negócios de Minas Gerais (Redesim-MG), coordenado pela Junta Comercial de Minas Gerais (Jucemg).

No entanto, ao reanalisar o PL 1.462/20, Roberto Andrade julgou importante lançar mão de novo anexo de atividades, mais extenso que o originalmente proposto e aperfeiçoado. Ele justificou que, entre a emissão do parecer de 1º turno e o momento atual, verificou-se em nível federal certo esforço para regulamentar novamente e reburocratizar atividades produtivas. “Julgamos prudente dar maior estabilidade, típica de lei, ao que é considerado atividade de baixo risco em Minas Gerais”, concluiu.

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Dessa forma, o relator propõe o substitutivo, para consolidar esse novo entendimento, bem como para realizar aperfeiçoamentos de técnica legislativa. “A matéria é proveitosa; terá impactos positivos para a economia mineira, especialmente para recuperação dos impactos da pandemia de Covid-19; e não representa aumento de riscos à saúde, à vida humana e à propriedade”, concluiu.

Polo de Componentes e condutores de Guaxupé

Ainda na reunião, foi aprovado parecer de 1º turno sobre o PL 3.041/21, do deputado Antonio Carlos Arantes (PL), que institui o Polo de Componentes de Condutores de Energia de Guaxupé. Também relator dessa proposição, Roberto Andrade concluiu pela sua aprovação na forma do substitutivo nº 2.

De forma resumida, o projeto original tem a seguinte estruturação: o artigo 1º institui o polo; o 2º o reconhece como de relevante interesse social, histórico e cultural; o 3º define os objetivos do polo; o 4º define diretrizes para ações governamentais; o 5º trata da participação social; e o 6º traz a cláusula de vigência.

O autor faz o histórico do setor de condutores de energia de Guaxupé, seu surgimento, crescimento e consolidação. Defende o autor a importância do setor não apenas para o município, mas para a economia de todo o Estado.

A Comissão de Constituição e Justiça apresentou o substitutivo nº 1, para alterar a denominação para “condutores de cobre e alumínio”.

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Já o relator na Comissão de Desenvolvimento Econômico destacou a importância crescente da energia elétrica na sociedade. Isso se mostra no advento das redes inteligentes (smart grids), que demandam componentes de alta qualidade e de maior intensidade tecnológica; no crescimento das fontes renováveis, com destaque para a energia fotovoltaica; e na interligação dos últimos sistemas elétricos isolados ao Sistema Interligado Nacional (SIN).

Outro fator importante, segundo Roberto Andrade, é o esperado aumento da demanda por energia nas próximas décadas.

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Observando que Guaxupé tem o maior número de estabelecimentos do setor de condutores elétricos em Minas, o relator julga apropriada a instituição do polo.

Para aperfeiçoar a matéria, o deputado propõe suprimir o seu artigo 2º, que visa reconhecer o polo como de relevante interesse social, histórico e cultural. Segundo ele, a Lei 24.219, de 2022, que institui o título de relevante interesse cultural do Estado, determina que esse reconhecimento deve ser feito por meio de lei específica.

O parecer também altera a denominação para “Polo de Componentes e Condutores de Cobre e Alumínio”, de forma a melhor aproximá-lo das atividades desenvolvidas. Foi incluída, ainda, nas diretrizes e objetivos, a promoção da economia circular e da reciclagem de metais. Conforme frisou, essas práticas já são adotadas em Guaxupé e “devem ser incentivadas, inclusive visando o mercado internacional, que valoriza produtos ambientalmente corretos”.

Por fim, o relator afirma que o novo texto busca aproximar o polo da política estadual de desenvolvimento econômico, que se estrutura sob a forma de Arranjos Produtivos Locais (APLs).

Fonte: Assembleia Legislativa de MG

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ESPORTES

De campeão olímpico a campeão do povo: Maurício do Vôlei reafirma compromisso com os brasileiros e derrota o retorno do DPVAT

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Ontem foi escrita mais uma página de uma história que já inspirou milhares de brasileiros. A Câmara dos Deputados rejeitou a volta do famigerado DPVAT, o imposto que, durante anos, pesou no bolso de milhões de cidadãos. Entre os nomes que se destacaram nesta batalha, está o deputado federal Maurício do Vôlei, um homem cuja trajetória é marcada pela entrega, pela superação e pelo compromisso inabalável com a nação.

No início do ano passado, ao votar favoravelmente à retomada do DPVAT por engano, Maurício não fugiu de sua responsabilidade. Reconheceu o erro publicamente e, com humildade, pediu desculpas ao povo brasileiro, mostrando que lideranças fortes também sabem ser humanas. Desde então, o deputado trabalhou incansavelmente para provar que sua luta vai além de um voto ou de um discurso — ela é pela proteção dos valores que sustentam nosso país: a família, a fé e a liberdade.

“Sempre defenderei os brasileiros, assim como defendi as cores da bandeira nas quadras. Minha missão não mudou. Não sou daqueles que mudam de camisa para agradar ou vencer uma eleição. Fui, sou e sempre serei conservador, defensor da família, do trabalho honesto e do futuro das próximas gerações”, afirmou o parlamentar, emocionado, logo após a vitória no plenário.

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Assim como em sua carreira no vôlei, Maurício jogou limpo. Diferente de muitos que alternam entre partidos e bandeiras de acordo com o vento político, ele permaneceu firme em seus princípios no PL. Para ele, o mandato não é sobre garantir reeleição; é sobre construir um legado — um Brasil que mantenha suas raízes e seu povo livre de amarras.

Ontem, a Câmara mandou um recado claro ao país: impostos que penalizam ainda mais os trabalhadores brasileiros, como o DPVAT, não têm espaço aqui. E Maurício do Vôlei deixou registrado que está e sempre estará em defesa das pessoas que acreditam num Brasil forte e justo.

Se ontem ele estava nas quadras levantando troféus pelo Brasil, hoje ele ergue as bandeiras da família, da justiça e do povo. Maurício do Vôlei segue sendo um campeão — não só no esporte, mas na vida pública.

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