Política

Planos de saúde podem ter que custear refeições para acompanhantes de pacientes internados

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A intenção do deputado Betão (PT), ao elaborar o Projeto de Lei (PL) 1.463/2020, foi obrigar os planos de saúde que operam no Estado a custearem as acomodações e as refeições dos acompanhantes de pacientes idosos internados. A matéria recebeu parecer favorável de 1° turno da Comissão de Desenvolvimento Econômico da Assembleia Legislativa de Minas Gerais, nesta terça-feira (26/3/24).

A relatora do projeto na comissão, deputada Ana Paula Siqueira (Rede), ainda apresentou uma emenda ao texto original, para garantir que acompanhantes de crianças e adolescentes menores de 18 anos e acompanhantes de pessoas com deficiência ou autistas também recebam o mesmo tratamento por parte dos planos de saúde.

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Ao confirmar a importância da proposição, a relatora citou o Artigo 230 da Constituição Federal, onde está escrito que a sociedade e o Estado têm o dever de amparar as pessoas idosas; e o Estatuto do Idoso, que define condições de preservação da saúde física e mental dessa parcela da população.

Para Ana Paula Siqueira, o Código de Defesa do Consumidor também ampara a medida. Inclusive porque as despesas de acomodação e alimentação com pacientes e acompanhantes já estariam previstas nas regras da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) para as operadoras de planos de saúde.

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Mais um polo de moda está próximo de ser criado

A comissão analisou também o PL 1.142/2023, do deputado Antonio Carlos Arantes (PL), em 2° turno. Pela proposição, fica instituído o Polo de Moda e Lingerie de Juruaia, cidade que fica no Sul de Minas. O polo seria composto pelos municípios que integram a microrregião de São Sebastião do Paraíso.

O projeto propõe incentivar a produção e a comercialização de lingerie e promover o desenvolvimento e a divulgação de tecnologias aplicáveis à indústria têxtil desse setor, entre outras ações.

O parecer, também da deputada Ana Paula Siqueira, foi pela aprovação da matéria com as mudanças acatadas pelo Plenário, em 1° turno (vencido).

A proposição passa a citar, individualmente, os municípios que integrariam o polo: Arceburgo, Cabo Verde, Guaranésia, Guaxupé, Itamogi, Jacuí, Juruaia, Monte Belo, Monte Santo de Minas, Muzambinho, Nova Resende, São Pedro da União, São Sebastião do Paraíso e São Tomás de Aquino. Juruaia é o município-sede.

Títulos conferem credibilidade a produtos locais

Outras matérias que passaram pela comissão, em 2º turno, foram o PL 840/2023, do deputados professor Cleiton (PV), que dá ao município de Formiga o título de Capital Estadual da Linguiça; e o PL 329/2023, apresentado pelo deputado Ricardo Campos (PT), que confere a Mirabela, no Norte de Minas, o título de Capital Estadual da Carne de Sol.

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“Pode parecer coisa menos importante, mas não é. Quando você dá um título desse para a cidade, você incentiva a produção, destaca a qualidade do produto, chama a atenção de quem passa por ali para comprar”, disse o presidemte da comissão, deputado Roberto Andrade (Patriota) sobre os projetos.

Ao final da reunião, a deputada Ana Paula Siqueira lembrou o Dia do Artesão, comemorado em 19 de março. A parlamentar destacou a importância dos produtos artesanais, responsáveis por gerar emprego e renda para milhares de pessoas, na Capital e no interior do Estado.

O deputado Roberto Andrade lembrou que, para o desenvolvimento econômico do Estado, todos os segmentos produtivos são muito importantes, desde o artesão ou agricultor familiar ao pequeno empresário local.

Fonte: Assembleia Legislativa de MG

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ESPORTES

De campeão olímpico a campeão do povo: Maurício do Vôlei reafirma compromisso com os brasileiros e derrota o retorno do DPVAT

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Ontem foi escrita mais uma página de uma história que já inspirou milhares de brasileiros. A Câmara dos Deputados rejeitou a volta do famigerado DPVAT, o imposto que, durante anos, pesou no bolso de milhões de cidadãos. Entre os nomes que se destacaram nesta batalha, está o deputado federal Maurício do Vôlei, um homem cuja trajetória é marcada pela entrega, pela superação e pelo compromisso inabalável com a nação.

No início do ano passado, ao votar favoravelmente à retomada do DPVAT por engano, Maurício não fugiu de sua responsabilidade. Reconheceu o erro publicamente e, com humildade, pediu desculpas ao povo brasileiro, mostrando que lideranças fortes também sabem ser humanas. Desde então, o deputado trabalhou incansavelmente para provar que sua luta vai além de um voto ou de um discurso — ela é pela proteção dos valores que sustentam nosso país: a família, a fé e a liberdade.

“Sempre defenderei os brasileiros, assim como defendi as cores da bandeira nas quadras. Minha missão não mudou. Não sou daqueles que mudam de camisa para agradar ou vencer uma eleição. Fui, sou e sempre serei conservador, defensor da família, do trabalho honesto e do futuro das próximas gerações”, afirmou o parlamentar, emocionado, logo após a vitória no plenário.

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Assim como em sua carreira no vôlei, Maurício jogou limpo. Diferente de muitos que alternam entre partidos e bandeiras de acordo com o vento político, ele permaneceu firme em seus princípios no PL. Para ele, o mandato não é sobre garantir reeleição; é sobre construir um legado — um Brasil que mantenha suas raízes e seu povo livre de amarras.

Ontem, a Câmara mandou um recado claro ao país: impostos que penalizam ainda mais os trabalhadores brasileiros, como o DPVAT, não têm espaço aqui. E Maurício do Vôlei deixou registrado que está e sempre estará em defesa das pessoas que acreditam num Brasil forte e justo.

Se ontem ele estava nas quadras levantando troféus pelo Brasil, hoje ele ergue as bandeiras da família, da justiça e do povo. Maurício do Vôlei segue sendo um campeão — não só no esporte, mas na vida pública.

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