Política
Plenário aprova projetos que beneficiam mulheres

O Plenário da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) aprovou, em Reunião Extraordinária na manhã desta quarta-feira (22/5/24), projetos que tratam dos direitos da mulher. Dois deles, de autoria do governador Romeu Zema, prorrogam por 60 dias a licença-maternidade por adoção para a servidora pública estadual.
Essas matérias têm o objetivo de conceder o mesmo prazo da licença-maternidade da servidora gestante para aquela que opte pela adoção, ou seja, 120 dias, prorrogáveis por mais 60 dias, seguindo entendimento firmado pelo Supremo Tribunal Federal.
Para tanto, o Projeto de Lei (PL) 2.112/24, analisado em 2º turno, altera dispositivos da Lei 18.879, de 2010, sobre a prorrogação, por 60 dias, da licença-maternidade, no âmbito do Poder Executivo.
Já o Projeto de Lei Complementar (PLC) 42/24, analisado em 1º turno, altera o artigo 8º da Lei Complementar 121, de 2011, que trata do Regime Próprio de Previdência e Assistência Social dos servidores públicos do Estado.
Enquanto as matérias originais estendiam o direito à prorrogação da licença-maternidade pelo prazo de 60 dias à servidora adotante ou detentora de guarda judicial na adoção de criança com até 12 anos de idade incompletos, os novos textos sugeridos ampliam o alcance da proposição.
Assim sendo, o PL 2.112/24 foi avalizado na forma do texto aprovado pelo Plenário com modificações em 1º turno (vencido). Já o PLC 42/24 passou na forma do substitutivo nº 2, apresentado pela Comissão de Administração Pública.
Depois de aprovada em redação final, a primeira proposição seguirá para a sanção do governador. Já a segunda retorna para a Comissão de Fiscalização Financeira e Orçamentária para análise de 2º turno, antes da votação definitiva em Plenário.
Da forma como foram aprovados, os projetos preveem:
- ampliação da idade do adotado de 12 para 18 anos para obtenção do benefício;
- extensão dos mesmos benefícios relacionados à licença-maternidade para os servidores que são genitores monoparentais, ou seja, um pai ou mãe que vive sem cônjuge, mas tem filhos dependentes, sejam naturais ou adotados;
- concessão dos mesmos direitos relacionados à licença maternidade para servidora gestante que teve um bebê natimorto;
- extensão dos mesmos direitos para as servidoras militares.
Depressão pós-parto
Também em 2º turno, o Plenário aprovou o PL 1.358/15, da deputada Ione Pinheiro (União), que originalmente dispõe sobre a Política de Diagnóstico e Tratamento da Depressão Pós-Parto nas redes pública e privada de saúde.
O texto passou na forma do vencido em 1º turno, com a emenda nº 1 apresentada pela Comissão de Saúde, em sua análise de 2º turno. Depois de aprovado em redação final, já pode seguir para a sanção do governador.
Da forma aprovada em 1º turno, o texto prevê alterações na Lei 22.422, de 2016, que estabelece objetivos e diretrizes para a adoção de medidas de atenção à saúde materna e infantil no Estado. O objetivo é criar a Semana de Conscientização sobre a Depressão Pós-Parto.
Já a emenda nº 1 acrescenta dispositivo à norma para garantir acesso da mulher a serviços de atenção à saúde destinados à prevenção, ao diagnóstico e ao tratamento de transtornos mentais e comportamentais associados ao puerpério.
Mães com filhos com TEA
Por fim, foi aprovado em 1º turno o PL 464/23, do deputado Thiago Cota (PDT), que originalmente dispõe sobre a prioridade de atendimento psicossocial às mães que se dedicam integralmente ao cuidado de filhos com transtorno do espectro autista (TEA) no Sistema Único de Saúde (SUS).
A matéria, aprovada na forma do substitutivo nº 1 da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), segue agora para a análise de 2º turno da Comissão de Saúde.
O texto sugerido pela CCJ passa a alterar a Lei 13.799, de 2000, sobre a política estadual dos direitos da pessoa com deficiência.
Essa legislação já prevê que as repartições públicas, empresas concessionárias de serviços públicos, entidades financeiras e empresas públicas de transporte estão obrigadas a dispensar a determinados públicos atendimento prioritário, por meio de serviços individualizados que assegurem tratamento diferenciado e atendimento imediato.
Dessa forma, o projeto amplia o público beneficiário, tendo em vista a necessidade de amparar as famílias e os responsáveis pelas pessoas com deficiência nas questões de saúde mental e garantir o acesso dessas pessoas à rede de atenção psicossocial do SUS.
Fonte: Assembleia Legislativa de MG


ESPORTES
De campeão olímpico a campeão do povo: Maurício do Vôlei reafirma compromisso com os brasileiros e derrota o retorno do DPVAT

Ontem foi escrita mais uma página de uma história que já inspirou milhares de brasileiros. A Câmara dos Deputados rejeitou a volta do famigerado DPVAT, o imposto que, durante anos, pesou no bolso de milhões de cidadãos. Entre os nomes que se destacaram nesta batalha, está o deputado federal Maurício do Vôlei, um homem cuja trajetória é marcada pela entrega, pela superação e pelo compromisso inabalável com a nação.
No início do ano passado, ao votar favoravelmente à retomada do DPVAT por engano, Maurício não fugiu de sua responsabilidade. Reconheceu o erro publicamente e, com humildade, pediu desculpas ao povo brasileiro, mostrando que lideranças fortes também sabem ser humanas. Desde então, o deputado trabalhou incansavelmente para provar que sua luta vai além de um voto ou de um discurso — ela é pela proteção dos valores que sustentam nosso país: a família, a fé e a liberdade.
“Sempre defenderei os brasileiros, assim como defendi as cores da bandeira nas quadras. Minha missão não mudou. Não sou daqueles que mudam de camisa para agradar ou vencer uma eleição. Fui, sou e sempre serei conservador, defensor da família, do trabalho honesto e do futuro das próximas gerações”, afirmou o parlamentar, emocionado, logo após a vitória no plenário.
Assim como em sua carreira no vôlei, Maurício jogou limpo. Diferente de muitos que alternam entre partidos e bandeiras de acordo com o vento político, ele permaneceu firme em seus princípios no PL. Para ele, o mandato não é sobre garantir reeleição; é sobre construir um legado — um Brasil que mantenha suas raízes e seu povo livre de amarras.
Ontem, a Câmara mandou um recado claro ao país: impostos que penalizam ainda mais os trabalhadores brasileiros, como o DPVAT, não têm espaço aqui. E Maurício do Vôlei deixou registrado que está e sempre estará em defesa das pessoas que acreditam num Brasil forte e justo.
Se ontem ele estava nas quadras levantando troféus pelo Brasil, hoje ele ergue as bandeiras da família, da justiça e do povo. Maurício do Vôlei segue sendo um campeão — não só no esporte, mas na vida pública.
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