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Plenário inicia discussão de projeto sobre adesão de Minas ao RRF

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Com a presença de servidores públicos de diversas carreiras e Poderes, o Plenário da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) realizou, na manhã desta quinta-feira (7/12/23), a primeira reunião para discussão, em 1º turno, dos projetos do governador Romeu Zema relativos à adesão de Minas ao Regime de Recuperação Fiscal (RRF). Até seis reuniões para discussão podem ser realizadas, antes de as matérias serem colocadas em votação.

O Projeto de Lei (PL) 1.202/19 é que autoriza o Estado a aderir de fato ao RRF. Ele visa à renegociação de dívidas com a União, calculadas em aproximadamente R$ 156 bilhões. De acordo com a proposta, o RRF terá vigência de nove anos, período durante o qual o governo terá de implementar uma série de medidas para alcançar o equilíbrio fiscal e financeiro.

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Mas também estava na pauta da reunião o Projeto de Lei Complementar (PLC) 38/23, que determina a limitação do crescimento das despesas primárias estaduais, instituindo o chamado teto de gastos para o Estado.

Esse último foi um desdobramento do projeto sobre a adesão, uma vez que durante a sua tramitação na Comissão de Constituição e Justiça o conteúdo referente ao teto foi desmembrado por se tratar de outra matéria.

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Na reunião, o deputado Sargento Rodrigues (PL) e parlamentares do Bloco Democracia e Luta, de oposição ao governo, que se posicionam de forma contrária aos projetos, defenderam que eles fossem apreciados, uma vez que havia quórum na reunião inicialmente.

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A deputada Beatriz Cerqueira (PT) corroborou a fala do parlamentar que a antecedeu. Ela disse que os deputados do seu bloco não se inscreveram para discutir as matérias nesta quinta (7) porque fizeram isso o tempo todo durante a tramitação nas comissões. Fizeram coro a esses deputados Lucas Lasmar (Rede) e Lohanna (PV).

Já o deputado Alencar da Silveira Jr. (PDT) disse que ALMG iniciou um movimento para que seja construída uma alternativa ao RRF e defendeu a continuidade desse projeto. “Empurrar a dívida para frente não adianta”, afirmou.

O deputado Carlos Henrique (Republicanos), líder da Maioria, pediu por duas vezes que a reunião fosse encerrada por falta de quórum. A partir disso, foram feitas recontagens desse quórum. A primeira delas mostrou que havia quórum para discutir a matéria, mas não para votar. Já a segunda culminou no encerramento da reunião.

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Sabatina

Na Reunião Extraordinária de Plenário, a sabatina, realizada nesta quinta (7), do indicado para o cargo de presidente da Fundação Ezequiel Dias (Funed), Felipe Attiê, motivou pronunciamentos de deputadas.

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Beatriz Cerqueira pediu ao presidente da ALMG, deputado Tadeu Martins Leite (MDB), providências em relação à condução do trabalho na Comissão de Saúde e também que fosse instaurada apuração sobre a conduta do sabatinado. A parlamentar enfatizou que Felipe Attiê teve um comportamento agressivo e ofensivo contra ela.

Ela ainda pediu que a sabatina fosse anulada, pois, conforme disse, o sabatinado não respondeu às questões apresentadas.

A deputada Lohanna endossou as palavras de Beatriz Cerqueira. Em sua opinião, a Comissão de Saúde se apressou em aprovar o nome dele para o cargo, sendo que podia ter remarcado a reunião, o que, segundo ela, demonstra desrespeito a parlamentares eleitas.

Em resposta, o deputado Tadeu Martins Leite disse que já está apurando o ocorrido e que nenhuma indicação será analisada em Plenário sem o devido esclarecimento. Ele também disse que não aceita nenhuma forma de agressão e deboche a deputados e deputadas.

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Fonte: Assembleia Legislativa de MG

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ESPORTES

De campeão olímpico a campeão do povo: Maurício do Vôlei reafirma compromisso com os brasileiros e derrota o retorno do DPVAT

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Ontem foi escrita mais uma página de uma história que já inspirou milhares de brasileiros. A Câmara dos Deputados rejeitou a volta do famigerado DPVAT, o imposto que, durante anos, pesou no bolso de milhões de cidadãos. Entre os nomes que se destacaram nesta batalha, está o deputado federal Maurício do Vôlei, um homem cuja trajetória é marcada pela entrega, pela superação e pelo compromisso inabalável com a nação.

No início do ano passado, ao votar favoravelmente à retomada do DPVAT por engano, Maurício não fugiu de sua responsabilidade. Reconheceu o erro publicamente e, com humildade, pediu desculpas ao povo brasileiro, mostrando que lideranças fortes também sabem ser humanas. Desde então, o deputado trabalhou incansavelmente para provar que sua luta vai além de um voto ou de um discurso — ela é pela proteção dos valores que sustentam nosso país: a família, a fé e a liberdade.

“Sempre defenderei os brasileiros, assim como defendi as cores da bandeira nas quadras. Minha missão não mudou. Não sou daqueles que mudam de camisa para agradar ou vencer uma eleição. Fui, sou e sempre serei conservador, defensor da família, do trabalho honesto e do futuro das próximas gerações”, afirmou o parlamentar, emocionado, logo após a vitória no plenário.

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Assim como em sua carreira no vôlei, Maurício jogou limpo. Diferente de muitos que alternam entre partidos e bandeiras de acordo com o vento político, ele permaneceu firme em seus princípios no PL. Para ele, o mandato não é sobre garantir reeleição; é sobre construir um legado — um Brasil que mantenha suas raízes e seu povo livre de amarras.

Ontem, a Câmara mandou um recado claro ao país: impostos que penalizam ainda mais os trabalhadores brasileiros, como o DPVAT, não têm espaço aqui. E Maurício do Vôlei deixou registrado que está e sempre estará em defesa das pessoas que acreditam num Brasil forte e justo.

Se ontem ele estava nas quadras levantando troféus pelo Brasil, hoje ele ergue as bandeiras da família, da justiça e do povo. Maurício do Vôlei segue sendo um campeão — não só no esporte, mas na vida pública.

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