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Plenário já pode analisar projeto que altera legislação do Fhidro

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Já pode ser analisado em 1º turno pelo Plenário da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) o Projeto de Lei (PL) 2.885/21, que busca instituir nova legislação de regência do Fundo de Recuperação, Proteção e Desenvolvimento Sustentável das Bacias Hidrográficas do Estado de Minas Gerais (Fhidro), criado pela Lei 13.194, de 1999. A proposição recebeu parecer favorável da Comissão de Fiscalização Financeira e Orçamentária (FFO), nesta segunda-feira (11/12/23).

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O presidente da comissão e relator da matéria, deputado Zé Guilherme (PP), opinou por manter o entendimento da Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, que apresentou um novo texto, o substitutivo nº 1.

O Fhidro tem por objetivo dar suporte financeiro a programas e projetos que promovem a racionalização do uso e a melhoria quantitativa e qualitativa dos recursos hídricos estaduais, inclusive aqueles ligados à prevenção de inundações e ao controle da erosão do solo. O fundo passou a ser regido pela Lei 15.910, de 2005, que deverá ser revogada quando o PL 2.885/21 se transformar em lei.

A proposição, de autoria do governador Romeu Zema, também busca promover alterações na lei que dispõe sobre a Política Estadual de Recursos Hídricos. O autor justifica que “o projeto de lei tem o intuito de aperfeiçoar o sistema do Fhidro” e, “sob esse contexto, são feitas alterações quanto à modelagem operacional, atualização de agentes, revisão de beneficiários e reestruturações de ordem técnica”.

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Em síntese, o substitutivo nº 1 amplia a participação de representantes da sociedade no grupo coordenador do fundo e permite que o Fhidro possa financiar programas que prevejam a construção, ampliação ou reforma de pequenos e médios barramentos de água para uso múltiplo e de aquisição de equipamentos e materiais com o mesmo fim.

Além de outras mudanças pontuais, o novo texto incorpora a emenda nº 1 apresentada pela Comissão de Constituição e Justiça para aprimorar a redação de dois parágrafos da proposta.

O substitutivo nº 1 alterou, no rol dos recursos previstos para o Fhidro, apenas o percentual limitado a 50% da cota destinada ao Estado como compensação financeira por áreas inundadas por reservatórios para a geração de energia elétrica, conforme o disposto nas Leis Federais 7.990, de 1989, e 8.001, de 1990. No novo texto, esse percentual passou a ser o patamar mínimo.

Outra alteração relevante, como destaca o relator em seu parecer, foi a inclusão do Instituto Mineiro de Gestão das Águas (Igam) na função compartilhada de agente financeiro com a Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Semad), quando os recursos do fundo forem destinados ao programa de apoio aos comitês de bacia hidrográfica, para programas e ações de gestão e monitoramento quantitativo e qualitativo de recursos hídricos e meteorológicos ou quando forem destinados às entidades equiparadas a agências de bacia hidrográfica.

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Fonte: Assembleia Legislativa de MG

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ESPORTES

De campeão olímpico a campeão do povo: Maurício do Vôlei reafirma compromisso com os brasileiros e derrota o retorno do DPVAT

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Ontem foi escrita mais uma página de uma história que já inspirou milhares de brasileiros. A Câmara dos Deputados rejeitou a volta do famigerado DPVAT, o imposto que, durante anos, pesou no bolso de milhões de cidadãos. Entre os nomes que se destacaram nesta batalha, está o deputado federal Maurício do Vôlei, um homem cuja trajetória é marcada pela entrega, pela superação e pelo compromisso inabalável com a nação.

No início do ano passado, ao votar favoravelmente à retomada do DPVAT por engano, Maurício não fugiu de sua responsabilidade. Reconheceu o erro publicamente e, com humildade, pediu desculpas ao povo brasileiro, mostrando que lideranças fortes também sabem ser humanas. Desde então, o deputado trabalhou incansavelmente para provar que sua luta vai além de um voto ou de um discurso — ela é pela proteção dos valores que sustentam nosso país: a família, a fé e a liberdade.

“Sempre defenderei os brasileiros, assim como defendi as cores da bandeira nas quadras. Minha missão não mudou. Não sou daqueles que mudam de camisa para agradar ou vencer uma eleição. Fui, sou e sempre serei conservador, defensor da família, do trabalho honesto e do futuro das próximas gerações”, afirmou o parlamentar, emocionado, logo após a vitória no plenário.

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Assim como em sua carreira no vôlei, Maurício jogou limpo. Diferente de muitos que alternam entre partidos e bandeiras de acordo com o vento político, ele permaneceu firme em seus princípios no PL. Para ele, o mandato não é sobre garantir reeleição; é sobre construir um legado — um Brasil que mantenha suas raízes e seu povo livre de amarras.

Ontem, a Câmara mandou um recado claro ao país: impostos que penalizam ainda mais os trabalhadores brasileiros, como o DPVAT, não têm espaço aqui. E Maurício do Vôlei deixou registrado que está e sempre estará em defesa das pessoas que acreditam num Brasil forte e justo.

Se ontem ele estava nas quadras levantando troféus pelo Brasil, hoje ele ergue as bandeiras da família, da justiça e do povo. Maurício do Vôlei segue sendo um campeão — não só no esporte, mas na vida pública.

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