Política
Plenário já pode votar projetos sobre pé torto congênito e fisioterapia para idosos

A Comissão de Fiscalização Financeira e Orçamentária (FFO) da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) deu parecer de 1º turno favorável ao Projeto de Lei (PL) 3.843/22, do deputado Charles Santos (Republicanos), que trata da realização de exame diagnóstico para detecção do pé torto congênito (PTC) em recém-nascidos, nos hospitais do Estado.
Em sua análise, na manhã desta quarta-feira (20/3/24), a FFO opinou pela aprovação da matéria conforme o texto elaborado anteriormente pela Comissão de Saúde (substitutivo nº 2) e ratificado pela Comissão de Defesa dos Direitos da Pessoa com Deficiência.
A matéria vai agora a Plenário, para discussão e votação em 1º turno.
O relator, deputado Zé Guilherme (PP), destacou o mérito do projeto, que visa garantir que os hospitais da rede pública estadual e os conveniados com o Sistema Único de Saúde (SUS) não só realizem o exame diagnóstico nos bebês, mas também ofereçam tratamento adequado, imediato e contínuo a essas crianças, caso o resultado do exame seja positivo.
Ele destacou, no entanto, que a Política Nacional de Atenção à Pessoa com Pé Torto Congênito, “já contempla muitos dos pontos previstos na proposição original”, daí as alterações feitas no texto original.
A tarefa da Comissão de Fiscalização é avaliar qual impacto os projetos que tramitam no Legislativo terão, nas finanças do Estado. No caso do PL do deputado Charles Santos, Zé Guilherme informou que, como proposto originariamente, o projeto implica na criação de despesas para os cofres públicos, o que contraria em especial a Lei Complementar Federal 101, de 2000 (Lei de Responsabilidade Fiscal – LRF). O substitutivo nº 2 busca sanar esse problema.
Para o relator, está mantida a intenção primeira do projeto, que é a promoção do acesso ao diagnóstico precoce e à assistência multiprofissional do neonato com pé torto congênito. A proposição, se transformada em lei, ainda vai aperfeiçoar a legislação estadual referente à atenção à saúde materna e infantil no Estado, acredita Zé Gilherme.
Proposições visam estimular cuidado com idosos e mulheres
O PL 792/23, elaborado pela deputada Marli Ribeiro (PSC), também passou pela FFO e está pronto para análise do Plenário, em 1º turno. A deputada propõe que o Estado crie a Política Estadual de Fisioterapia para Idosos (Fisioterapia Geriátrica) na rede pública estadual de saúde, para fazer frente aos desafios trazidos pelo envelhecimento da população.
O relator foi o deputado Rafael Martins (PSD), que opinou pela aprovação na forma do substitutivo nº 2, apresentado pela Comissão de Saúde, que analisou o projeto antes de ele chegar à FFO.
O novo texto faz ajustes no projeto, para adequar as terminologias utilizadas à Resolução 476, de 2016, do Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional (Coffito). O conselho, desde janeiro de 2017, é responsável por regulamentar a especialidade profissional de “fisioterapia em gerontologia”. A resolução define as áreas de competência para a atuação do fisioterapeuta com especialidade em gerontologia e os ambientes nos quais ele pode atuar.
Rafael Martins afirmou que a implementação da medida proposta não implica geração de despesas para o Estado, uma vez que trata-se somente da criação de diretrizes para a política estadual de fisioterapia para idosos.
Distribuição de absorventes higiênicos
Já o PL 818/23, de autoria da 1ª-vice-presidenta da Assembleia, deputada Leninha (PT), recebeu parecer favorável na forma do substitutivo nº 2, da Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher. A proposição altera a Lei 23.904, de 2021, que garante acesso das mulheres em situação de vulnerabilidade social a absorventes higiênicos no Estado.
O relator, deputado Doorgal Andrada (Patriotas), informou que a aprovação da proposta original geraria obrigatoriamente novos gastos para o Estado, daí a necessidade de ajustes feitos pelas comissões anteriores.
A intenção da deputada Leninha é aperfeiçoar a lei já existente, que também é de sua autoria. A proposição institui o Programa de Dignidade e Saúde Menstrual, especificando objetivos e ações necessárias para implantação do mesmo.
Entre outras definições, dispõe que o Estado poderá incluir absorventes ou itens similares de higiene nas cestas básicas, bem como isentar ou reduzir a carga tributária imposta a esses produtos. Também estabelece que a especificação do público-alvo e dos critérios de distribuição, assim como a fonte orçamentária do programa, deverão ser definidas em regulamento próprio do Poder Executivo.
O PL 818/23 está pronto para ser discutido e votado em Plenário, em 1º turno.
Regras para transferência de veículos usados
Outra matéria analisada nesta quarta (20) pela FFO e que também está pronta para Plenário em 1º turno é o PL 299/23, cujo objetivo é permitir que seja realizada a transferência de propriedade de veículos usados, independentemente do pagamento antecipado das parcelas do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA).
A permissão seria dada nas seguintes condições: desde que os débitos relativos a anos anteriores estejam quitados; e desde que o débito relativo às parcelas vencidas esteja gravado no CPF ou CNPJ do proprietário anterior. Além de estar o o débito vinculado ao proprietário anterior, que permaneça a “solidariedade entre vendedor e comprador”.
O parecer, do deputado Zé Guilherme, foi pela aprovação na forma de um outro texto que apresentou, o substitutivo nº 2. Esse substitutivo dá nova redação ao projeto, definindo, em seu parágrafo único, que “o órgão público responsável pelo registro e licenciamento dos veículos somente efetuará sua transferência, quer dentro do Estado, quer para outra unidade da Federação, mediante a liquidação de todos os débitos tributários vencidos relativos ao veículo”.
O projeto busca alterar alteraria o artigo 14 da Lei 14.937, de 2003, que já diz que o IPVA é vinculado ao veículo e que a propriedade deste somente poderá ser transferida para outra unidade da Federação após o pagamento integral do imposto devido; ou no mesmo município ou para outro município do Estado após o pagamento do imposto ou das parcelas deste já vencidas.
Fonte: Assembleia Legislativa de MG


ESPORTES
De campeão olímpico a campeão do povo: Maurício do Vôlei reafirma compromisso com os brasileiros e derrota o retorno do DPVAT

Ontem foi escrita mais uma página de uma história que já inspirou milhares de brasileiros. A Câmara dos Deputados rejeitou a volta do famigerado DPVAT, o imposto que, durante anos, pesou no bolso de milhões de cidadãos. Entre os nomes que se destacaram nesta batalha, está o deputado federal Maurício do Vôlei, um homem cuja trajetória é marcada pela entrega, pela superação e pelo compromisso inabalável com a nação.
No início do ano passado, ao votar favoravelmente à retomada do DPVAT por engano, Maurício não fugiu de sua responsabilidade. Reconheceu o erro publicamente e, com humildade, pediu desculpas ao povo brasileiro, mostrando que lideranças fortes também sabem ser humanas. Desde então, o deputado trabalhou incansavelmente para provar que sua luta vai além de um voto ou de um discurso — ela é pela proteção dos valores que sustentam nosso país: a família, a fé e a liberdade.
“Sempre defenderei os brasileiros, assim como defendi as cores da bandeira nas quadras. Minha missão não mudou. Não sou daqueles que mudam de camisa para agradar ou vencer uma eleição. Fui, sou e sempre serei conservador, defensor da família, do trabalho honesto e do futuro das próximas gerações”, afirmou o parlamentar, emocionado, logo após a vitória no plenário.
Assim como em sua carreira no vôlei, Maurício jogou limpo. Diferente de muitos que alternam entre partidos e bandeiras de acordo com o vento político, ele permaneceu firme em seus princípios no PL. Para ele, o mandato não é sobre garantir reeleição; é sobre construir um legado — um Brasil que mantenha suas raízes e seu povo livre de amarras.
Ontem, a Câmara mandou um recado claro ao país: impostos que penalizam ainda mais os trabalhadores brasileiros, como o DPVAT, não têm espaço aqui. E Maurício do Vôlei deixou registrado que está e sempre estará em defesa das pessoas que acreditam num Brasil forte e justo.
Se ontem ele estava nas quadras levantando troféus pelo Brasil, hoje ele ergue as bandeiras da família, da justiça e do povo. Maurício do Vôlei segue sendo um campeão — não só no esporte, mas na vida pública.
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