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PLs sobre revisão de vencimentos de servidores públicos estão prontos para Plenário 

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O Plenário da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) já pode analisar, em 1º turno, os quatro projetos de lei (Pls) referentes à revisão anual de vencimentos de servidores da Defensoria Pública, do Ministério Público, do Tribunal de Contas e do Tribunal de Justiça do Estado.

As proposições foram avalizadas, em 1º turno, nesta terça-feira (14/5/24), pelas Comissões de Constituição e Justiça (CCJ), Administração Pública (APU) e Fiscalização Financeira e Orçamentária (FFO).

Lista

O PL 2.142/24, do procurador-geral de Justiça, fixa o reajuste dos vencimentos dos servidores do Ministério Público em 4,18%, a partir de 1º de maio de 2023.

A matéria teve como relatores os deputados Charles Santos (Republicanos), na CCJ, Roberto Andrade (PRD), na APU, e Zé Guilherme (PP), na FFO.

O relator na CCJ opinou pela legalidade da matéria em sua forma original. Na APU, o relator apresentou um novo texto (substitutivo nº 1) para fazer uma adequação de ordem técnica, sem alterar o conteúdo da proposta. Na FFO, esse entendimento foi mantido.

O PL 2.240/24, da Defensoria Pública Estadual, define o índice de 4,5% para a revisão aos servidores do órgão, relativo ao período de fevereiro de 2023 a janeiro deste ano. O reajuste não será retroativo e passa a incidir a partir da aprovação da lei.

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O projeto também teve como relator, na CCJ, o deputado Charles Santos, que opinou pela legalidade do projeto original com a emenda nº 1 apresentada. Segundo parecer, essa emenda tem o intuito de conferir precisão ao texto, sem alterar seu conteúdo. Os relatores Roberto Andrade, na APU, e Zé Guilherme, na FFO, também seguiram esse entendimento.

O PL 2.267/24, do Tribunal de Contas do Estado, estipula a revisão pelo índice de 4,62% a partir de janeiro de 2024.

A matéria teve como relator, na CCJ, o deputado Thiago Cota (PDT). Ele opinou pela legalidade da matéria em sua forma original. Os relatores Roberto Andrade, na APU, e Zé Guilherme, na FFO, concordaram com esse posicionamento.

Por fim, foi apreciado o PL 2.338/24, do Tribunal de Justiça, que prevê a revisão aos servidores do Judiciário em 4,18% a partir de maio de 2023. O projeto também teve como relator na CCJ o deputado Thiago Cota. Ele opinou pela legalidade da matéria também em sua forma original.

O relator Roberto Andrade, na APU, apresentou um novo texto (substitutivo nº 1) para fazer uma adequação técnica sem alterar o conteúdo da proposta. Na FFO, o relator Zé Guilherme seguiu esse entendimento.

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Todas as revisões se aplicam aos servidores inativos e pensionistas que fazem jus à paridade.

Reajuste para servidores do Executivo estadual

Nas reuniões das três comissões, que tiveram início pela manhã, o PL 2.309/24, sobre a revisão do subsídio dos servidores do Poder Executivo estadual, foi retirado de pauta.

O deputado Sargento Rodrigues (PL) demonstrou discordância com o percentual de 3,62% proposto na revisão e criticou o governador pela medida.

“Para os servidores, míseros 3,62%. Já para a verdadeira casta do Executivo, quase 300%”, afirmou.

Ele comentou também que esse percentual proposto, somado com a alíquota a ser paga de contribuição ao IPSM, conforme proposto no PL 2.239/24, vai inviabilizar o salário dos servidores da segurança pública.

O parlamentar ainda enfatizou que esses servidores estão mobilizados para acompanhar os trabalhos desta terça (14).

Segundo a deputada Beatriz Cerqueira (PT), o projeto de lei do governador propõe revisão aquém dos valores propostos por todos os outros Poderes e órgãos públicos. Ela disse que esse percentual não repõe a inflação e não reconhece a diversidade do serviço público.

Corroboraram as falas anteriores os deputados Doutor Jean Freire (PT), Lucas Lasmar (Rede), Leleco Pimentel (PT) e Professor Cleiton (PV).

Fonte: Assembleia Legislativa de MG

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ESPORTES

De campeão olímpico a campeão do povo: Maurício do Vôlei reafirma compromisso com os brasileiros e derrota o retorno do DPVAT

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Ontem foi escrita mais uma página de uma história que já inspirou milhares de brasileiros. A Câmara dos Deputados rejeitou a volta do famigerado DPVAT, o imposto que, durante anos, pesou no bolso de milhões de cidadãos. Entre os nomes que se destacaram nesta batalha, está o deputado federal Maurício do Vôlei, um homem cuja trajetória é marcada pela entrega, pela superação e pelo compromisso inabalável com a nação.

No início do ano passado, ao votar favoravelmente à retomada do DPVAT por engano, Maurício não fugiu de sua responsabilidade. Reconheceu o erro publicamente e, com humildade, pediu desculpas ao povo brasileiro, mostrando que lideranças fortes também sabem ser humanas. Desde então, o deputado trabalhou incansavelmente para provar que sua luta vai além de um voto ou de um discurso — ela é pela proteção dos valores que sustentam nosso país: a família, a fé e a liberdade.

“Sempre defenderei os brasileiros, assim como defendi as cores da bandeira nas quadras. Minha missão não mudou. Não sou daqueles que mudam de camisa para agradar ou vencer uma eleição. Fui, sou e sempre serei conservador, defensor da família, do trabalho honesto e do futuro das próximas gerações”, afirmou o parlamentar, emocionado, logo após a vitória no plenário.

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Assim como em sua carreira no vôlei, Maurício jogou limpo. Diferente de muitos que alternam entre partidos e bandeiras de acordo com o vento político, ele permaneceu firme em seus princípios no PL. Para ele, o mandato não é sobre garantir reeleição; é sobre construir um legado — um Brasil que mantenha suas raízes e seu povo livre de amarras.

Ontem, a Câmara mandou um recado claro ao país: impostos que penalizam ainda mais os trabalhadores brasileiros, como o DPVAT, não têm espaço aqui. E Maurício do Vôlei deixou registrado que está e sempre estará em defesa das pessoas que acreditam num Brasil forte e justo.

Se ontem ele estava nas quadras levantando troféus pelo Brasil, hoje ele ergue as bandeiras da família, da justiça e do povo. Maurício do Vôlei segue sendo um campeão — não só no esporte, mas na vida pública.

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