Política

Política para energia rural renovável avança na Assembleia

Publicados

em

Imagem

O Programa Mineiro de Energia Rural Renovável deu mais um passo rumo à aprovação em Plenário. Nesta quarta-feira (20/9/23), a Comissão de Minas e Energia aprovou parecer favorável ao Projeto de Lei (PL) 404/23, que institui esse programa de apoio à economia rural e ao desenvolvimento rural sustentável.

Botão

De autoria do deputado Adriano Alvarenga (PP), a proposição tramita em 1º turno na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) e foi relatada pelo presidente da comissão, deputado Gil Pereira (PSD). Ele opinou pela aprovação do PL na forma do substitutivo nº 2.

Segundo o relator, todas as ações do poder público voltadas ao apoio à economia rural e ao desenvolvimento rural sustentável têm como base a Lei 11.405, de 1994, que trata da Política Estadual de Desenvolvimento Agrícola. Por isso, julgou pertinente incorporar o conteúdo do projeto como acréscimo na Lei 11.405, o que “concorreria para a unificação de comandos e a simplificação do arcabouço legal”.

Ele lembrou que a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) apresentou o substitutivo nº 1, para adequar a proposição quanto à iniciativa legislativa, adequando dispositivos que tangenciavam matérias de competência do Executivo. Com isso, o Programa Mineiro de Energia Rural Renovável seria convertido em política pública com diretrizes e objetivos destinados a orientar a ação de governo.

Nesse substitutivo, foram incorporadas sugestões de emendas apresentadas pelos deputados Doutor Jean Freire (PT), Lucas Lasmar (PV) e Leleco Pimentel (PT) para que as diretrizes alcançassem a agricultura familiar e a agroecologia.

O autor da proposta, Adriano Alvarenga, destaca que a implementação de tecnologias, no geral, e mais especificamente das técnicas de agricultura de precisão, contribuem para a redução do custo da atividade e da emissão de gases de efeito estufa, promovendo o desenvolvimento sustentável. Mas deixa claro que tais resultados dependem do acesso e da disponibilidade de energia elétrica.

Leia Também:  Denúncias de superlotação e briga de facções motivam audiência na Direitos Humanos

Gil Pereira, ao final, opinou pela aprovação da proposta, sugerindo que a Lei 11.405 seja alterada na Seção IX – Da Eletrificação Rural, do Capítulo IV – Dos Instrumentos de Política Agrícola. Isso difere da proposta do substitutivo nº 1 , que propunha, em vez da criação de um programa mineiro, diretrizes para a política voltada ao setor.

O deputado registrou que acolheu em seu parecer emenda do deputado Ricardo Campos (PT), que propôs novos dispositivos ao substitutivo nº 2. Antes de ir a Plenário, o PL 404/23 ainda passa pelas Comissões de Agropecuária e Agroindústria e de Fiscalização Financeira e Orçamentária.

Incentivo ao consumo de etanol também recebe aval

Ainda na mesma reunião, foi aprovado parecer favorável de 1º turno ao PL 1.159/23, do deputado Raul Belem (Cidadania), que cria a Política Estadual de Incentivo ao Consumo do Etanol. Também relator, o deputado Gil Pereira opinou pela aprovação da matéria na forma do substitutivo nº 1, da CCJ.

O projeto detalha que a política a ser criada terá como slogan “Na hora de abastecer, Escolha o Etanol”, buscando conscientizar o consumidor sobre a importância ambiental e econômica do etanol e valorizá-lo como produto agropecuário mineiro.

A proposta conta com os objetivos gerais de incentivar o consumo do etanol, de promover o agronegócio, o setor sucroenergético e os produtores rurais, bem como a prática da agricultura de baixo carbono. O texto contém dispositivos que determinam uso prioritário do combustível na frota flex do Estado e de suas entidades, condicionado à vantajosa relação de custo do etanol com o da gasolina.

Leia Também:  Energia limpa: Minas Gerais atinge 8 GW em energia solar fotovoltaica e garante liderança nacional 

A CCJ observou que a instituição da política pública proposta pelo PL avança sobre temas de iniciativa do Executivo e, por isso, propôs o substitutivo nº 1.

Gil Pereira lembra que o segmento sucroenergético se destaca pelo vigor tecnológico e pelas soluções ambientais desenvolvidas. Esses avanços são importantes para qualidade do trabalho, redução da pegada de carbono, sustentabilidade dos cultivos e do processo industrial e impactam na consolidação de múltiplas fontes de renda, como o etanol, o açúcar e a energia elétrica.

“Isso culmina em elevada competitividade global, o que coloca o setor entre os destaques do mundo agro; sua expansão levou Minas Gerais à segunda posição na produção de etanol do Brasil”, afirmou.

“Consideramos que o Poder Público pode dedicar ao setor e ao seu principal produto, o etanol, ações e políticas de valorização que os impulsionem ainda mais no Estado e no País”, destacou.

Gil Pereira deu seu apoio à aprovação da matéria, com os aprimoramentos trazidos pela CCJ e uma emenda apresentada pelo deputado Ricardo Campos. Essa emenda prevê entre as diretrizes apoiar as microdestilarias, de modo geral, e também a criação de microdestilarias de base associativista como forma de incentivar o consumo de etanol pelos agricultores associados.

Fonte: Assembleia Legislativa de MG

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

ESPORTES

De campeão olímpico a campeão do povo: Maurício do Vôlei reafirma compromisso com os brasileiros e derrota o retorno do DPVAT

Publicados

em

Ontem foi escrita mais uma página de uma história que já inspirou milhares de brasileiros. A Câmara dos Deputados rejeitou a volta do famigerado DPVAT, o imposto que, durante anos, pesou no bolso de milhões de cidadãos. Entre os nomes que se destacaram nesta batalha, está o deputado federal Maurício do Vôlei, um homem cuja trajetória é marcada pela entrega, pela superação e pelo compromisso inabalável com a nação.

No início do ano passado, ao votar favoravelmente à retomada do DPVAT por engano, Maurício não fugiu de sua responsabilidade. Reconheceu o erro publicamente e, com humildade, pediu desculpas ao povo brasileiro, mostrando que lideranças fortes também sabem ser humanas. Desde então, o deputado trabalhou incansavelmente para provar que sua luta vai além de um voto ou de um discurso — ela é pela proteção dos valores que sustentam nosso país: a família, a fé e a liberdade.

“Sempre defenderei os brasileiros, assim como defendi as cores da bandeira nas quadras. Minha missão não mudou. Não sou daqueles que mudam de camisa para agradar ou vencer uma eleição. Fui, sou e sempre serei conservador, defensor da família, do trabalho honesto e do futuro das próximas gerações”, afirmou o parlamentar, emocionado, logo após a vitória no plenário.

Leia Também:  Preservação da Estação Ecológica de Arêdes será tema de nova audiência

Assim como em sua carreira no vôlei, Maurício jogou limpo. Diferente de muitos que alternam entre partidos e bandeiras de acordo com o vento político, ele permaneceu firme em seus princípios no PL. Para ele, o mandato não é sobre garantir reeleição; é sobre construir um legado — um Brasil que mantenha suas raízes e seu povo livre de amarras.

Ontem, a Câmara mandou um recado claro ao país: impostos que penalizam ainda mais os trabalhadores brasileiros, como o DPVAT, não têm espaço aqui. E Maurício do Vôlei deixou registrado que está e sempre estará em defesa das pessoas que acreditam num Brasil forte e justo.

Se ontem ele estava nas quadras levantando troféus pelo Brasil, hoje ele ergue as bandeiras da família, da justiça e do povo. Maurício do Vôlei segue sendo um campeão — não só no esporte, mas na vida pública.

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

ALPINÓPOLIS E REGIÃO

MINAS GERAIS

POLÍCIA

ENTRETENIMENTO

MAIS LIDAS DA SEMANA