Política
Programa de concessões rodoviárias do Executivo de volta à berlinda

Debater a programação de concessões rodoviárias pelo Estado. Este é o objetivo da audiência pública que a Comissão de Participação Popular realiza nesta terça-feira (13/6/23), a partir das 16 horas, no Plenarinho II da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG).
O edital ainda não foi publicado pelo governo estadual, mas a expectativa é que isso aconteça em breve, o que vem preocupando lideranças regionais. O requerimento para a realização do debate é do presidente da comissão, deputado Marquinho Lemos (PT), e de seus colegas de partido Doutor Jean Freire e Leleco Pimentel, ambos também membros efetivos da mesma comissão.
Para a audiência desta terça (13), foram convidados representantes das Secretarias de Estado de Governo e de Infraestrutura e Mobilidade, do Departamento de Edificações e Estradas de Rodagem e dos poderes públicos de diversos municípios do Estado.
No último dia 29 de maio, o Programa de Concessões Rodoviárias foi discutido em outra audiência da mesma comissão, realizada em Ponte Nova. Na ocasião, foi abordado com mais atenção a concessão da rodovia BR-356, entre Nova Lima (Região Metropolitana de Belo Horizonte) e Ouro Preto (Região Central), que para ser duplicada pela iniciativa privada deve ter uma tarifa de pedágio de R$ 14,51, o que revoltou os participantes da reunião.
O valor constaria em documentos do Programa de Concessões Rodoviárias, neste caso o lote 7, que abrange 190,3 km de três rodovias: a BR-356 e as MGs 262 e 329, em 11 municípios das três regiões citadas: Nova Lima, Itabirito, Rio Acima, Ouro Preto, Mariana, Acaiaca, Barra Longa, Urucânia, Ponte Nova, Piedade de Ponte Nova e Rio Casca.
Ao longo dos 190,3 km serão quatro pedágios: o de Nova Lima cobrará R$ 14,51; o de Ouro Preto será de R$ 11,71; de Acaiaca custará R$ 11,24; e o de Ponte Nova cobrará R$ 6,58. Para ir de Belo Horizonte a Rio Casca, um custo total de R$ 44,04.
Tais valores podem ter uma redução de até 20% se os interessados na concessão se propuserem a reduzir os preços, o que não é garantido. O trecho seria de interesse especial de empresas mineradoras cujos caminhões fazem o transporte ininterrupto do produto.
Na audiência, Marquinho Lemos alertou que o alto valor da tarifa não é o único problema na proposta de privatização elaborada pelo Poder Executivo. “O edital prevê que as obras de duplicação só comecem no terceiro ano e as cobranças se iniciem no terceiro mês. Para algumas das melhorias, o prazo de execução chega a 30 anos”, criticou.
Fonte: Assembleia Legislativa de MG


ESPORTES
De campeão olímpico a campeão do povo: Maurício do Vôlei reafirma compromisso com os brasileiros e derrota o retorno do DPVAT

Ontem foi escrita mais uma página de uma história que já inspirou milhares de brasileiros. A Câmara dos Deputados rejeitou a volta do famigerado DPVAT, o imposto que, durante anos, pesou no bolso de milhões de cidadãos. Entre os nomes que se destacaram nesta batalha, está o deputado federal Maurício do Vôlei, um homem cuja trajetória é marcada pela entrega, pela superação e pelo compromisso inabalável com a nação.
No início do ano passado, ao votar favoravelmente à retomada do DPVAT por engano, Maurício não fugiu de sua responsabilidade. Reconheceu o erro publicamente e, com humildade, pediu desculpas ao povo brasileiro, mostrando que lideranças fortes também sabem ser humanas. Desde então, o deputado trabalhou incansavelmente para provar que sua luta vai além de um voto ou de um discurso — ela é pela proteção dos valores que sustentam nosso país: a família, a fé e a liberdade.
“Sempre defenderei os brasileiros, assim como defendi as cores da bandeira nas quadras. Minha missão não mudou. Não sou daqueles que mudam de camisa para agradar ou vencer uma eleição. Fui, sou e sempre serei conservador, defensor da família, do trabalho honesto e do futuro das próximas gerações”, afirmou o parlamentar, emocionado, logo após a vitória no plenário.
Assim como em sua carreira no vôlei, Maurício jogou limpo. Diferente de muitos que alternam entre partidos e bandeiras de acordo com o vento político, ele permaneceu firme em seus princípios no PL. Para ele, o mandato não é sobre garantir reeleição; é sobre construir um legado — um Brasil que mantenha suas raízes e seu povo livre de amarras.
Ontem, a Câmara mandou um recado claro ao país: impostos que penalizam ainda mais os trabalhadores brasileiros, como o DPVAT, não têm espaço aqui. E Maurício do Vôlei deixou registrado que está e sempre estará em defesa das pessoas que acreditam num Brasil forte e justo.
Se ontem ele estava nas quadras levantando troféus pelo Brasil, hoje ele ergue as bandeiras da família, da justiça e do povo. Maurício do Vôlei segue sendo um campeão — não só no esporte, mas na vida pública.
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