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Programa Saúde na Escola é defendido no combate à dengue

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No momento em que Minas e o País vivem uma evolução recorde dos casos de dengue, o fortalecimento do Programa Saúde na Escola (PSE) foi uma das principais ações defendidas nesta quarta-feira (6/3/24) para que a educação pública entre de fato no combate à doença. O assunto foi discutido em audiência na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), realizada pela Comissão de Educação, Ciência e Tecnologia.

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A reunião foi pedida pelas deputadas Beatriz Cerqueira (PT), presidenta da comissão, Macaé Evaristo (PT) e Lohanna (PV) e pelos deputados Betão (PT) e Professor Cleiton (PV), para debater a importância da adoção de ações pelo Governo do Estado junto às escolas no combate à dengue, zika e chikungunya, arboviroses que têm como vetor o mosquisto Aedes aegypti.

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O PSE envolve as esferas federal, estadual e municipal e foi uma das ações abordadas na reunião pelo Ministério da Saúde (MS) e de importância destacada por representantes do Fórum Mineiro de Educação Infantil (FMEI) e do Conselho Estadual de Saúde, que, no entanto, alertaram para a necessidade de o PSE chegar a mais escolas e de que haja controle social da destinação das verbas públicas.

Ministério destaca adesão de cidades

Abordando ações como o PSE, Eder Fernandes, diretor do Departamento do Programa Nacional de Imunizações (DPNI) do Ministério da Saúde, defendeu que o ambiente escolar seja mais aproveitado para a promoção da saúde por meio da sensibilização e da conscientização da comunidade escolar.

Analisando o contexto de crescimento dos casos de dengue, ele alertou que esse processo envolvendo as escolas deve ser contínuo, porque as arboviroses estão cada vez mais presentes. As causas iriam desde a adaptação do mosquito ao meio urbano até o aquecimento global, que cria ambiente favorável à proliferação do mosquito.

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Nesse sentido, ele frisou que foi resgatado o Programa Saúde na Escola, com a adesão de mais de 95% dos municípios brasileiros, que em pelo menos uma escola desenvolvem atividades educacionais alinhadas com a saúde.

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Eder Fernandes ainda ressaltou que o MS criou uma instância para discussão permanente da situação da dengue e outras doenças, e tem atuado, em proximidade com o Ministério da Educação (MEC), para vencer a desarticulação entre os entes federados, que segundo ele foi deixada pela gestão federal anterior.

A estratégia, segundo o gestor, oferece ferramentas para estados e municípios ampliarem seu cuidado, incluindo a imunização contra doenças, inclusive em escolas. Para isso, foi destinada em 2023 verba extra de R$150 milhões no País e outra parcela do mesmo valor deverá ser destinada no primeiro semestre deste ano. Contudo, ele não falou especificamente de vacinação contra a dengue em escolas, nessa etapa.

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Expansão para escolas ainda é necessária

Rosália Dinis, representante da Secretaria de Estado de Educação, frisou por sua vez que quase 100% dos municípios mineiros (851 dos 853) aderiu ao chamado Grupo de Trabalho Intersetorial Municipal (GTI-M) do Programa de Saúde na Escola.

Contudo, lembrou que cada município, após avaliar sua capacidade de articular as equipes de saúde e as escolas, é que define quais as instituições serão aderidas de fato. Foi nesse sentido que convidados defenderam que é preciso ampliar em Minas o número de unidades escolares engajadas no PSE, hoje em torno de 68% do total, entre municipais e estaduais, e não se ater ao número de cidades.

Rosália Diniz ainda abordou ações desenvolvidas pelas regionais tanto da SEE como da Secretaria de Estado de Saúde (SES) de articulação entre Unidades Básicas de Saúde e escolas, e destacou, por exemplo, a elaboração de caderno sobre saúde ambiental e mais recentemente de uma cartilha sobre a dengue, lançada no mês passado com sugestões de atividades que o professor pode usar nas escolas.

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Controle social

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Stelle de Araújo, representante do Fórum Mineiro de Educação Infantil, comemorou a retomada do PSE ao registrar que o programa nos últimos anos havia se limitado a abordagens em áreas como educação física e alimentação, e agora ganhou corpo incluindo ações referentes também à dengue, entre muitas outras.

Ela defendeu, contudo, que seja criado um comitê para controle de todo o programa em Minas, verificando se os critérios para a distribuição dos recursos federais têm sido cupridos, tendo em vista que em mais de 97% das escolas foi encontrado o mosquito transmissor da dengue, segundo frisou.

A representante do Conselho Estadual de Saúde Gláucia Batista também defendeu o controle social da aplicação dos recursos do PSE e ainda mudanças na linguagem beligerante que na sua avaliação tem prevalecido em campanhas de combate à dengue, maior mobilização social para prevenir e combater a doença e valorização da ciência nas escolas.

Já Berenice Diniz, da Fundação Oswaldo Cruz e do Grupo de Pesquisa Saúde, Educação e Cidadania, destacou o projeto “Vamo junto?-Enfrentando a Dengue, Zika e Chikungunya”, uma plataforma que presta informações confiáveis e motiva os alunos a pensarem em transformações locais que possam tornar seus ambientes mais saudáveis.

˜É inadmissível que tenhamos mortes por dengue, uma doença que todo mundo conhece e sabe de seu manejo. É importante que o poder público defenda a vacina para criar confiança na sociedade”, ainda frisou.

Fonte: Assembleia Legislativa de MG

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ESPORTES

De campeão olímpico a campeão do povo: Maurício do Vôlei reafirma compromisso com os brasileiros e derrota o retorno do DPVAT

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Ontem foi escrita mais uma página de uma história que já inspirou milhares de brasileiros. A Câmara dos Deputados rejeitou a volta do famigerado DPVAT, o imposto que, durante anos, pesou no bolso de milhões de cidadãos. Entre os nomes que se destacaram nesta batalha, está o deputado federal Maurício do Vôlei, um homem cuja trajetória é marcada pela entrega, pela superação e pelo compromisso inabalável com a nação.

No início do ano passado, ao votar favoravelmente à retomada do DPVAT por engano, Maurício não fugiu de sua responsabilidade. Reconheceu o erro publicamente e, com humildade, pediu desculpas ao povo brasileiro, mostrando que lideranças fortes também sabem ser humanas. Desde então, o deputado trabalhou incansavelmente para provar que sua luta vai além de um voto ou de um discurso — ela é pela proteção dos valores que sustentam nosso país: a família, a fé e a liberdade.

“Sempre defenderei os brasileiros, assim como defendi as cores da bandeira nas quadras. Minha missão não mudou. Não sou daqueles que mudam de camisa para agradar ou vencer uma eleição. Fui, sou e sempre serei conservador, defensor da família, do trabalho honesto e do futuro das próximas gerações”, afirmou o parlamentar, emocionado, logo após a vitória no plenário.

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Assim como em sua carreira no vôlei, Maurício jogou limpo. Diferente de muitos que alternam entre partidos e bandeiras de acordo com o vento político, ele permaneceu firme em seus princípios no PL. Para ele, o mandato não é sobre garantir reeleição; é sobre construir um legado — um Brasil que mantenha suas raízes e seu povo livre de amarras.

Ontem, a Câmara mandou um recado claro ao país: impostos que penalizam ainda mais os trabalhadores brasileiros, como o DPVAT, não têm espaço aqui. E Maurício do Vôlei deixou registrado que está e sempre estará em defesa das pessoas que acreditam num Brasil forte e justo.

Se ontem ele estava nas quadras levantando troféus pelo Brasil, hoje ele ergue as bandeiras da família, da justiça e do povo. Maurício do Vôlei segue sendo um campeão — não só no esporte, mas na vida pública.

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