Política
Projeto autoriza contratação temporária de professores

O Projeto de Lei (PL) 875/23, do governador, que autoriza a contratação temporária de professores pelo Poder Executivo para atender a necessidade excepcional, recebeu parecer pela sua legalidade da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) nesta terça-feira (5/9/23).
Mais especificamente, a proposição trata de profissionais para a função de magistério, o que engloba, além do ensino em si, pesquisa, extensão, supervisão, orientação, inspeção, coordenação, chefia, direção e assessoramento nas unidades estaduais de ensino de educação básica, superior, profissional e tecnológica.
Entre as hipóteses de necessidade temporária por excepcional interesse público elencadas no projeto, estão a substituição transitória de servidor em afastamento, novas demandas decorrentes da expansão das atividades das instituições estaduais de ensino e o atendimento a alunos com necessidades especiais.
A contratação, sempre limitada ao encerramento do calendário escolar correspondente e nunca superior a dois anos, se dará:
- pelo tempo de afastamento do servidor titular;
- pelo tempo necessário à realização de concurso público, no caso de substituição de servidores nomeados para ocupar cargos comissionados ou cedidos a outros órgãos públicos e instituições conveniadas, limitada a 30% do número total de cargos previstos em lei em cada órgão ou entidade;
- pelo período necessário para atender a motivação da autoridade contratante.
Essas contratações temporárias serão feitas mediante processo seletivo simplificado e custeadas por dotação orçamentária específica.
A remuneração dos contratados terá como referência o vencimento básico inicial da carreira correspondente às funções que lhe serão atribuídas, somado às vantagens estatutárias previstas em lei.
O profissional contratado temporariamente poderá optar pela assistência médica, hospitalar e odontológica prestada pelo Instituto de Previdência dos Servidores do Estado (Ipsemg), com alíquota a ser descontada de sua remuneração.
Contudo, ele não poderá ser novamente contratado, salvo para a assistência a situações de emergência ou quando tiver outro processo seletivo para a nova contratação.
A proposição ressalta, no entanto, que o Executivo dará prioridade à realização de concurso público para suprir insuficiência de pessoal.
Ajuste na legislação
Presidente da CCJ e relator da matéria, o deputado Arnaldo Silva (União) explica, em seu parecer, que o projeto pretende ajustar a legislação às Constituições Estadual e Federal, de modo a garantir a prestação do serviço público na educação.
Isso porque o Supremo Tribunal Federal (STF) declarou a não recepção pela Constituição da República de dispositivos do estatuto do pessoal do magistério público do Estado e da lei que instituiu o quadro de pessoal das unidades estaduais de ensino, o que traria risco de prejuízo à continuidade e universalidade dos serviços públicos de educação.
O relator não sugeriu modificações no texto original do PL 875/23, que segue agora para análise da Comissão de Educação, Ciência e Tecnologia.
Fonte: Assembleia Legislativa de MG


ESPORTES
De campeão olímpico a campeão do povo: Maurício do Vôlei reafirma compromisso com os brasileiros e derrota o retorno do DPVAT

Ontem foi escrita mais uma página de uma história que já inspirou milhares de brasileiros. A Câmara dos Deputados rejeitou a volta do famigerado DPVAT, o imposto que, durante anos, pesou no bolso de milhões de cidadãos. Entre os nomes que se destacaram nesta batalha, está o deputado federal Maurício do Vôlei, um homem cuja trajetória é marcada pela entrega, pela superação e pelo compromisso inabalável com a nação.
No início do ano passado, ao votar favoravelmente à retomada do DPVAT por engano, Maurício não fugiu de sua responsabilidade. Reconheceu o erro publicamente e, com humildade, pediu desculpas ao povo brasileiro, mostrando que lideranças fortes também sabem ser humanas. Desde então, o deputado trabalhou incansavelmente para provar que sua luta vai além de um voto ou de um discurso — ela é pela proteção dos valores que sustentam nosso país: a família, a fé e a liberdade.
“Sempre defenderei os brasileiros, assim como defendi as cores da bandeira nas quadras. Minha missão não mudou. Não sou daqueles que mudam de camisa para agradar ou vencer uma eleição. Fui, sou e sempre serei conservador, defensor da família, do trabalho honesto e do futuro das próximas gerações”, afirmou o parlamentar, emocionado, logo após a vitória no plenário.
Assim como em sua carreira no vôlei, Maurício jogou limpo. Diferente de muitos que alternam entre partidos e bandeiras de acordo com o vento político, ele permaneceu firme em seus princípios no PL. Para ele, o mandato não é sobre garantir reeleição; é sobre construir um legado — um Brasil que mantenha suas raízes e seu povo livre de amarras.
Ontem, a Câmara mandou um recado claro ao país: impostos que penalizam ainda mais os trabalhadores brasileiros, como o DPVAT, não têm espaço aqui. E Maurício do Vôlei deixou registrado que está e sempre estará em defesa das pessoas que acreditam num Brasil forte e justo.
Se ontem ele estava nas quadras levantando troféus pelo Brasil, hoje ele ergue as bandeiras da família, da justiça e do povo. Maurício do Vôlei segue sendo um campeão — não só no esporte, mas na vida pública.
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