Política
Projeto do Fhidro já pode ser votado de forma definitiva

O Projeto de Lei (PL) 2.885/21, do governador, que altera as regras do Fhidro, o Fundo de Recuperação, Proteção e Desenvolvimento Sustentável das Bacias Hidrográficas do Estado de Minas Gerais, já está pronto para ser votado de forma definitiva pelo Plenário da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG).
Durante reunião realizada na tarde desta segunda-feira (18/12/23), a Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável aprovou parecer favorável ao projeto, em 2º turno, na forma de um novo texto, o substitutivo nº 1 ao vencido (texto aprovado pelo Plenário no 1º turno).
Criado em 1999, o Fhidro tem o objetivo de dar suporte financeiro a iniciativas que promovem a racionalização do uso e a melhoria dos recursos hídricos em Minas.
O relator, deputado Tito Torres (PSD), afirmou que o novo texto apenas procura deixar mais claros os comandos de quatro artigos (7º, 17, 25 e 26). Segundo ele, os comitês de bacias em Minas Gerais não recebem recursos do Fhidro desde 2014, problema que deve ser corrigido com a aprovação do projeto.
Ajuste em menção ao Igam
O artigo 7º trata das atribuições da Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Semad) no Fhidro e ganhou ajuste no texto do relator, em dispositivo relacionado ao Instituto de Gestão das Águas (parágrafo 3º).
Fica mantido que o Igam compartilhará com a Semad a função de agente financeiro na modalidade não reembolsável, na execução das finalidades descritas ao longo de outros dispositivos do projeto, mas deixando expresso que isso se dará quando o Igam for o executor dos recursos do Fhidro.
Já o artigo 17 especifica que os recursos de até 10% do Fhidro assegurados aos comitês de bacias hidrográficas serão destinados para que estes paguem despesas de custeio e investimento necessárias a sua estruturação física e operacional.
O novo texto do relator retira a menção de que haverá regulamento futuro sobre esse comando, bem como suprime também a ressalva de que isso valeria desde que o comitê não tenha implantado cobrança pelo uso de recursos hídricos.
Já o artigo 25 trata da obtenção do financiamento reembolsável por instituições. Foi retirada a menção de que estão dispensadas da apresentação de contrapartida as agências de bacia hidrográfica ou entidades a elas equiparadas; e as pessoas jurídicas de direito privado sem fins lucrativos que se relacionem com a proteção e a preservação do meio ambiente e dos recursos hídricos.
No caso dessas últimas, permanece nesse artigo dispositivo que trata da necessidade de comprovação de sua atuação na área, bem como para outras instituições cuja menção não mudou.
Por fim, o artigo 26 trata da possibilidade de contrato de gestão para a realização de recursos de financiamento não reembolsáveis por entidades equiparadas a agência de bacia, com essência mantida em nova redação.
Emenda
Já proposta de emenda apresentada pela deputada Bella Gonçalves (Psol) e pelo deputado Doutor Jean Freire (PT) foi rejeitada. Ela autorizava a criação do Fórum Mineiro de Comitês de Bacia Hidrográfica (FMCB) como ente representativo dos comitês constituídos no Estado.
Fonte: Assembleia Legislativa de MG


ESPORTES
De campeão olímpico a campeão do povo: Maurício do Vôlei reafirma compromisso com os brasileiros e derrota o retorno do DPVAT

Ontem foi escrita mais uma página de uma história que já inspirou milhares de brasileiros. A Câmara dos Deputados rejeitou a volta do famigerado DPVAT, o imposto que, durante anos, pesou no bolso de milhões de cidadãos. Entre os nomes que se destacaram nesta batalha, está o deputado federal Maurício do Vôlei, um homem cuja trajetória é marcada pela entrega, pela superação e pelo compromisso inabalável com a nação.
No início do ano passado, ao votar favoravelmente à retomada do DPVAT por engano, Maurício não fugiu de sua responsabilidade. Reconheceu o erro publicamente e, com humildade, pediu desculpas ao povo brasileiro, mostrando que lideranças fortes também sabem ser humanas. Desde então, o deputado trabalhou incansavelmente para provar que sua luta vai além de um voto ou de um discurso — ela é pela proteção dos valores que sustentam nosso país: a família, a fé e a liberdade.
“Sempre defenderei os brasileiros, assim como defendi as cores da bandeira nas quadras. Minha missão não mudou. Não sou daqueles que mudam de camisa para agradar ou vencer uma eleição. Fui, sou e sempre serei conservador, defensor da família, do trabalho honesto e do futuro das próximas gerações”, afirmou o parlamentar, emocionado, logo após a vitória no plenário.
Assim como em sua carreira no vôlei, Maurício jogou limpo. Diferente de muitos que alternam entre partidos e bandeiras de acordo com o vento político, ele permaneceu firme em seus princípios no PL. Para ele, o mandato não é sobre garantir reeleição; é sobre construir um legado — um Brasil que mantenha suas raízes e seu povo livre de amarras.
Ontem, a Câmara mandou um recado claro ao país: impostos que penalizam ainda mais os trabalhadores brasileiros, como o DPVAT, não têm espaço aqui. E Maurício do Vôlei deixou registrado que está e sempre estará em defesa das pessoas que acreditam num Brasil forte e justo.
Se ontem ele estava nas quadras levantando troféus pelo Brasil, hoje ele ergue as bandeiras da família, da justiça e do povo. Maurício do Vôlei segue sendo um campeão — não só no esporte, mas na vida pública.
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