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Projeto estabelece diretrizes para a fiscalização das concessões rodoviárias

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A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) aprovou, nesta terça-feira (29/8/23), parecer pela legalidade do Projeto de Lei (PL) 445/23, que trata da regulação e fiscalização das concessões rodoviárias no Estado.

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De autoria do deputado Doutor Maurício (Novo), a proposição estabelece requisitos para os editais de licitação destinados à seleção do concessionário e para os próprios contratos de concessão.

Nesses contratos celebrados entre o Estado e as concessionárias deverão constar as obrigações e as responsabilidades da cada uma das partes. Eles também deverão estabelecer, de forma clara, os deveres das concessionárias relacionadas à manutenção das rodovias e às obras de melhoria e expansão da malha viária.

O edital das concessões deverá trazer, entre outros itens, o objeto da licitação, o critério de escolha do vencedor, o prazo de concessão, o cronograma de obras e as estimativas de custos. Outras informações exigidas serão os valores das tarifas, a localização das praças de pedágio e a metodologia de fiscalização da concessão.

O relator da matéria, deputado Zé Laviola (Novo), sugeriu aprimoramentos no projeto original, por meio do substitutivo nº 1. O novo texto exclui a atribuição ao Departamento de Estradas de Rodagem do Estado (DER-MG) de fiscalizar as concessões e receber anualmente relatórios de gestão, uma vez que dispor sobre competências de órgãos do Poder Executivo é iniciativa privativa do governador.

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Assim, relatórios de atividades, balanços financeiros e indicadores de desempenho deverão ser apresentados pelas concessionárias, anualmente, ao órgão responsável pela fiscalização do contrato.

Como a legislação atual já disciplina a concessão dos serviços rodoviários, o substitutivo ainda propõe que o conteúdo do projeto seja inserido na Lei 12.219, de 1996.

O PL 445/23 segue agora para análise das Comissões de Transporte, Comunicação e Obras Públicas e de Administração Pública.

Tarifas do transporte público

Outro projeto avalizado pela CCJ foi o PL 440/19, do deputado Arlen Santiago (Avante), que visa dar publicidade aos documentos técnicos e ao cálculo utilizados para a revisão das tarifas do transporte coletivo urbano, entre municípios e rural.

Originalmente, a proposição obriga as empresas concessionárias e os órgãos reguladores a divulgarem em seus sites informações como custos fixos e variáveis, despesas com pessoal e manutenção, tributos e dados operacionais.

O relator, deputado Charles Santos (Republicanos), que apresentou o substitutivo nº 1, explica em seu parecer que os componentes da tarifa e sua forma de cálculo já estão devidamente regulados. Ele também pondera que compete aos municípios e à União legislar sobre o transporte urbano e o interestadual, respectivamente, restando ao PL 440/19 dispor sobre o transporte intermunicipal e metropolitano.

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O novo texto também promove adequações na técnica legislativa e exclui dispositivos que poderiam violar o direito à intimidade e à privacidade.

O substitutivo ainda estabelece que a divulgação das informações citadas se dará no prazo de 60 dias contados da data da revisão tarifária e que a futura lei entrará em vigor 120 dias após a data de sua publicação.

A Comissão de Transporte, Comunicação e Obras Públicas será a próxima a analisar a matéria.

Fonte: Assembleia Legislativa de MG

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ESPORTES

De campeão olímpico a campeão do povo: Maurício do Vôlei reafirma compromisso com os brasileiros e derrota o retorno do DPVAT

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Ontem foi escrita mais uma página de uma história que já inspirou milhares de brasileiros. A Câmara dos Deputados rejeitou a volta do famigerado DPVAT, o imposto que, durante anos, pesou no bolso de milhões de cidadãos. Entre os nomes que se destacaram nesta batalha, está o deputado federal Maurício do Vôlei, um homem cuja trajetória é marcada pela entrega, pela superação e pelo compromisso inabalável com a nação.

No início do ano passado, ao votar favoravelmente à retomada do DPVAT por engano, Maurício não fugiu de sua responsabilidade. Reconheceu o erro publicamente e, com humildade, pediu desculpas ao povo brasileiro, mostrando que lideranças fortes também sabem ser humanas. Desde então, o deputado trabalhou incansavelmente para provar que sua luta vai além de um voto ou de um discurso — ela é pela proteção dos valores que sustentam nosso país: a família, a fé e a liberdade.

“Sempre defenderei os brasileiros, assim como defendi as cores da bandeira nas quadras. Minha missão não mudou. Não sou daqueles que mudam de camisa para agradar ou vencer uma eleição. Fui, sou e sempre serei conservador, defensor da família, do trabalho honesto e do futuro das próximas gerações”, afirmou o parlamentar, emocionado, logo após a vitória no plenário.

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Assim como em sua carreira no vôlei, Maurício jogou limpo. Diferente de muitos que alternam entre partidos e bandeiras de acordo com o vento político, ele permaneceu firme em seus princípios no PL. Para ele, o mandato não é sobre garantir reeleição; é sobre construir um legado — um Brasil que mantenha suas raízes e seu povo livre de amarras.

Ontem, a Câmara mandou um recado claro ao país: impostos que penalizam ainda mais os trabalhadores brasileiros, como o DPVAT, não têm espaço aqui. E Maurício do Vôlei deixou registrado que está e sempre estará em defesa das pessoas que acreditam num Brasil forte e justo.

Se ontem ele estava nas quadras levantando troféus pelo Brasil, hoje ele ergue as bandeiras da família, da justiça e do povo. Maurício do Vôlei segue sendo um campeão — não só no esporte, mas na vida pública.

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