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Projeto estabelece prazo para que denúncias de crimes em barragens sejam encaminhadas para apuração

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A Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) aprovou, nesta quinta-feira (29/2/24), pareceres de 2º turno favoráveis a dois projetos de lei (PLs), para alterar legislações em vigor no Estado. As proposições retornam ao Plenário, para análise definitiva.

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O PL 383/19, do deputado Charles Santos (Republicanos) sofreu alterações na fase de discussão de 1º turno que foram acatadas pelo Plenário. O relator da matéria, Gustavo Santana (PL), opinou por manter a decisão do colegiado no parecer de 2º turno.

Na forma aprovada, o projeto prevê que denúncias de crime e de não conformidade referente à segurança de barragens, represas, açudes, lagos e lagoas serão encaminhadas, no prazo de dois dias a contar de seu recebimento, ao órgão competente, para apuração.

O comando foi inserido por um novo artigo na Lei 14.986, de 2004, que institui serviço de disque-denúncia de agressões ao meio ambiente no território do Estado.

Controle populacional de cães e gatos

Já o PL 76/23, de autoria do deputado Grego da Fundação (PMN), recebeu novo texto apresentado pelo relator Noraldino Júnior (PSB). O substitutivo nº 1 faz adequações na redação aprovada pelo Plenário em 1º turno sem, contudo, alterar o teor do comando.

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A proposição altera a Lei 21.970, de 2016, que dispõe sobre a proteção, a identificação e o controle populacional de cães e gatos. O projeto determina uma nova redação ao caput e ao inciso I do artigo 8º da norma, que trata sobre o teor das campanhas educativas promovidas pelo poder público sobre a proteção, a identificação e o controle populacional de cães e gatos. Dentre as diretrizes, deverá ser destacada a importância da esterilização cirúrgica para o controle reprodutivo e a saúde animal, inclusive como meio de prevenção de câncer em cães e gatos.

Do mesmo autor da proposição anterior, o PL 16/23 também recebeu parecer de 1º tuno de Noraldino Júnior, que opinou por acatar o texto original. O projeto pretende proibir o tabagismo nas unidades de conservação (UCs) do Estado.

Para tanto, acrescenta um artigo à Lei 12.903, de 1998, que define medidas para combater o tabagismo no Estado e proíbe o uso do cigarro e similares nos locais que menciona, para incluir as UCs como um desses espaços. A proposição segue para análise preliminar do Plenário.

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Fonte: Assembleia Legislativa de MG

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ESPORTES

De campeão olímpico a campeão do povo: Maurício do Vôlei reafirma compromisso com os brasileiros e derrota o retorno do DPVAT

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Ontem foi escrita mais uma página de uma história que já inspirou milhares de brasileiros. A Câmara dos Deputados rejeitou a volta do famigerado DPVAT, o imposto que, durante anos, pesou no bolso de milhões de cidadãos. Entre os nomes que se destacaram nesta batalha, está o deputado federal Maurício do Vôlei, um homem cuja trajetória é marcada pela entrega, pela superação e pelo compromisso inabalável com a nação.

No início do ano passado, ao votar favoravelmente à retomada do DPVAT por engano, Maurício não fugiu de sua responsabilidade. Reconheceu o erro publicamente e, com humildade, pediu desculpas ao povo brasileiro, mostrando que lideranças fortes também sabem ser humanas. Desde então, o deputado trabalhou incansavelmente para provar que sua luta vai além de um voto ou de um discurso — ela é pela proteção dos valores que sustentam nosso país: a família, a fé e a liberdade.

“Sempre defenderei os brasileiros, assim como defendi as cores da bandeira nas quadras. Minha missão não mudou. Não sou daqueles que mudam de camisa para agradar ou vencer uma eleição. Fui, sou e sempre serei conservador, defensor da família, do trabalho honesto e do futuro das próximas gerações”, afirmou o parlamentar, emocionado, logo após a vitória no plenário.

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Assim como em sua carreira no vôlei, Maurício jogou limpo. Diferente de muitos que alternam entre partidos e bandeiras de acordo com o vento político, ele permaneceu firme em seus princípios no PL. Para ele, o mandato não é sobre garantir reeleição; é sobre construir um legado — um Brasil que mantenha suas raízes e seu povo livre de amarras.

Ontem, a Câmara mandou um recado claro ao país: impostos que penalizam ainda mais os trabalhadores brasileiros, como o DPVAT, não têm espaço aqui. E Maurício do Vôlei deixou registrado que está e sempre estará em defesa das pessoas que acreditam num Brasil forte e justo.

Se ontem ele estava nas quadras levantando troféus pelo Brasil, hoje ele ergue as bandeiras da família, da justiça e do povo. Maurício do Vôlei segue sendo um campeão — não só no esporte, mas na vida pública.

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