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Projeto federal sobre trabalho de motoristas de aplicativo pauta audiência

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Polêmico, o Projeto de Lei Complementar Federal (PLP) 12/24, de autoria do governo federal e que muda as relações de trabalho dos chamados “motoristas de aplicativo, será tema de audiência pública nesta quarta-feira (3/4/23), na Comissão de Assuntos Municipais da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG).

O debate, que atende a requerimento do deputado Carlos Henrique (Republicanos), está previsto para acontecer a partir das 16 horas, no Auditório José Alencar. A Comissão do Trabalho, da Previdência e da Assistência Social foi convidada para também participar do debate.

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O PLP 12/24, fruto de negociações entre o governo federal, empresas e sindicatos, introduz a categoria do “trabalhador autônomo por plataforma” sem estabelecer um vínculo empregatício. A proposição, que tramita na Câmara dos Deputados, garantiria aos motoristas de aplicativo, na visão do governo federal, um pacote de direitos trabalhistas e previdenciários, como horário e jornada de trabalho.

Esses motoristas teriam a garantia de uma remuneração mínima de R$ 8 por hora trabalhada, com as empresas arcando com 20% das contribuições ao INSS. O restante seria de responsabilidade dos próprios trabalhadores. Inicialmente, os entregadores que prestam serviços por aplicativo não seriam contemplados no projeto.

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Mas parte da categoria tem se mobilizado contra a iniciativa que, na prática, segundo argumentam, levaria à redução dos valores pagos por quilômetro rodado aos impor mais taxações, diminuindo ainda a flexibilidade de trabalho. No último dia 26 de março, motoristas de aplicativo organizaram protestos por todo o Brasil.

Em Belo Horizonte, após percorrem diversas ruas da Capital, motoristas de aplicativo se reuniram nas imediações da ALMG para um ato público, o que levou inclusive ao agendamento da audiência pública desta quarta (3). Para o debate foram convidados diversos representantes da categoria no Estado.

Em seu requerimento, Carlos Henrique lembra a evolução e a importância do serviço prestado pela categoria nos tempos atuais, relevância essa reforçada pela necessidade de isolamento social em razão da pandemia de covid-19. “As empresas tiveram que se adaptar, e o serviço de entregas deixou de ser um diferencial, passando a ser uma necessidade”, pontua.

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Nesse contexto, reforça o deputado, houve um crescimento na oferta de trabalho no setor, mas a contratação do serviço aconteceu, na maioria das vezes, de forma avulsa e sem seguir as regras da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), ou seja, sem vínculo empregatício, sem horário definido e com remuneração atrelada à produtividade.

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Fonte: Assembleia Legislativa de MG

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ESPORTES

De campeão olímpico a campeão do povo: Maurício do Vôlei reafirma compromisso com os brasileiros e derrota o retorno do DPVAT

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Ontem foi escrita mais uma página de uma história que já inspirou milhares de brasileiros. A Câmara dos Deputados rejeitou a volta do famigerado DPVAT, o imposto que, durante anos, pesou no bolso de milhões de cidadãos. Entre os nomes que se destacaram nesta batalha, está o deputado federal Maurício do Vôlei, um homem cuja trajetória é marcada pela entrega, pela superação e pelo compromisso inabalável com a nação.

No início do ano passado, ao votar favoravelmente à retomada do DPVAT por engano, Maurício não fugiu de sua responsabilidade. Reconheceu o erro publicamente e, com humildade, pediu desculpas ao povo brasileiro, mostrando que lideranças fortes também sabem ser humanas. Desde então, o deputado trabalhou incansavelmente para provar que sua luta vai além de um voto ou de um discurso — ela é pela proteção dos valores que sustentam nosso país: a família, a fé e a liberdade.

“Sempre defenderei os brasileiros, assim como defendi as cores da bandeira nas quadras. Minha missão não mudou. Não sou daqueles que mudam de camisa para agradar ou vencer uma eleição. Fui, sou e sempre serei conservador, defensor da família, do trabalho honesto e do futuro das próximas gerações”, afirmou o parlamentar, emocionado, logo após a vitória no plenário.

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Assim como em sua carreira no vôlei, Maurício jogou limpo. Diferente de muitos que alternam entre partidos e bandeiras de acordo com o vento político, ele permaneceu firme em seus princípios no PL. Para ele, o mandato não é sobre garantir reeleição; é sobre construir um legado — um Brasil que mantenha suas raízes e seu povo livre de amarras.

Ontem, a Câmara mandou um recado claro ao país: impostos que penalizam ainda mais os trabalhadores brasileiros, como o DPVAT, não têm espaço aqui. E Maurício do Vôlei deixou registrado que está e sempre estará em defesa das pessoas que acreditam num Brasil forte e justo.

Se ontem ele estava nas quadras levantando troféus pelo Brasil, hoje ele ergue as bandeiras da família, da justiça e do povo. Maurício do Vôlei segue sendo um campeão — não só no esporte, mas na vida pública.

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