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Projeto proíbe danças eróticas nas escolas estaduais

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A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) aprovou, nesta terça-feira (10/10/23), parecer pela legalidade do Projeto de Lei (PL) 1.275/19, que proíbe a exposição de crianças a danças que aludam a atos sexuais nas escolas da rede estadual de ensino.

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Para o deputado Charles Santos (Republicanos), autor do projeto, a erotização precoce de crianças está diretamente ligada ao aumento da violação da dignidade sexual de mulheres e dos casos de estupro de vulnerável. Assim, ele entende que cabe às escolas contribuir para combater os estímulos à erotização infantil nas suas atividades culturais e pedagógicas.

A proibição proposta vale para as atividades desenvolvidas pelas escolas dentro ou fora do seu espaço, em local público ou privado, ou divulgadas em mídias sociais.

Entre os objetivos da proposição, estão orientar os envolvidos em situação de sexualização precoce e envolver a família no processo de construção da cultura do combate à erotização infantil.

O relator da matéria, deputado Bruno Engler (PL), sugeriu um novo texto (substitutivo nº 1) para sanar alguns vícios, tendo em vista que o projeto abrange iniciativas de natureza administrativa, privativas do Poder Executivo, e matérias que devem ser definidas em regulamento.

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Dessa forma, foi excluído, por exemplo, artigo que previa que as escolas do Estado deveriam incluir em seu projeto pedagógico medidas de conscientização, prevenção e combate à erotização infantil.

O substitutivo também veda a reprodução de músicas com conteúdo sexual nessas escolas.

O PL 1.275/19 segue agora para análise da Comissão de Educação, Ciência e Tecnologia.

Defesa do consumidor

A CCJ também avalizou outros dois projetos relacionados à defesa do consumidor. O PL 4.028/22, do deputado Raul Belém (Cidadania), determina que concessionárias e permissionárias de serviços públicos contínuos (como o fornecimento de energia, água e gás) notifiquem, por meio eletrônico, os consumidores sobre a suspensão parcial ou total desses serviços.

Também deverão ser informados o prazo de duração do serviço de manutenção, tarifas em aberto e, consequentemente, a possibilidade de suspensão de fornecimento para esses consumidores.

O relator, deputado Charles Santos, apresentou o substitutivo nº 1 para promover ajustes na técnica legislativa e limitar o alcance da futura lei aos serviços públicos contínuos de responsabilidade do Estado. O novo texto esclarece que a notificação deverá ser realizada por qualquer meio que permita comprovar que a informação foi transmitida ao consumidor.

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Por sua vez, o PL 114/23, do deputado Doutor Jean Freire (PT), assegura ao consumidor o direito de ser informado pelas operadoras de telefonia móvel, em tempo real, sobre a redução de velocidade de conexão à internet.

Para obrigar as prestadoras de serviços de internet móvel e banda larga a apresentar, na fatura mensal de cobrança, gráfico com a demonstração do registro diário da média da velocidade de recebimento e de envio de dados pela internet, o relator, deputado Thiago Cota (PDT), propôs o substitutivo nº 1.

Medida idêntica foi adotada no Espírito Santo e sua constitucionalidade foi atestada pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

Tanto o PL 4.028/22 quanto o PL 114/23 serão avaliados, agora, pela Comissão de Defesa do Consumidor e do Contribuinte.

Fonte: Assembleia Legislativa de MG

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ESPORTES

De campeão olímpico a campeão do povo: Maurício do Vôlei reafirma compromisso com os brasileiros e derrota o retorno do DPVAT

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Ontem foi escrita mais uma página de uma história que já inspirou milhares de brasileiros. A Câmara dos Deputados rejeitou a volta do famigerado DPVAT, o imposto que, durante anos, pesou no bolso de milhões de cidadãos. Entre os nomes que se destacaram nesta batalha, está o deputado federal Maurício do Vôlei, um homem cuja trajetória é marcada pela entrega, pela superação e pelo compromisso inabalável com a nação.

No início do ano passado, ao votar favoravelmente à retomada do DPVAT por engano, Maurício não fugiu de sua responsabilidade. Reconheceu o erro publicamente e, com humildade, pediu desculpas ao povo brasileiro, mostrando que lideranças fortes também sabem ser humanas. Desde então, o deputado trabalhou incansavelmente para provar que sua luta vai além de um voto ou de um discurso — ela é pela proteção dos valores que sustentam nosso país: a família, a fé e a liberdade.

“Sempre defenderei os brasileiros, assim como defendi as cores da bandeira nas quadras. Minha missão não mudou. Não sou daqueles que mudam de camisa para agradar ou vencer uma eleição. Fui, sou e sempre serei conservador, defensor da família, do trabalho honesto e do futuro das próximas gerações”, afirmou o parlamentar, emocionado, logo após a vitória no plenário.

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Assim como em sua carreira no vôlei, Maurício jogou limpo. Diferente de muitos que alternam entre partidos e bandeiras de acordo com o vento político, ele permaneceu firme em seus princípios no PL. Para ele, o mandato não é sobre garantir reeleição; é sobre construir um legado — um Brasil que mantenha suas raízes e seu povo livre de amarras.

Ontem, a Câmara mandou um recado claro ao país: impostos que penalizam ainda mais os trabalhadores brasileiros, como o DPVAT, não têm espaço aqui. E Maurício do Vôlei deixou registrado que está e sempre estará em defesa das pessoas que acreditam num Brasil forte e justo.

Se ontem ele estava nas quadras levantando troféus pelo Brasil, hoje ele ergue as bandeiras da família, da justiça e do povo. Maurício do Vôlei segue sendo um campeão — não só no esporte, mas na vida pública.

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