Política
Projeto propõe gratuidade em eventos esportivos a pessoas com TEA

O Projeto de Lei (PL) 270/23, que institui a cessão gratuita de ingressos esportivos a pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA) recebeu parecer pela constitucionalidade da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), na reunião desta quarta-feira (28/6/23). A proposição, do deputado Charles Santos (Republicanos), recebeu alterações promovidas pelo relator e presidente da comissão, deputado Arnaldo Silva (União).
O novo texto (substitutivo) faz alterações na redação do original, com o objetivo de melhorar a técnica legislativa e evitar problemas jurídicos como da definição de competências específicas para o Executivo ou da ampliação do escopo da proposta para além do campo esportivo. Mantém, no entanto, o teor da proposta do autor.
O projeto assegura gratuidade em eventos esportivos a pessoas com TEA, quando a equipe mandatária desses eventos tiver sofrido penalidades da Justiça Desportiva, que impede partida com público ou a perda de renda obtida com a partida. O benefício é estendido aos pais, cuidadores ou responsáveis da pessoa com TEA, limitada a no máximo dois acompanhantes.
O autor justifica que a medida permite aproveitar da situação de penalidade para promover a inclusão social. E como esses eventos ocorrem sem público, são adequados para pessoas com TEA, que têm muita sensibilidade a ruídos.
Para garantir a execução da medida, o projeto prevê que o regulamento estabelecerá:
- a forma de comprovação do transtorno de espectro autista, bem como da condição de pai, mãe, cuidador ou responsável pela pessoa com TEA
- os órgãos responsáveis pela fiscalização e aplicação das penalidades
- os demais procedimentos necessários ao cumprimento do disposto nesta lei.
Prevê ainda que o não cumprimento da lei acarretará ao infrator o pagamento de multa no valor de duas mil Ufemgs (Unidades Fiscais do Estado de Minas Gerais). Os valores arrecadados serão revertidos ao Conselho Estadual de Defesa de Direitos da Pessoa com Deficiência ou outro órgão que venha a substituí-lo e serão aplicados em ações visando a defesa da pessoa com TEA.
Projeto prevê mais transparência para concessionárias de rodovias
Também recebeu parecer pela constitucionalidade o PL 167/23, do deputado Doutor Jean Freire (PT), que propõe obrigar as concessionárias de pedágio das rodovias mineiras a divulgar, nos trechos sob sua concessão, informação sobre o cumprimento do cronograma de obras. O relator Ricardo Campos (PT) apresentou o substitutivo nº 1 ao texto original.
De acordo com Ricardo Campos, as alterações propostas visam a evitar que os comandos da lei afetem o equilíbrio econômico-financeiro dos contratos já firmados entre as empresas e o poder público, o que é vedado pela lei estadual.
A proposição prevê que a concessionária deverá afixar placas indicativas do cronograma de obras, preferencialmente nas praças de pedágio, com informações, atualizadas semestralmente, sobre o estágio atual das obras e a meta correspondente prevista no cronograma.
Como alternativa, a concessionária pode afixar adesivo com link ou QR Code nas cabines das praças de pedágio, com direcionamento para página da internet que contenha diretamente o cronograma e o estágio das obras, em formato e linguagem que permitam a fácil compreensão, pelo usuário, sobre o cumprimento, a tempo e modo, das obrigações pela concessionária.
Os atrasos nas obras também devem ser comunicados aos usuários, acompanhados da justificativa técnica.
O novo texto determina que a medida, aos contratos já firmados, fica condicionada à manutenção do equilíbrio econômico-financeiro. Remete ao poder concedente a decisão sobre a conveniência da aplicação da lei a esses contratos.
O autor do PL afirma que o objetivo é “favorecer a transparência, aumentando o controle social sobre o cumprimento dos prazos do cronograma de obras das concessionárias de rodovias em Minas Gerais”.
Bancos sem movimentação de dinheiro podem ser dispensados de porta eletrônica
Outra proposição que recebeu parecer de constitucionalidade, foi o PL 434/23, que altera a Lei 12.971, de 1998, que torna obrigatória a instalação de dispositivos de segurança nas agências e nos postos de serviços das instituições bancárias e financeiras. O projeto também recebeu substitutivo apresentado pelo relator Arnaldo Silva.
De autoria do deputado Charles Santos, o projeto, em síntese, busca excepcionar a obrigatoriedade da instalação de porta eletrônica de segurança nos estabelecimentos bancários e de instituições financeiras onde não haja guarda de valores ou movimentação de dinheiro.
Além disso, pretende estabelecer o dever de que agências e postos de serviços das instituições bancárias e financeiras mantenham sistema de monitoramento ininterrupto e alarme com sensor de movimento.
Também propõe alterar o nível de proteção do colete balístico que a instituição bancária ou financeira ou a empresa de vigilância deve fornecer ao trabalhador incumbido da segurança nos estabelecimentos, que deverá ser substituído quando expirar seu prazo de validade.
Por fim, a proposição pretende estabelecer o dever de afixação de sinalização tátil no solo das agências bancárias, unidades de negócios e postos de serviços bancários, para orientação dos clientes com deficiência visual.
O novo texto acatou todas as sugestões do autor e fez pequenas alterações na redação.
Fonte: Assembleia Legislativa de MG


ESPORTES
De campeão olímpico a campeão do povo: Maurício do Vôlei reafirma compromisso com os brasileiros e derrota o retorno do DPVAT

Ontem foi escrita mais uma página de uma história que já inspirou milhares de brasileiros. A Câmara dos Deputados rejeitou a volta do famigerado DPVAT, o imposto que, durante anos, pesou no bolso de milhões de cidadãos. Entre os nomes que se destacaram nesta batalha, está o deputado federal Maurício do Vôlei, um homem cuja trajetória é marcada pela entrega, pela superação e pelo compromisso inabalável com a nação.
No início do ano passado, ao votar favoravelmente à retomada do DPVAT por engano, Maurício não fugiu de sua responsabilidade. Reconheceu o erro publicamente e, com humildade, pediu desculpas ao povo brasileiro, mostrando que lideranças fortes também sabem ser humanas. Desde então, o deputado trabalhou incansavelmente para provar que sua luta vai além de um voto ou de um discurso — ela é pela proteção dos valores que sustentam nosso país: a família, a fé e a liberdade.
“Sempre defenderei os brasileiros, assim como defendi as cores da bandeira nas quadras. Minha missão não mudou. Não sou daqueles que mudam de camisa para agradar ou vencer uma eleição. Fui, sou e sempre serei conservador, defensor da família, do trabalho honesto e do futuro das próximas gerações”, afirmou o parlamentar, emocionado, logo após a vitória no plenário.
Assim como em sua carreira no vôlei, Maurício jogou limpo. Diferente de muitos que alternam entre partidos e bandeiras de acordo com o vento político, ele permaneceu firme em seus princípios no PL. Para ele, o mandato não é sobre garantir reeleição; é sobre construir um legado — um Brasil que mantenha suas raízes e seu povo livre de amarras.
Ontem, a Câmara mandou um recado claro ao país: impostos que penalizam ainda mais os trabalhadores brasileiros, como o DPVAT, não têm espaço aqui. E Maurício do Vôlei deixou registrado que está e sempre estará em defesa das pessoas que acreditam num Brasil forte e justo.
Se ontem ele estava nas quadras levantando troféus pelo Brasil, hoje ele ergue as bandeiras da família, da justiça e do povo. Maurício do Vôlei segue sendo um campeão — não só no esporte, mas na vida pública.
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