Política
Projeto que altera organização do Tribunal de Justiça passa na FFO

O Projeto de Lei Complementar (PLC) 40/23, que promove alterações na estrutura do Poder Judiciário, recebeu parecer de 1º turno pela sua aprovação da Comissão de Fiscalização Financeira e Orçamentária (FFO), nesta terça-feira (21/5/24). A matéria está pronta agora para votação no Plenário.
Entre as mudanças na Lei Complementar 59, de 2001, que contém a organização e divisão judiciárias do Estado, a proposição institui circunscrições judiciárias por grupos de comarcas, assim como a criação de Centro de Apoio Jurisdicional nas comarcas sedes dessas circunscrições. Atualmente, a legislação prevê essa possibilidade apenas em Belo Horizonte.
O projeto também cria dez cargos de juiz de direito auxiliar, de segundo grau, com o direito a receber a diferença de subsídio para o cargo de desembargador. Essa diferença salarial é também prevista para juízes auxiliares da corregedoria, da vice-presidência e da presidência do Tribunal de Justiça.
Outras mudanças são a instituição do “auxílio pré-escolar” e a possibilidade de os magistrados, assim como os servidores do TJMG, receberem pelo menos um terço da remuneração ao tirar férias.
Ainda de acordo com a proposição, os servidores poderão converter em dinheiro as férias não gozadas e outras vantagens de natureza remuneratória, quando não usufruírem do seu direito por necessidade de serviço, assim como as férias-prêmio.
Presidente da FFO e relator da matéria, o deputado Zé Guilherme (PP) propôs um novo texto, o substitutivo nº 2, para corrigir, por sugestão do próprio TJMG, dado relativo às comarcas de primeira entrância no Anexo I do projeto.
O substitutivo também incorpora propostas de emenda de parlamentares. Emenda da deputada Lohanna (PV) garante aos servidores do Poder Judiciário a possibilidade de exercerem mandato eletivo em diretoria de entidades sindicais de representação estadual.
Emendas dos deputados João Magalhães (MDB) e Rodrigo Lopes (União), respectivamente, alteram a relação de comarcas constantes na Lei Complementar 59, de 2001, e tratam da manutenção dos responsáveis interinos em serventias extrajudiciais vagas.
Programa de Residência Jurídica
Outra proposição do Tribunal de Justiça avalizada em 1º turno pela FFO e que já pode ir a Plenário, o PLC 24/23 altera a mesma lei de organização e divisão judiciárias para criar o Programa de Residência Jurídica nos órgãos auxiliares da Justiça.
O objetivo é ofertar oportunidades de aprendizado por meio de atividades no ambiente de trabalho, com acompanhamento e supervisão.
A iniciativa, destinada a bacharéis em Direito formados há no máximo cinco anos, consiste no treinamento em serviço, podendo abranger ensino, pesquisa e extensão, e o auxílio prático a magistrados e servidores do Judiciário.
A proposição prevê que os residentes não poderão exercer atividades privativas de magistrados nem atuar de forma isolada em atividades finalísticas do Poder Judiciário.
Eles também não poderão exercer a advocacia na vigência do programa e vão receber, ao longo do período de participação, uma bolsa-auxílio mensal, cujo valor será definido pelo TJMG.
A participação no programa não vai gerar vínculo trabalhista ou de qualquer natureza com a administração pública.
Resolução do CNJ
O relator, deputado Zé Guilherme, seguiu o entendimento da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), que havia apresentado o substitutivo nº 1. A nova versão ajusta o texto à técnica legislativa e aos comandos da Resolução 439, de 2022, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), especialmente no que diz respeito à jornada de estágio máxima, ao período de duração e à obrigatoriedade de processo seletivo para ingresso no programa.
Assim, o substitutivo estabelece a jornada de estágio máxima de 30 horas semanais e a duração de até 36 meses. A admissão ao programa se dará mediante processo seletivo público, com publicação de edital e ampla divulgação, abrangendo a aplicação de provas objetiva e discursiva, de caráter classificatório e eliminatório.
Subsídio dos defensores públicos
A FFO também emitiu parecer pela aprovação do PL 1.990/24, que autoriza a própria Defensoria Pública a estabelecer os valores dos subsídios de seus membros.
O deputado Zé Guilherme, que relatou a matéria, endossou o substitutivo nº 1, da Comissão de Administração Pública, o qual estabelece que os subsídios dos defensores não poderão exceder o dos desembargadores do Tribunal de Justiça.
A proposta original já trazia as ressalvas de que os valores pagos não poderiam ultrapassar 90,25% do subsídio dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e de que deveria ser observada a diferença de 5% entre cada nível da carreira.
Os reajustes ficam condicionados às dotações orçamentárias da Defensoria Pública e aos limites impostos pela Lei de Responsabilidade Fiscal.
O PL 1.990/24 já pode ser votado em 2º turno no Plenário.
Fonte: Assembleia Legislativa de MG


ESPORTES
De campeão olímpico a campeão do povo: Maurício do Vôlei reafirma compromisso com os brasileiros e derrota o retorno do DPVAT

Ontem foi escrita mais uma página de uma história que já inspirou milhares de brasileiros. A Câmara dos Deputados rejeitou a volta do famigerado DPVAT, o imposto que, durante anos, pesou no bolso de milhões de cidadãos. Entre os nomes que se destacaram nesta batalha, está o deputado federal Maurício do Vôlei, um homem cuja trajetória é marcada pela entrega, pela superação e pelo compromisso inabalável com a nação.
No início do ano passado, ao votar favoravelmente à retomada do DPVAT por engano, Maurício não fugiu de sua responsabilidade. Reconheceu o erro publicamente e, com humildade, pediu desculpas ao povo brasileiro, mostrando que lideranças fortes também sabem ser humanas. Desde então, o deputado trabalhou incansavelmente para provar que sua luta vai além de um voto ou de um discurso — ela é pela proteção dos valores que sustentam nosso país: a família, a fé e a liberdade.
“Sempre defenderei os brasileiros, assim como defendi as cores da bandeira nas quadras. Minha missão não mudou. Não sou daqueles que mudam de camisa para agradar ou vencer uma eleição. Fui, sou e sempre serei conservador, defensor da família, do trabalho honesto e do futuro das próximas gerações”, afirmou o parlamentar, emocionado, logo após a vitória no plenário.
Assim como em sua carreira no vôlei, Maurício jogou limpo. Diferente de muitos que alternam entre partidos e bandeiras de acordo com o vento político, ele permaneceu firme em seus princípios no PL. Para ele, o mandato não é sobre garantir reeleição; é sobre construir um legado — um Brasil que mantenha suas raízes e seu povo livre de amarras.
Ontem, a Câmara mandou um recado claro ao país: impostos que penalizam ainda mais os trabalhadores brasileiros, como o DPVAT, não têm espaço aqui. E Maurício do Vôlei deixou registrado que está e sempre estará em defesa das pessoas que acreditam num Brasil forte e justo.
Se ontem ele estava nas quadras levantando troféus pelo Brasil, hoje ele ergue as bandeiras da família, da justiça e do povo. Maurício do Vôlei segue sendo um campeão — não só no esporte, mas na vida pública.
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