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Projeto que beneficia cônjuges e filhos de vítimas de homicídios é considerado constitucional

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O Projeto de Lei (PL) 677/19, de autoria do deputado Coronel Sandro (PL), foi considerado constitucional nesta terça-feira (17/10/23) pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG).

A matéria autoriza o Poder Executivo a conceder auxílio financeiro às pessoas jurídicas que contratarem cônjuges e filhos de pessoas mortas em decorrência de homicídios e crimes hediondos. O texto original também previa a revogação da Lei 18.401, de 2009, que concede auxílio financeiro às pessoas jurídicas que contratarem egressos do sistema prisional do Estado.

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O objetivo do PL é favorecer familiares, principalmente viúvas ou viúvos e órfãos de vítimas de violência no Estado, que sofreram com queda na renda familiar a partir da perda do ente querido.

O próprio autor da matéria apresentou também a emenda nº 1, que retirou do texto a revogação da Lei de 2009 inicialmente prevista. O relator do texto foi o deputado Bruno Engler (PL).

De acordo com a proposta, as empresas que contratarem viúvos e filhos de vítimas de homicídios receberão, trimestralmente, dois salários-mínimos por mês para cada contratação efetuada.

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Além disso, o texto estabelece que, se o contrato de trabalho for superior a dois anos, o auxílio econômico será devido até o fim dos primeiros dois anos de trabalho.

Os recursos destinados às empresas serão provenientes de dotações orçamentárias da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social, observado o disposto na Lei de Diretrizes Orçamentárias e na Lei Orçamentária Anual.

O projeto segue para apreciação nas Comissões de Direitos Humanos e de Fiscalização Financeira e Orçamentária, antes de ser votado pelo Plenário da Casa em 1º turno.

Texto estabelece isenção de passagem a pacientes com câncer

A CCJ também considerou constitucional o PL 2.290/15, do deputado Doutor Wilson Batista (PSD), na forma do substitutivo nº 1, apresentado pelo relator, deputado Charles Santos (Republicanos). O texto trata, em sua forma original, da isenção do pagamento de passagem no transporte intermunicipal de passageiros para os pacientes em tratamento de câncer no Estado.

O substitutivo estabelece a isenção do pagamento de passagem aos pacientes em tratamento e de seus acompanhantes, no serviço intermunicipal de transporte coletivo, quando a viagem for entre a residência e o local de tratamento.

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O texto segue para as Comissões de Transporte, Comunicação e Obras Públicas e de Fiscalização Financeira e Orçamentária para receber parecer antes de ser apreciado em Plenário em 1° turno.

Fonte: Assembleia Legislativa de MG

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ESPORTES

De campeão olímpico a campeão do povo: Maurício do Vôlei reafirma compromisso com os brasileiros e derrota o retorno do DPVAT

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Ontem foi escrita mais uma página de uma história que já inspirou milhares de brasileiros. A Câmara dos Deputados rejeitou a volta do famigerado DPVAT, o imposto que, durante anos, pesou no bolso de milhões de cidadãos. Entre os nomes que se destacaram nesta batalha, está o deputado federal Maurício do Vôlei, um homem cuja trajetória é marcada pela entrega, pela superação e pelo compromisso inabalável com a nação.

No início do ano passado, ao votar favoravelmente à retomada do DPVAT por engano, Maurício não fugiu de sua responsabilidade. Reconheceu o erro publicamente e, com humildade, pediu desculpas ao povo brasileiro, mostrando que lideranças fortes também sabem ser humanas. Desde então, o deputado trabalhou incansavelmente para provar que sua luta vai além de um voto ou de um discurso — ela é pela proteção dos valores que sustentam nosso país: a família, a fé e a liberdade.

“Sempre defenderei os brasileiros, assim como defendi as cores da bandeira nas quadras. Minha missão não mudou. Não sou daqueles que mudam de camisa para agradar ou vencer uma eleição. Fui, sou e sempre serei conservador, defensor da família, do trabalho honesto e do futuro das próximas gerações”, afirmou o parlamentar, emocionado, logo após a vitória no plenário.

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Assim como em sua carreira no vôlei, Maurício jogou limpo. Diferente de muitos que alternam entre partidos e bandeiras de acordo com o vento político, ele permaneceu firme em seus princípios no PL. Para ele, o mandato não é sobre garantir reeleição; é sobre construir um legado — um Brasil que mantenha suas raízes e seu povo livre de amarras.

Ontem, a Câmara mandou um recado claro ao país: impostos que penalizam ainda mais os trabalhadores brasileiros, como o DPVAT, não têm espaço aqui. E Maurício do Vôlei deixou registrado que está e sempre estará em defesa das pessoas que acreditam num Brasil forte e justo.

Se ontem ele estava nas quadras levantando troféus pelo Brasil, hoje ele ergue as bandeiras da família, da justiça e do povo. Maurício do Vôlei segue sendo um campeão — não só no esporte, mas na vida pública.

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