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Projeto que descentraliza recursos da cultura é aprovado em 1º turno

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Na Reunião Extraordinária de Plenário realizada na manhã desta quarta-feira (13/9/23), na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), foi aprovado em 1º turno o Projeto de Lei (PL) 2.976/21, que altera o Sistema Estadual de Cultura, o Sistema de Financiamento à Cultura e a Política Estadual de Cultura Viva.

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O principal objetivo da proposição, de autoria do governador, é promover a descentralização e a democratização da cultura no Estado, de modo a beneficiar um número maior de cidades e de projetos culturais.

Nessa linha, o Sistema de Financiamento à Cultura passa a se denominar “Descentra Cultura Minas Gerais”, que cria condições para facilitar o acesso de povos e comunidades tradicionais aos mecanismos de fomento, por exemplo.

Outra mudança proposta é a redução de contrapartida das empresas ao Fundo Estadual de Cultura (FEC) no financiamento de projetos do interior do Estado, passando dos atuais 35% para 10%.

Além disso, empresas de maior porte que optarem por financiar projetos em municípios do interior poderão destinar até 5% do valor devido do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS). Atualmente, esse percentual está limitado a 3%.

O Descentra Cultura propõe ainda que o sistema de financiamento possa apoiar outras iniciativas, para assegurar a visibilidade de artistas mineiros junto a curadores de grandes festivais e mostras nacionais e internacionais, entre outras ações. Os mecanismos de inscrição, aprovação e prestações de contas também serão reorganizados, para atender demandas antigas do setor cultural, segundo o governo.

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Povos e comunidades em situação de vulnerabilidade social continuarão sendo contemplados pela Política Estadual de Cultura Viva. Esse mecanismo potencializa iniciativas comunitárias, apoia manifestações populares e valoriza a diversidade regional de Minas Gerais.

Entendimento da Comissão de Cultura prevaleceu em Plenário

Os deputados avalizaram uma nova versão do projeto, o substitutivo nº 2, apresentado pela Comissão de Cultura.

O texto contempla propostas de emenda da deputada Macaé Evaristo (PT) que preveem busca ativa de grupos culturais, formas de realização de ações afirmativas reparatórias de direitos e regras para prestação de contas do Fundo Estadual de Cultura e de mecanismos de fomento cultural.

Também foram incorporadas ao substitutivo sugestões do deputado Bosco (Cidadania) para inserir cláusula de avaliação de impacto, a ser realizada de forma participativa, após o segundo ano de vigência da lei a ser aprovada, e do deputado Mauro Tramonte (Republicanos) para especificar o atendimento às bandas de música tradicionais e seus mestres.

O projeto e seu substitutivo acrescentam, no rol dos recursos do FEC, a possibilidade de verbas provenientes de doações, incentivos fiscais ou convênios aportados por empresas públicas ou privadas ou transferências de outros entes federados ou de instituições nacionais e internacionais.

Também é estabelecida uma nova função do FEC, a de transferência legal, que consistirá no apoio financeiro a municípios e entidades públicas municipais por seus projetos e ações na área das artes e da cultura.

Quanto ao incentivo fiscal ao setor, uma das modificações propostas está relacionada à possibilidade de o Executivo alterar o percentual dos recursos do ICMS disponibilizados para até 0,40% do montante da receita líquida anual do imposto.

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Fisioterapia durante a hemodiálise

Outra proposição aprovada em 1º turno foi o PL 1.589/20, do deputado Gustavo Santana (PL), que torna obrigatório o acompanhamento de pacientes com doença renal crônica por profissional de fisioterapia durante a hemodiálise.

O texto que passou em Plenário foi o substitutivo nº2, da Comissão de Saúde, que tem como objetivo garantir que o cuidado integral do paciente com doença renal crônica inclua não apenas a reabilitação fisioterápica, mas também os demais serviços de fisioterapia necessários para melhorar a qualidade de vida.

Também são promovidas alterações para que não seja invadida a regulamentação da profissão e não seja feita intervenção indevida em atividade econômica realizada por hospitais e clínicas privadas. Por isso, o substitutivo sugere a alteração da Lei 16.279, de 2006, que trata dos direitos dos usuários das ações e dos serviços públicos de saúde no Estado.

A fisioterapia intradialítica é um dos procedimentos que têm sido adotados para melhorar a qualidade de vida dos pacientes que necessitam de hemodiálise e apresenta vários benefícios: restabelece a força muscular perdida ao longo das sessões de hemodiálise, melhora a capacidade aeróbica e o condicionamento físico, reduz a fadiga, previne o aparecimento de dores e melhora a depuração da ureia.

Fonte: Assembleia Legislativa de MG

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ESPORTES

De campeão olímpico a campeão do povo: Maurício do Vôlei reafirma compromisso com os brasileiros e derrota o retorno do DPVAT

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Ontem foi escrita mais uma página de uma história que já inspirou milhares de brasileiros. A Câmara dos Deputados rejeitou a volta do famigerado DPVAT, o imposto que, durante anos, pesou no bolso de milhões de cidadãos. Entre os nomes que se destacaram nesta batalha, está o deputado federal Maurício do Vôlei, um homem cuja trajetória é marcada pela entrega, pela superação e pelo compromisso inabalável com a nação.

No início do ano passado, ao votar favoravelmente à retomada do DPVAT por engano, Maurício não fugiu de sua responsabilidade. Reconheceu o erro publicamente e, com humildade, pediu desculpas ao povo brasileiro, mostrando que lideranças fortes também sabem ser humanas. Desde então, o deputado trabalhou incansavelmente para provar que sua luta vai além de um voto ou de um discurso — ela é pela proteção dos valores que sustentam nosso país: a família, a fé e a liberdade.

“Sempre defenderei os brasileiros, assim como defendi as cores da bandeira nas quadras. Minha missão não mudou. Não sou daqueles que mudam de camisa para agradar ou vencer uma eleição. Fui, sou e sempre serei conservador, defensor da família, do trabalho honesto e do futuro das próximas gerações”, afirmou o parlamentar, emocionado, logo após a vitória no plenário.

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Assim como em sua carreira no vôlei, Maurício jogou limpo. Diferente de muitos que alternam entre partidos e bandeiras de acordo com o vento político, ele permaneceu firme em seus princípios no PL. Para ele, o mandato não é sobre garantir reeleição; é sobre construir um legado — um Brasil que mantenha suas raízes e seu povo livre de amarras.

Ontem, a Câmara mandou um recado claro ao país: impostos que penalizam ainda mais os trabalhadores brasileiros, como o DPVAT, não têm espaço aqui. E Maurício do Vôlei deixou registrado que está e sempre estará em defesa das pessoas que acreditam num Brasil forte e justo.

Se ontem ele estava nas quadras levantando troféus pelo Brasil, hoje ele ergue as bandeiras da família, da justiça e do povo. Maurício do Vôlei segue sendo um campeão — não só no esporte, mas na vida pública.

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