Política
Projeto que incentiva agricultura de baixo carbono está pronto para análise do Plenário

Está pronto para ser votado pelo Plenário da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), em 1º turno, o Projeto de Lei (PL) 2.480/15, que acrescenta diretrizes de incentivo à agricultura de baixo carbono à Lei de Desenvolvimento Agrícola do Estado, a Lei 11.405, de 1994. A agricultura de baixo carbono é um sistema de produção agrícola que tenta reduzir ou minimizar as emissões de gases que contribuem para o aquecimento global.
De autoria do deputado Antonio Carlos Arantes (PL), a proposta foi analisada nesta quarta-feira (6/3/24) pela Comissão de Agropecuária e Agroindústria, que recomendou sua aprovação na forma de um novo texto, o substitutivo nº 1. Anteriormente, a Comissão de Constituição e Justiça perdeu o prazo para emitir seu parecer.
Mesmo com as alterações, o projeto continua inserindo todo um novo capítulo, denominado “Da Agricultura de Baixo Carbono”, na Lei de Desenvolvimento Agrícola do Estado. Prevê-se que sejam adotadas medidas de apoio à agricultura de baixo carbono, voltadas ao incentivo à política setorial e à governança para a agricultura, a pecuária e a produção florestal de baixo carbono e ao seu desenvolvimento no Estado.
A principal alteração sugerida pelo relator e presidente da Comissão de Agropecuária e Agroindústria, deputado Raul Belém (Cidadania), foi retirar do texto original artigos que determinavam a criação de regimento tributário especial e simplificado para empreendimentos de agricultura de baixo carbono, assim como cotas e atenção especial para projetos de pesquisas, bolsas de estudos, bolsas de mestrado e doutorado relacionados ao tema.
O relator argumentou que tais artigos criavam obrigações para órgãos do Poder Executivo, ferindo o princípio da separação dos Poderes e interferindo na atividade administrativa deste Poder. Raul Belém lembrou ainda que a concessão e a revogação de isenções, incentivos e benefícios fiscais de ICMS dependem da celebração de convênio interestadual no âmbito do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), algo que ainda não existe neste caso.
O novo texto da Comissão de Agropecuária e Agroindústria, mantém essas recomendações de forma genérica, como diretrizes. De acordo com estas diretrizes, também cabe ao poder público, entre outras atribuições, organizar e desenvolver ações que incentivem os produtores rurais a utilizar tecnologias de baixo carbono; e priorizar o financiamento de projetos e a concessão de bolsas de estudo a iniciativas cujo objeto contribua com o desenvolvimento da agricultura de baixo carbono.
Recuperação de pastos degradados deve ser estimulada
O novo texto mantém determinação original para que o Estado fomente o desenvolvimento de programas de agricultura de baixo carbono desenvolvidos por cooperativas agropecuárias e associações de produtores rurais que adotem as seguintes práticas:
- recuperação de pastos degradados por meio do sistema de plantio direto na implantação de pastagens
- sistemas de integração lavoura-pecuária-floresta ou suas variações
- plantio direto na palha na implantação de culturas
- substituição de fertilizantes nitrogenados pela fixação simbiótica biológica de nitrogênio e demais bioinsumos, em consonância com a Lei 24.441, de 2023.
Em seu relatório, Raul Belém argumenta que a aprovação do projeto é importante tendo em vista os estudos científicos que comprovam a seriedade das mudanças climáticas em curso no planeta, e também considerando os compromissos internacionais assumidos pelo Brasil.
“Não nos cabe outra posição a não ser reforçar a importância estratégica da adoção de práticas afeitas à agricultura de baixo carbono, uma vez que se identificam as atividades agropecuárias, bem como a alteração do uso do solo agrícola, fator fundamental para sua prática, como responsáveis por parcela importante da emissão dos gases de efeito estufa”, afirma o deputado.
Projeto que incentiva agrotechs também está pronto para o Plenário
Na mesma reunião, a Comissão de Agropecuária e Agroindústria aprovou parecer favorável, em 1º turno, ao PL 342/23, da deputada Maria Clara Marra (PSDB), que propõe incentivos para o desenvolvimento de startups voltadas para o agronegócio, as chamadas agrotechs. Com isso, o projeto também está pronto para ser votado pelo Plenário.
O relator, deputado Dr. Maurício (Novo), recomendou a aprovação do projeto na forma do texto da Comissão de Desenvolvimento Econômico, o substitutivo nº 1.
A proposição altera a Lei 23.793, de 2021, de modo a incluir entre os objetivos do marco legal das startups “alçar o Estado como referência na criação de empreendimentos voltados para o desenvolvimento, otimização e sustentabilidade dos negócios relacionados a agricultura, pecuária e extrativismo”.
O substitutivo nº 1 acrescenta à Lei 23.793 o objetivo de tornar Minas Gerais referência em startups de agricultura, pecuária e extrativismo e prevê a possibilidade de criação de um fundo com recursos de compensação financeira pela exploração mineral para aporte nesses empreendimentos.
Fonte: Assembleia Legislativa de MG


ESPORTES
De campeão olímpico a campeão do povo: Maurício do Vôlei reafirma compromisso com os brasileiros e derrota o retorno do DPVAT

Ontem foi escrita mais uma página de uma história que já inspirou milhares de brasileiros. A Câmara dos Deputados rejeitou a volta do famigerado DPVAT, o imposto que, durante anos, pesou no bolso de milhões de cidadãos. Entre os nomes que se destacaram nesta batalha, está o deputado federal Maurício do Vôlei, um homem cuja trajetória é marcada pela entrega, pela superação e pelo compromisso inabalável com a nação.
No início do ano passado, ao votar favoravelmente à retomada do DPVAT por engano, Maurício não fugiu de sua responsabilidade. Reconheceu o erro publicamente e, com humildade, pediu desculpas ao povo brasileiro, mostrando que lideranças fortes também sabem ser humanas. Desde então, o deputado trabalhou incansavelmente para provar que sua luta vai além de um voto ou de um discurso — ela é pela proteção dos valores que sustentam nosso país: a família, a fé e a liberdade.
“Sempre defenderei os brasileiros, assim como defendi as cores da bandeira nas quadras. Minha missão não mudou. Não sou daqueles que mudam de camisa para agradar ou vencer uma eleição. Fui, sou e sempre serei conservador, defensor da família, do trabalho honesto e do futuro das próximas gerações”, afirmou o parlamentar, emocionado, logo após a vitória no plenário.
Assim como em sua carreira no vôlei, Maurício jogou limpo. Diferente de muitos que alternam entre partidos e bandeiras de acordo com o vento político, ele permaneceu firme em seus princípios no PL. Para ele, o mandato não é sobre garantir reeleição; é sobre construir um legado — um Brasil que mantenha suas raízes e seu povo livre de amarras.
Ontem, a Câmara mandou um recado claro ao país: impostos que penalizam ainda mais os trabalhadores brasileiros, como o DPVAT, não têm espaço aqui. E Maurício do Vôlei deixou registrado que está e sempre estará em defesa das pessoas que acreditam num Brasil forte e justo.
Se ontem ele estava nas quadras levantando troféus pelo Brasil, hoje ele ergue as bandeiras da família, da justiça e do povo. Maurício do Vôlei segue sendo um campeão — não só no esporte, mas na vida pública.
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