Política
Projeto que modifica contratos entre Minas e a União já pode ser votado em Plenário

O Plenário da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) já pode votar, em 1º turno, o Projeto de Lei (PL) 767/23, que autoriza o Poder Executivo a celebrar termos aditivos aos contratos firmados com a União com base na Lei Federal 9.496, de 1997, e na Medida Provisória 2.192-70, de 2001.
O projeto é um dos requisitos para que Minas faça sua adesão ao Regime de Recuperação Fiscal (RRF) da União. Nesta quarta-feira (21/6/23), a proposta, que é de autoria do governador Romeu Zema, recebeu parecer favorável da Comissão de Fiscalização Financeira e Orçamentária (FFO) da ALMG, sem alterações.
O relator da proposta foi o deputado Zé Guilherme (PP), que também preside a comissão. Apenas a deputada Beatriz Cerqueira (PT) e o deputado Professor Cleiton (PV) votaram contra o parecer.
A Lei Federal 9.496, de 1997, estabelece critérios para a consolidação, a assunção e o refinanciamento, pela União, da dívida pública mobiliária e outras que especifica, de responsabilidade dos Estados e do Distrito Federal.
Já a Medida Provisória 2.192-70, de 2001, incentiva a redução da presença do setor público estadual na atividade financeira bancária, dispõe sobre a privatização de instituições financeiras, e dá outras providências.
Assim, em linhas gerais, o projeto de lei converte o Programa de Reestruturação e de Ajuste Fiscal em Programa de Acompanhamento e Transparência Fiscal, este tratado em norma mais recente, no caso a Lei Complementar Federal 178, de 2021.
Deputado adverte que a não aprovação do projeto sujeita o Estado a bloqueio de R$ 15 bilhões
Durante a discussão do projeto, o deputado João Magalhães (MDB) defendeu a aprovação do projeto como algo necessário e indispensável, tendo em vista o prazo para a adesão obrigatória ao Programa de Acompanhamento e Transparência Fiscal. “Se esse convênio não for aprovado até o dia 29 de junho, aí sim será o caos. Minas Gerais terá bloqueados R$ 15 bilhões”,advertiu. Ele acrescentou e salientou que o projeto não trata diretamente do Regime de Recuperação Fiscal.
Por outro lado, o projeto foi criticado sucessivamente pelos deputados Sargento Rodrigues (PL), Professor Cleiton e a deputada Beatriz Cerqueira. Todos se disseram contrários à adesão do Estado ao Regime de Recuperação Fiscal.
O deputado Sargento Rodrigues ressaltou que o próprio Governo do Estado enviou ao Tesouro Nacional uma nota técnica em que afirmaria que, efetivada esta adesão ao RRF, durante nove anos os servidores não teriam sequer a revisão anual das remunerações.
O deputado Professor Cleiton lembrou que o único estado que já aderiu a este regime, o Rio de Janeiro, vem clamando por sua repactuação sob pena de se ver inviabilizado financeiramente. “A dívida do Estado (do Rio de Janeiro) aumentou e os serviços estão precarizados” afirmou Professor Cleiton. A deputada Beatriz Cerqueira disse que um estado que oferece um volume tão grande de renúncias fiscais à iniciativa privada não precisa de regime de recuperação fiscal.
Fonte: Assembleia Legislativa de MG


ESPORTES
De campeão olímpico a campeão do povo: Maurício do Vôlei reafirma compromisso com os brasileiros e derrota o retorno do DPVAT

Ontem foi escrita mais uma página de uma história que já inspirou milhares de brasileiros. A Câmara dos Deputados rejeitou a volta do famigerado DPVAT, o imposto que, durante anos, pesou no bolso de milhões de cidadãos. Entre os nomes que se destacaram nesta batalha, está o deputado federal Maurício do Vôlei, um homem cuja trajetória é marcada pela entrega, pela superação e pelo compromisso inabalável com a nação.
No início do ano passado, ao votar favoravelmente à retomada do DPVAT por engano, Maurício não fugiu de sua responsabilidade. Reconheceu o erro publicamente e, com humildade, pediu desculpas ao povo brasileiro, mostrando que lideranças fortes também sabem ser humanas. Desde então, o deputado trabalhou incansavelmente para provar que sua luta vai além de um voto ou de um discurso — ela é pela proteção dos valores que sustentam nosso país: a família, a fé e a liberdade.
“Sempre defenderei os brasileiros, assim como defendi as cores da bandeira nas quadras. Minha missão não mudou. Não sou daqueles que mudam de camisa para agradar ou vencer uma eleição. Fui, sou e sempre serei conservador, defensor da família, do trabalho honesto e do futuro das próximas gerações”, afirmou o parlamentar, emocionado, logo após a vitória no plenário.
Assim como em sua carreira no vôlei, Maurício jogou limpo. Diferente de muitos que alternam entre partidos e bandeiras de acordo com o vento político, ele permaneceu firme em seus princípios no PL. Para ele, o mandato não é sobre garantir reeleição; é sobre construir um legado — um Brasil que mantenha suas raízes e seu povo livre de amarras.
Ontem, a Câmara mandou um recado claro ao país: impostos que penalizam ainda mais os trabalhadores brasileiros, como o DPVAT, não têm espaço aqui. E Maurício do Vôlei deixou registrado que está e sempre estará em defesa das pessoas que acreditam num Brasil forte e justo.
Se ontem ele estava nas quadras levantando troféus pelo Brasil, hoje ele ergue as bandeiras da família, da justiça e do povo. Maurício do Vôlei segue sendo um campeão — não só no esporte, mas na vida pública.
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