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Projeto que obriga a presença de fisioterapeuta em UTIs será discutido

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Com o objetivo de debater as condições de trabalho do fisioterapeuta nas Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) do Estado, a Comissão do Trabalho, da Previdência e da Assistência Social realiza reunião nesta terça-feira (28/5/24), às 10h30. Requerida pelo deputado Betão (PT), presidente da comissão, a audiência pública também trará à luz a discussão do Projeto de Lei (PL) 2.078/24, que trata desse tema.

Também de autoria de Betão, a proposta altera a Lei 23.789, de 2021, para tornar obrigatória a presença de profissional fisioterapeuta nas Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) do Estado. A matéria detalha que as UTIs adulto, neonatal e pediátrico, de hospitais, clínicas públicas, privadas ou filantrópicas, ficam obrigadas a manter em seus quadros, no mínimo, um fisioterapeuta para cada dez leitos, nos turnos matutino, vespertino e noturno, num total de 24 horas.

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Na justificativa do PL, o parlamentar argumenta que a Lei 23.789, que trata da presença do fisioterapeuta nas UTIs, é meramente recomendativa, levando o Estado a não cumprí-la. É o que constatou o Departamento de Fiscalização do Conselho Regional de Fisioterapia e Terapia Ocupacional (Crefito) da 4ª Região (Crefito-4 MG).

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Betão complementa que “a presença desses profissionais nas UTIs por 24 horas é fundamental para garantir as condições para a alta do serviço e melhoria da qualidade de vida dos pacientes”. Tanto que a Portaria Ministerial 930, de 2012, do Ministério da Saúde, estabeleceu a exigência de um fisioterapeuta por tempo integral nas UTIs neonatais, evidenciando o entendimento da imprescindível presença dos fisioterapeutas nessas unidades, de forma ininterrupta.

No mesmo sentido, o Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional (Coffito) recomenda a presença do fisioterapeuta nas UTIs adulto, pediátrica e neonatal, perfazendo a carga horária de 24 horas ininterruptas, em função da alta complexidade dos procedimentos

Redução de custos

Ainda segundo o requerimento, estudos científicos confirmam que a presença do fisioterapeuta nas UTIs por 24 horas contribui para a redução dos custos assistenciais e o aumento da qualidade de vida dos pacientes. Um dos estudos, da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP), mostra que as sessões de fisioterapia reduzem em até 40% a permanência em UTI quando aplicadas sem interrupções nas 24 horas do dia.

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No trabalho, foram avaliados 500 pacientes por seis meses no Hospital das Clínicas da USP. Nos primeiros três meses, as atividades do fisioterapeuta levaram 12 horas e a média de internação do paciente na UTI foi de dez dias. Nos três seguintes, o atendimento foi de 24 horas e a média caiu para seis dias.

Isso se explica pela redução de complicações decorrente do tratamento noturno, quando os procedimentos de limpeza contínua dos pulmões, operados por fisioterapeutas, permitem a retirada do tubo, reduzindo a agressão mecânica e propiciando recuperação pulmonar mais rápida.

Para a reunião, foram chamados representantes do Crefito e de outras entidades representativas dos fisioterapeutas e ainda, de terapia intensiva.

Fonte: Assembleia Legislativa de MG

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ESPORTES

De campeão olímpico a campeão do povo: Maurício do Vôlei reafirma compromisso com os brasileiros e derrota o retorno do DPVAT

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Ontem foi escrita mais uma página de uma história que já inspirou milhares de brasileiros. A Câmara dos Deputados rejeitou a volta do famigerado DPVAT, o imposto que, durante anos, pesou no bolso de milhões de cidadãos. Entre os nomes que se destacaram nesta batalha, está o deputado federal Maurício do Vôlei, um homem cuja trajetória é marcada pela entrega, pela superação e pelo compromisso inabalável com a nação.

No início do ano passado, ao votar favoravelmente à retomada do DPVAT por engano, Maurício não fugiu de sua responsabilidade. Reconheceu o erro publicamente e, com humildade, pediu desculpas ao povo brasileiro, mostrando que lideranças fortes também sabem ser humanas. Desde então, o deputado trabalhou incansavelmente para provar que sua luta vai além de um voto ou de um discurso — ela é pela proteção dos valores que sustentam nosso país: a família, a fé e a liberdade.

“Sempre defenderei os brasileiros, assim como defendi as cores da bandeira nas quadras. Minha missão não mudou. Não sou daqueles que mudam de camisa para agradar ou vencer uma eleição. Fui, sou e sempre serei conservador, defensor da família, do trabalho honesto e do futuro das próximas gerações”, afirmou o parlamentar, emocionado, logo após a vitória no plenário.

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Assim como em sua carreira no vôlei, Maurício jogou limpo. Diferente de muitos que alternam entre partidos e bandeiras de acordo com o vento político, ele permaneceu firme em seus princípios no PL. Para ele, o mandato não é sobre garantir reeleição; é sobre construir um legado — um Brasil que mantenha suas raízes e seu povo livre de amarras.

Ontem, a Câmara mandou um recado claro ao país: impostos que penalizam ainda mais os trabalhadores brasileiros, como o DPVAT, não têm espaço aqui. E Maurício do Vôlei deixou registrado que está e sempre estará em defesa das pessoas que acreditam num Brasil forte e justo.

Se ontem ele estava nas quadras levantando troféus pelo Brasil, hoje ele ergue as bandeiras da família, da justiça e do povo. Maurício do Vôlei segue sendo um campeão — não só no esporte, mas na vida pública.

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