Política
Projeto sobre aposentadorias da MinasCaixa é aprovado em 1º turno

O Projeto de Lei (PL) 810/23, que garante o pagamento de aposentadorias a ex-funcionários da MinasCaixa e de pensões aos seus dependentes, foi aprovado em 1º turno pelo Plenário da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) nesta segunda-feira (26/6/23).
O pagamento de aposentadorias e pensões da extinta MinasCaixa foi suspenso em abril, quando se esgotaram os recursos do plano de previdência complementar que assegurava esses benefícios, o liquidado Plano MinasCaixa RP-2.
De autoria do governador, o PL 810/23 foi aprovado na forma do substitutivo nº 2, da Comissão de Fiscalização Financeira e Orçamentária. De acordo com esse texto, o Tesouro do Estado assume a responsabilidade pelo pagamento vitalício aos aposentados e pensionistas da MinasCaixa, que também terão direito a 13º salário.
Além disso, na forma em que foi aprovado, o PL 810/23 garante o reajuste anual dos benefícios, nos mesmos moldes do Regime Geral de Previdência Social. O texto também obriga o Estado a pagar aos aposentados e pensionistas da MinasCaixa todos os valores que estiverem em atraso desde abril, corrigidos pela inflação medida pelo IPCA.
Em caso de falecimento do assistido, fica garantida a manutenção dos pagamentos a seus filhos inválidos ou com deficiências graves e também a seus cônjuges. No entanto, essa regra não se aplica aos casamentos formalizados após a data de publicação da futura lei.
Para fazer jus a esses pagamentos, os beneficiários precisam abrir mão de sua quota-parte do crédito oriundo dos ativos do Plano de Previdência Complementar MinasCaixa RP-2.
O PL 810/23 segue agora para a Comissão de Administração Pública, que se reúne nesta terça-feira (26), às 14h30, para analisá-lo em 2º turno.
Projeto sobre mudança em contratos do Estado com a União recebe emendas
Não houve acordo para votar o PL 767/23, do governador, que modifica contratos firmados entre o Estado e a União. A proposta é polêmica porque é um dos requisitos para que Minas Gerais faça sua adesão ao Regime de Recuperação Fiscal (RRF).
A proposição autoriza o Estado a celebrar termos aditivos aos contratos firmados com a União, para a conversão do Programa de Reestruturação e Ajuste Fiscal em Programa de Acompanhamento e Transparência Fiscal.
Se essa conversão não for formalizada até a próxima sexta-feira (30), o Estado terá que pagar de uma só vez R$ 15 bilhões à União, segundo a mensagem governamental que encaminhou o PL 767/23. Isso porque Minas Gerais assumiu esse compromisso em 30 de junho de 2022, quando foi celebrado o aditivo contratual que permitiu a redução do pagamento da dívida com a União.
Parlamentares da oposição, juntamente com o deputado Sargento Rodrigues (PL), não concordam com o PL 767/23 e se utilizaram dos instrumentos regimentais para obstruir a votação do projeto. Ao longo de toda a tarde desta segunda-feira (26), eles pediram o encerramento da reunião, esvaziaram o Plenário e solicitaram o adiamento da discussão do projeto, mas foram voto vencido.
Após quase seis horas de reunião, a discussão do PL 767/23 foi encerrada com a apresentação de 17 emendas parlamentares. Elas foram apresentadas pelos deputados Sargento Rodrigues, Alencar da Silveira Jr. (PDT), Cristiano Silveira (PT) e Ulysses Gomes (PT). A Comissão de Fiscalização Financeira tem reunião marcada para esta terça-feira (26), às 10h30, para emitir parecer sobre essas emendas.
Para o deputado Sargento Rodrigues, o RRF é um “pacote de maldades” com os servidores estaduais e pode comprometer a execução de políticas públicas. Ele lembrou que o PL 767/23 chegou à ALMG no dia 18 de maio e alegou que os deputados não tiveram tempo suficiente para analisá-lo.
O deputado Leleco Pimentel (PT) reclamou da pressão para a aprovação do PL 767/23 e pediu prudência aos colegas parlamentares. Os deputados Betão (PT) e Lucas Lasmar (Rede) e a deputada Ana Paula Siqueira (Rede) também criticaram a possibilidade de adesão do Estado ao RRF e defenderam que a discussão sobre o PL 767/23 seja aprofundada.
A deputada Bella Gonçalves (Psol) disse que a narrativa do governo, que alega dificuldades financeiras para aderir ao RRF, não se sustenta. “Por um lado, o governador Romeu Zema diz que o Estado está quebrado. Por outro lado, tem feito uma farra com dinheiro público, que inclui desde bufês de luxo até pavimentação de estrada, o que vai valorizar o seu rancho em Rifaina (SP)”, criticou.
O deputado Professor Cleiton (PV) lembrou que Estados que aderiram ao RRF, como Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro, continuam enfrentando dificuldades financeiras. Já a deputada Macaé Evaristo (PT) lembrou as consequências do RRF, que incluem congelamento de salários de servidores e proibição de novos concursos públicos.
Fonte: Assembleia Legislativa de MG


ESPORTES
De campeão olímpico a campeão do povo: Maurício do Vôlei reafirma compromisso com os brasileiros e derrota o retorno do DPVAT

Ontem foi escrita mais uma página de uma história que já inspirou milhares de brasileiros. A Câmara dos Deputados rejeitou a volta do famigerado DPVAT, o imposto que, durante anos, pesou no bolso de milhões de cidadãos. Entre os nomes que se destacaram nesta batalha, está o deputado federal Maurício do Vôlei, um homem cuja trajetória é marcada pela entrega, pela superação e pelo compromisso inabalável com a nação.
No início do ano passado, ao votar favoravelmente à retomada do DPVAT por engano, Maurício não fugiu de sua responsabilidade. Reconheceu o erro publicamente e, com humildade, pediu desculpas ao povo brasileiro, mostrando que lideranças fortes também sabem ser humanas. Desde então, o deputado trabalhou incansavelmente para provar que sua luta vai além de um voto ou de um discurso — ela é pela proteção dos valores que sustentam nosso país: a família, a fé e a liberdade.
“Sempre defenderei os brasileiros, assim como defendi as cores da bandeira nas quadras. Minha missão não mudou. Não sou daqueles que mudam de camisa para agradar ou vencer uma eleição. Fui, sou e sempre serei conservador, defensor da família, do trabalho honesto e do futuro das próximas gerações”, afirmou o parlamentar, emocionado, logo após a vitória no plenário.
Assim como em sua carreira no vôlei, Maurício jogou limpo. Diferente de muitos que alternam entre partidos e bandeiras de acordo com o vento político, ele permaneceu firme em seus princípios no PL. Para ele, o mandato não é sobre garantir reeleição; é sobre construir um legado — um Brasil que mantenha suas raízes e seu povo livre de amarras.
Ontem, a Câmara mandou um recado claro ao país: impostos que penalizam ainda mais os trabalhadores brasileiros, como o DPVAT, não têm espaço aqui. E Maurício do Vôlei deixou registrado que está e sempre estará em defesa das pessoas que acreditam num Brasil forte e justo.
Se ontem ele estava nas quadras levantando troféus pelo Brasil, hoje ele ergue as bandeiras da família, da justiça e do povo. Maurício do Vôlei segue sendo um campeão — não só no esporte, mas na vida pública.
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